segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Novo título do setor imobiliário deve ganhar espaço no mercado



O LIG, em processo final de regulamentação pelo BC, é um título privado isento de Imposto de Renda e que poderá ser emitido por instituições financeiras.
São Paulo – Um novo produto financeiro vai integrar a sopa de letrinhas dos investimentos ligados ao setor imobiliário. Autorizada pelo governo no fim de agosto, a Letra Imobiliária Garantida (LIG) tem potencial para ganhar espaço tanto na carteira do pequeno investidor como dos gestores de fundos imobiliários.
Isso porque, para especialistas, ela será uma opção com retornos melhores do que a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e com menos risco que os Certificado de Recebíveis Imobiliários (CRI), ambos concorrentes diretos.
O LIG, que está em processo final de regulamentação pelo Banco Central, é um título privado do mercado imobiliário, isento de Imposto de Renda e que poderá ser emitido por instituições financeiras. O prazo para resgate é de 24 meses e a rentabilidade será baseada na taxa de juros ou atrelada a outros indicadores, como o IPCA.
Deve estar disponível no mercado até o fim do ano.
A LIG promete sair na frente de outros produtos que integram a prateleira de ativos imobiliários por oferecer uma dupla garantia ao investidor. Além da salvaguarda da própria instituição que emitiu o título – ou seja, seu patrimônio -, haverá como garantia uma carteira de ativos imobiliários específica para esse fim, que não poderá ser usada para quitar outras dívidas da instituição no caso de falência. Romeu Amaral, advogado e especialista em financiamento empresarial, alerta, porém, que a dupla garantia exige que o investidor conheça também quais os ativos “salva-vidas” vão compor a carteira.
No caso da LCI, por exemplo, a única cobertura é a do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), que garante investimentos de até R$ 250 mil por CPF e instituição bancária em caso de quebra.
Já os certificados, por oferecerem retornos maiores, não estão sob esse mesmo guarda-chuva. Por isso, ao comprar um CRI, o investidor tem de avaliar os empreendimentos imobiliários dos tomadores do empréstimo para medir os riscos.
Além da vantagem da dupla garantia da LIG, Conrado Navarro, especialista em finanças pessoais do Modalmais, acredita que, no futuro, a letra pode disputar com a LCI o investidor que busca rentabilidade e não se importa com o prazo de resgate de dois anos.
“Não faria sentido lançar um produto com retorno menor do que já existe se ele vai ficar preso por mais tempo. Se for pagar o mesmo com resgate maior, as pessoas vão ficar nas LCIs”. Há uma carência de 90 dias na LCI e a rentabilidade geralmente é atrelada ao CDI.
Arthur Vieira, professor da Fecap e especialista em fundos imobiliários, acredita que o prazo maior, entretanto, vai exigir um investidor mais estruturado, que possa deixar o dinheiro por mais tempo – o que deverá implicar aportes iniciais maiores.
Diversificação
Além do investidor pessoa física, fundos imobiliários também devem estar ansiosos pela LIG, diz Vieira. Isso porque os fundos são importantes compradores de papéis lastreados no mercado, além de imóveis fixos.
A vantagem do fundo imobiliário é o acesso a uma carteira diversificada. “O investidor poderá comprar cotas de fundos que investem em LIG, CRI e LCI e conseguir uma liquidez maior. Se ele for negociado em Bolsa, é possível entrar e sair quando quiser”, explica Vieira. A desvantagem é que o fundo imobiliário não é isento de Imposto de Renda e tem taxas de administração.
As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame

segunda-feira, 25 de setembro de 2017

Vendas de imóveis sobem 40% em julho, mostram Fipe e Abrainc


No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 37.571 unidades, aumento de 20,3% frente o mesmo período do ano passado

São Paulo – O mercado imobiliário mostrou expansão nas vendas e nos lançamentos em julho, bem como recuo dos distratos, de acordo com pesquisa realizada pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe), em parceria com a Associação Brasileira de Incorporadoras Imobiliárias (Abrainc) e divulgada nesta segunda-feira, 18.
A pesquisa mostra que, em julho, as vendas líquidas (já descontados os distratos) totalizaram 5.130 unidades, crescimento de 40% em relação ao mesmo mês do ano passado. Os distratos foram de 2.821 unidades, retração de 35%. Os lançamentos totalizaram 6.628 unidades, um salto de 182%.
Com os dados positivos de julho, o mercado imobiliário mantém a trajetória de recuperação das operações. No acumulado do ano, as vendas líquidas somaram 37.571 unidades, aumento de 20,3% frente o mesmo período do ano passado. Dicionário do mercado imobiliário: Conheça 16 termos super importantes do setor com a Racon Patrocinado 
No acumulado do ano, os distratos atingiram 20.643 unidades, queda de 22,3%, e os lançamentos alcançaram 30.530 unidades, recuo de 3,5%.
No acumulado dos últimos 12 meses encerrados em junho, as vendas líquidas foram de 63.749 unidades, alta de 11,6%. Os distratos totalizaram 39.790 unidades, baixa de 15,4%, e os lançamentos alcançaram 37.158 unidades, alta de 9,4%.
Os dados da pesquisa abrangem imóveis novos, dos setores residencial, comercial e loteamentos de 20 empresas associadas à Abrainc, com atuação em diversos estados e concentração na região Sudeste.
Fonte: Exame

terça-feira, 12 de setembro de 2017

Casa própria pelo celular é aposta do Santander


O Santander já oferece o financiamento da casa própria pelo celular. O banco acaba de lançar uma plataforma que permite aos clientes a possibilidade de contratar o crédito imobiliário online, do início ao fim do processo.
Os interessados podem simular, aprovar o crédito, enviar os dados e os documentos necessários pelo celular ou computador. Só será necessário ir à agência no momento da assinatura do contrato, já que é necessário registrar o contrato no Cartório de Imóveis competente. Com isso, estima-se que o prazo médio para a finalização do processo cairá dos atuais 60 dias para apenas 30.
Além disso, os interessados conseguem acompanhar o andamento de cada etapa do contratação – simulação, análise de crédito, análise técnica, contrato e liberação de recursos – pelo Internet Banking ou diretamente no aplicativo do Santander. O cliente será informado, por e-mail ou SMS, se precisa enviar documentos, quais os avanços no processo e o que falta para que o recurso seja liberado mais rapidamente. O sistema ainda permite a conexão entre canais, em qualquer etapa do negócio.
Gilberto Abreu, diretor de Crédito Imobiliário do Santander, explica que é possível iniciar o processo em uma agência, por exemplo, e dar andamento nos canais eletrônicos, de uma forma sempre simples e intuitiva. Esse conceito é conhecido como autoservice, e tende a dar mais fluidez à contratação do crédito, já que o cliente é avisado online dos prazos para o envio da documentação.

segunda-feira, 28 de agosto de 2017

O momento é para comprar na planta, usado ou alugar?


Veja as vantagens e desvantagens de adquirir um imóvel usado, novo ou na planta ou até mesmo avaliar o adiamento do negócio.
Há cerca de um ano, a arquiteta Fabiana Rocha, de 42 anos, decidiu trocar a cobertura em que vivia no Jardim Aeroporto por um espaço maior. Alugar não era uma opção, comprar na planta tampouco. Segundo ela, decorar um imóvel zerado aumentaria em 20% o preço da aquisição, investimento que foi poupado com a escolha de um apartamento usado.
No entanto, com a taxa de juros em um dígito e com previsão de fechar 2017 em 7,5% ao ano, o financiamento não se torna mais atrativo? A resposta, segundo especialistas, é depende.
O crédito imobiliário de fato tende a cair, mas esse tipo de operação deve considerar o risco inerente à compra de algo que ainda não existe, alerta o planejador financeiro Jaques Cohen. “A obra pode atrasar, ser embargada e, na pior das hipóteses, nem ser entregue.”
Ele lembra que as incorporadoras estão enfrentando um alto número de “distratos” – cerca de 50% dos lançamentos de médio e alto padrão foram devolvidos nos últimos 12 meses – pode comprometer a capacidade de entrega das empresas. A projeção de quanto sairão, ao final, as prestações exigidas pelo fluxo de caixa (o que se paga antes da entrega das chaves) é outro ponto que costuma ser ignorado, diz Cohen.
As parcelas são corrigidas mensalmente pelo Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), que pode alterar substancialmente o montante final. Foi o que aconteceu com o químico Diego Clemente, de 31 anos, e sua noiva, a analista de sistemas Bárbara Mariza, de 25. O casal assinou o contrato para adquirir na planta um apartamento de 70 m² em Cotia, na Grande São Paulo, há três anos. Na época, o imóvel sairia por R$ 322 mil. A poucos meses do final da obra, o valor já estava estimado em R$ 390 mil.
Eles foram ao stand de vendas do empreendimento, que está com 50% de estoque, dizem, e simularam uma aquisição. Se comprassem hoje uma unidade idêntica, teriam de desembolsar R$ 318 mil. “Eu me senti lesada e exigimos o mesmo desconto”, conta Bárbara.
A empresa se negou, mas após ameaça de distrato por parte dos compradores, concordou em abaixar para R$ 322 mil o preço final. “Acho que se fosse fechar um negócio agora, daria preferência para um imóvel pronto ou usado, porque na planta sempre há surpresas. Internamente, está bem fiel ao que vimos na perspectiva, mas as áreas comuns e os acabamentos estão aquém”, afirma Diego.

Além de poder avaliar o imóvel já finalizado, quem opta pelo usado tem margem de negociação maior. “A crise econômica colocou os vendedores numa situação menos confortável”, afirma o professor de Finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) Fábio Gallo.
Diretor de vendas da Imobiliária Lello, Igor Freire diz que os proprietários estão mais flexíveis. “Estão falando sim até para permutas com imóveis menores ou carros como entrada.” Gallo alerta, porém, para os inconvenientes de imóveis antigos, como a necessidade de reformas. Mais: estar atento à documentação da propriedade e sondar se o condomínio precisa de reparos é fundamental.
Aluguel. Se a ideia é comprar um imóvel, mas a mudança não precisa ser imediata, o conselho do professor de Gestão Financeira da PUC-SP Paulo Romaro é esperar. “Assumir uma dívida de longo prazo em meio à crise, com risco de desemprego, pode ser imprudente.” Neste caso, ele diz que o aluguel deve ser considerado.
Cohen aponta, ainda, outra possibilidade: aplicar em papéis do Tesouro a diferença entre o que iria para o financiamento e o valor pago no aluguel. Ao final do período de investimento, a pessoa terá uma boa entrada e um colchão que diminuirá o sufoco gerado por parcelas maiores, como as anuais.
Mas se o comprador estiver com as finanças estáveis, os lançamentos estocados são mais vantajosos.
“Não há os riscos de construção e a taxa de condomínio já tende a estar fixada. A oportunidade é excelente”, avalia Gallo.
A psicóloga Marisa Provetti, de 59 anos, e o marido Elcio Inhe, administrador de 65 anos, conseguiram R$ 200 mil de desconto na compra à vista de uma unidade em estoque. Eles utilizaram suas reservas para fazer o negócio. O apartamento de 150 m², na Vila Mascote, zona sul, saiu por R$ 1,2 milhão.
“Se tivéssemos precisado vender o imóvel onde morávamos para adquirir este, o negócio não seria tão bom, o mercado está desvalorizado, certamente teríamos perdido dinheiro”, afirma Inhe.
O casal tenta há três meses alugar o imóvel anterior, mas não recebeu nenhuma proposta. “Estamos dos dois lados”, diz Marisa. “Conseguimos um preço ótimo pelo novo. Agora, como proprietários, não temos uma solução para o antigo.”

A psicóloga Marisa Provetti escolheu comprar um apartamento novo estocado e conseguiu R$ 200 mil de desconto
Foto: Tiago Queiroz/Estadão
Bianca Soares, Especial para O Estado
Fonte: Estadão



segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Itaú reduz as taxas do financiamento imobiliário



A novidade está valendo desde o dia 10 de agosto

Na última quarta-feira (9), o Itaú Unibanco reduziu os juros para o financiamento imobiliário. A boa notícia é que as novas taxas já estão valendo, desde o dia 10 de agosto, e podem ser ainda menores do que os números divulgados, tudo depende do perfil do cliente e também do seu relacionamento com o banco.

Segundo a nota divulgada pelo banco, para os imóveis que são enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), a nova taxa será a partir de 10,7% ao ano mais TR (Taxa referencial), que mostra uma redução de 0,5 ponto percentual sob a taxa anterior.

Agora se o imóvel está no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a nova taxa será a partir de 10,1% ao ano mais TR, o que mostra uma queda de 0,4 pontos percentuais.
De acordo com o banco, as taxas podem chegar a 9,9% ao ano mais TR para os imóveis enquadrados no SFI e até 9,3% ao ano mais TR no SFH, dependendo do perfil do cliente e também do seu relacionamento com o banco.

Caixa anuncia redução no limite para crédito imobiliário


Mudança passa a valer nas linhas Minha Casa Minha Vida e Pró-Cotista

Começou a valer desde a última quarta-feira (16), a redução no valor do financiamento realizado pela Caixa Econômica Federal para a casa própria. Vale lembrar que o banco havia feito um anúncio sobre a medida em junho.

Segundo um comunicado emitido internamente pelo banco, a nova regra diminuiu de 90% para 80% o limite em empréstimos no sistema de amortização constante (SAC). A redução vale para as linhas Minha Casa Minha Vida e Pró-Cotista, que oferece juros menores a trabalhadores titulares de contas vinculadas ao FGTS, no financiamento imobiliário, e com recursos do FGTS.
De acordo com a instituição, as novas regras começam a valer para novos contratos, revertendo assim o movimento feito pelo banco no final de 2016, quando houve um aumento nos limites do financiamento.
Na tabela Price, que possui prestações constantes, a Caixa decidiu manter o teto no caso do programa Minha Casa, Minha Vida. Reduziu, entretanto, de 70% para 60% o limite para imóvel usado financiado pela linha Pró-Cotista e de 80% para 70% no financiamento de imóveis com recursos CCFGTS.
Os clientes que já deram entrada no seu contrato de crédito imobiliário junto à Caixa, conforme uma fonte, têm um prazo para finalizá-lo nos tetos antigos. O banco confirmou a mudança e esclareceu que essa adequação deve impactar menos de 10% dos clientes que procuram o banco para realizar operações de financiamento.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Qual a valorização de um imóvel com sistema de energia solar?

A geração de energia solar no Brasil ainda é uma novidade. Em 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou uma portaria na qual legaliza a instalação de sistemas residências de geração de energia por meio da luz solar. De lá para cá, o número de casas geradoras da própria energia de forma sustentável só vem aumentando no país. No último balanço divulgado pela agência, já são quase 6 mil casas com sistema de energia solar instalado e em funcionamento.
Conta de luz quase zerada atrai investidores
Um dos motivos pelo qual as pessoas vêm procurando informações sobre os sistemas fotovoltaicos é a valorização que o imóvel atinge quando dispõe deste selo “verde”. Para você que procura um imóvel, uma pergunta: entre uma casa que tem um conta de luz quase zerada e outra que exige um gasto alto com energia, qual você escolheria? Dificilmente alguém, escolherá a segunda opção.
Pesquisas recentes mostram que o imóvel sustentável pode ser valorizado em até 30%, em especial por conta do crescimento contínuo da procura por casas que estejam em comunhão com o meio-ambiente.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, patrocinada pelo Departamento de Energia dos EUA, casas com sistema de energia solar têm uma valorização do imóvel de 3% a 6%. O estudo mostrou que os compradores estavam dispostos a pagar, em média, R$ 40 mil a mais por casas que tenham um sistema fotovoltaico instalado.
De acordo com a SunPower, empresa de pesquisa de tendência dos EUA, a valorização tem alcançado 8% nos últimos negócios imobiliários.

Venda de imóveis quase dobra em 2017 em relação ao ano passado, diz Ademi-GO


A venda de imóveis no estado quase dobrou nos primeiros quatro meses de 2017 se comparado ao mesmo período de 2016, aponta uma pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) divulgada na sexta-feira (30). O índice considera os negócios fechados subtraindo as devoluções.
De acordo com o levantamento, entre janeiro e abril de 2016, o mercado imobiliário gerou 316,9 milhões. No mesmo período deste ano, foram R$ 620 milhões.
Diretor de vendas de uma construtora, Edmilson Borges ressalta que, além do aumento nas vendas, houve redução na quantidade de distratos. Para o especialista, isso mostra que os consumidores estão com mais confiança no mercado imobiliário.
“Clientes tinham que fazer financiamento, não conseguiam e distratavam. 2016 foi um ano que teve um represamento muito forte do mercado. As pessoas estavam com medo por causa do aumento da taxa de emprego e dos juros. Com a queda da taxa de juros e um pouco mais de segurança na economia, as pessoas estão voltando a comprar”, explicou.

Metro quadrado

A pesquisa também aponta que o valor médio do metro quadrado no primeiro quadrimestre de 2016 era de R$ 4.871,19. Neste ano, é de R$ 5.017,773.
De acordo com Borges, a pequena variação do metro quadrado reflete a força do mercado goiano. Ele defende que o preço está entre os mais baixos do país, mas deve subir nos próximos anos porque a margem de lucro das empresas é pequena e pode faltar imóvel.
“O bairro mais nobre é o Marista, onde você mora com R$ 5 mil o metro quadrado. Não tem outra capital com esse valor. Com a diminuição dos lançamentos, a nossa projeção é de que faltará produto em 2019, 2020. Então, em 1 ano e meio, 2 anos, o preço do metro estará mais caro”, conclui.
Fonte: G1

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Este é o melhor momento da última década para negociar no mercado imobiliário


Sinalização de redução de juros, queda no preço dos imóveis e liberação de recursos do FGTS inativo capitalizando clientes são fatores que, somados à perspectiva de retomada da economia, devem impactar positivamente o setor imobiliário.
O governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB) do país. Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.
O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.
A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.
A pesquisa analisou preços em 5.600 bairros de 203 cidades brasileiras e constatou que os preços dos imóveis subiram apenas 0,8% em 2016. Em termos reais, os preços caíram 5%. Mesmo assim, as vendas não aumentaram por conta da queda da renda das famílias, os altos juros, dificultando financiamentos, e também pela insegurança econômica, desemprego e medo de perder o posto de trabalho.
Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário ouvidos afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria os preços dos imóveis.
Otair Guimarães, diretor comercial da Leste Realty, empresa que lançou em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, o empreendimento Quinta dos Ventos, localizado na zona sul da cidade, também avalia que este é o momento ideal para investir no sonho da casa própria.
O Quinta dos Ventos comercializa lotes com metragens a partir de 335 metros quadrados e oferece um padrão inteligente de urbanismo. “Entendemos o momento da economia e oferecemos um produto de qualidade e que cabe no bolso do consumidor. O cliente com condição de investir tem agora o cenário ideal. Os preços ainda estão baixos. Esta é a hora de comprar”, avalia Otair Guimarães.
O empresário ainda analisa como positivas para ao mercado a liberação de recursos do FGTS inativo e a redução de juros, como a taxa Selic. “O setor imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e também de um corte ainda maior na Selic. Mas a expectativa é positiva. O fato de o trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, afirma Otair Guimarães.
Fonte: G1

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Setor imobiliário está otimista para 2017 e acredita que a recuperação já começou



Empresários começam a enxergar uma 'luz no fim do túnel' com o crescimento das 

vendas e locações, principalmente de imóveis usados.

Foi um longo período de recessão e queda nas vendas, mas os empresários 
ligados ao segmento imobiliário e as pessoas que estão em busca de um novo 
lar com preços acessíveis finalmente começam a enxergar uma “luz no fim do 
túnel”. Para eles, 2017 começou bem e deve marcar o início da recuperação 
do setor.
Este otimismo, de acordo com o presidente da Associação Comercial de Sorocaba
(Acso), José Alberto Cépil, tem relação com a melhoria de alguns indicadores 
econômicos, principalmente a queda da taxa básica de juros (Selic), que sofreu corte
de 1%, chegando a 11,25%. 

“Os financiamentos concedidos pelos bancos para a compra e construção de imóveis
no primeiro trimestre deste ano são maiores do que no mesmo período do ano passado
Acreditamos numa melhora gradativa da economia e que se encerre este ciclo de queda”
, explica.
Para Guido Cussiol Neto, proprietário de uma imobiliária de Sorocaba (SP), o mercado
começa a apresentar recuperação com o aumento da demanda por compras e locações.
“As vendas e locações estão boas, com destaque para a procura de imóveis usados.
Os lançamentos ainda apresentam baixa, mas, mesmo assim, teve alta de 12%. 
Se a evolução continuar, teremos uma grande virada a curto e médio prazo”, comenta.
Já José Luiz Gonçalves Atalla, dono de outra empresa de negócios imobiliários da
cidade, acredita que a retomada veio mais cedo do que muitos esperavam. 
“Houve uma procura maior por imóveis usados e as locações também aumentaram. 
Em março, por exemplo, a procura cresceu 20% em comparação com o mesmo mês
de 2016. Os imóveis usados são os mais procurados no momento e, neste ritmo, 
creio que o mercado será normalizado até o início do ano que vem”.
Fonte: G1


sábado, 27 de maio de 2017

UFSC Desenvolve ônibus elétrico movido a energia solar
Há algum tempo atrás o ônibus movido à energia solar era realidade na Austrália e uma promessa no Brasil. Com proposta de começar a funcionar em dezembro do ano passado, o transporte coletivo movido por energia solar, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina, não só ficou pronto na data prevista como irá começar a circular em março desse ano.

O grupo de pesquisadores da UFSC desenvolveu o primeiro ônibus 100% elétrico do País movido por energia solar, captada por um sistema de placas solares instalado no telhado do laboratório de pesquisa da universidade. Esse é o grande diferencial do ônibus, toda a energia solar será gerada pela própria UFSC, no Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica, onde o projeto foi idealizado e desenvolvido.

No teto do ônibus movido à energia solar, baterias de lítio irão armazenar a energia gerada pelas placas de energia solares fotovoltaicas instaladas nos telhados do Centro de Pesquisa. Com tração elétrica, o veículo tem autonomia para andar até 70 quilômetros sem recarga e irá percorrer 200 quilômetros por dia. Tudo isso sem gerar gases poluentes que prejudicam o meio ambiente.

O ônibus movido à energia solar será recarregado a cada viagem, na estação do Sapiens Parque, fazendo um percurso total de 50 quilômetros. A cada dia serão quatro viagens. Neste trajeto de 50 quilômetros, de ida e volta, o custo com deslocamento, no caso de um sistema convencional que usa diesel para as quatro viagens feitas pelos pesquisadores diariamente, seria de aproximadamente R$ 100 diários, o que corresponde a R$ 2 mil mensais de economia.

O transporte coletivo desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina também é silencioso e não emite poluentes. Com o conceito de deslocamento produtivo, a ideia é que o ônibus movido à energia solar seja uma espécie de extensão do escritório ou campus. Por isso, conta com tomadas, rede wi-fi e duas mesas de trabalho.

O veículo começa a funcionar em março e fará o percurso em horários regulares programados conforme as aulas, para a comunidade universitária (alunos e servidores), sem cobrança de tarifa. Além de facilitar o transporte de estudantes e pesquisadores, o ônibus movido à energia solar otimiza a utilização do tempo. O percurso que é de 30 minutos será feito sem paradas durante o trajeto.

O projeto do ônibus movido à energia solar desenvolvido pela UFSC custou R$ 1 milhão e recebeu o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A ideia e execução do ônibus movido à energia solar é parte de um conjunto de ações do Programa Tecnologias para Cidades Sustentáveis da Secis (Secretaria Cidade Sustentável), que tem como principal objetivo fortalecer o domínio e a presença das tecnologias relacionadas às placas solares e energia fotovoltaica em território brasileiro. 


Fonte Portal Solar


terça-feira, 23 de maio de 2017

ENERGIA SOLAR PARA CARREGAR CELULARES. ENTENDA ESSA TECNOLOGIA!



Ainda não é o fim do convencional carregador de celular, mas a tecnologia e o avanço da usabilidade de energia solar prometem um futuro onde procurar uma tomada para dar carga à bateria de um telefone não será uma preocupação.

Que a captação de energia solar tem se difundido cada vez mais, e que esse recurso natural renovável tem sido extremamente incentivado como iniciativa sustentável não é novidade. Mas a ideia de um gerador de energia solar, capaz de carregar um celular até seu nível máximo de bateria, é uma realidade ainda mais empolgante, aproximando a tecnologia do indivíduo.


O carregador solar chegou ao mercado com um preço bastante competitivo, o que o torna ainda mais atraente para o consumidor. Além de funcionar como um carregador solar portátil, o dispositivo pode ser carregado na rua, até mesmo em movimento, dependendo da posição do sol.

Na prática, o gerador de energia solar para celular funciona como qualquer outro carregador portátil, ou seja, uma bateria armazena determinada carga de energia, que posteriormente é repassada para a bateria do celular. No caso do carregador solar, assim que ele é conectado por um cabo micro USB.

O diferencial do carregador com energia solar para celular, é que o mesmo possui uma placa fotovoltaica, geralmente do tamanho do próprio dispositivo, que é carregada com energia solar sempre que está exposta a irradiação do sol. A intensidade do carregamento costuma se atrelar à captação de energia solar, por exemplo, dias nublados tendem a carregar o dispositivo mais lentamente do que os dias com muita incidência solar.



Quanto à autonomia de um carregador de celular que funciona a base de captação de energia solar, pode-se dizer que os níveis de autonomia dependem muito do modelo em questão. De maneira geral, a maioria dos modelos de carregador solar garante, no mínimo, uma carga completa da bateria de um aparelho celular padrão. A principal vantagem é a possibilidade de recarregar o dispositivo através do painel fotovoltaico, mesmo sem voltar para casa.

No mercado já existem diferentes modelos de carregador solar, com diferentes níveis de acabamento, duração e velocidade de carregamento, fatores que costumam influenciar o preço final do produto. A maioria dos carregadores para celulares movidos com energia solar possuem preços que variam entre pouco menos de R$ 50,00, até algumas centenas de reais. Ao adquirir um gerador de energia solar para celular é importante que o comprador certifique-se de que está adquirindo um produto seguro, testado pelo INMETRO, de acordo com as normas mínimas de segurança para o usuário.



Atualmente, também se estuda nos Estados Unidos uma nova tecnologia que tem como proposta um novo modelo de LED capaz de emitir e detectar sinais de luz, o que permite a geração de energia solar. O material que está sendo desenvolvido absorve luz e gera uma corrente fotovoltaica de energia. O acúmulo da corrente elétrica, por sua vez, carrega a bateria do celular. Dessa maneira, o dispositivo móvel poderá ser carregado por uma simples exposição à luz solar, sem a necessidade de conectar o aparelho a um fio elétrico. Os pixels do display do LED também poderão capturar e armazenar energia solar.

Fonte Portal Solar



quarta-feira, 17 de maio de 2017

O Caminho da Tesla Para se Tornar a Apple da Energia Solar


O empreendedor e filantropo Ellon Musk tem planos ambiciosos para a Tesla, empresa que ajudou a criar e da qual é o atual presidente e CEO. Fundada em 2003, a empresa inicialmente era focada na fabricação e comercialização de carros elétricos, época em que ainda carregava o nome de Tesla Motors.
A empresa foi um sucesso, como sabemos, tendo lançado o Tesla Roadster em 2008, o primeiro desportivo totalmente elétrico, além dos modelos S, X e 3, este último atualmente em produção e previsto para ter suas primeiras unidades entregues ainda este ano.
Nos últimos anos, entretanto, Musk começou a direcionar investimentos da sua empresa para outras tecnologias que mostravam que seus planos iam além dos carros elétricos.
Em 2012, por exemplo, a Tesla começou o desenvolvimento de baterias de íon-lítio para armazenamento de energia e, em 30 de abril de 2015, Musk apresentou ao mudo a Tesla Powerwall, a bateria residencial que funciona em conjunto com os sistemas fotovoltaicos para armazenar a energia que pode ser usada a noite ou em casos de queda da rede.
Já em junho de 2016, Musk anunciou o interesse da Tesla Motors pela compra da SolarCity, maior fabricante de painéis solares e instaladora de sistemas fotovoltaicos dos EUA. Após mais de um mês de negociação entre os acionistas das empresas, a venda foi acordada no valor de U$2,6 bilhões, com nova empresa passando a chamar apenas Tesla Inc.
Muito criticada na época, a negociação foi vista como prejudicial para a empresa de carros elétricos, a qual diziam que iria perder o foco de seus negócios justo no momento em que estes estavam em alta no mercado.
No entanto, poucos conseguiram enxergar os planos escondidos nesse movimento de Musk, os quais foram revelados pelo próprio empreendedor, através de um artigo publicado no blog da empresa, em 20 de julho de 2016, intitulado: “Plano Mestre, Parte Dois”.
Neste, Musk explica o seu objetivo de integrar, de forma simples, os telhados solares com as baterias de armazenamento e os carros elétricos, empoderando o indivíduo como o gerador e consumidor de sua própria energia elétrica e entregando tudo isso através de uma única empresa.
“Uma solicitação, uma instalação, um contato de serviço, um aplicativo de celular.”
De maneira geral, o que Musk pretende alcançar no mercado de energia com essa nova Tesla é muito parecido com o que a Apple fez no mercado de computadores e celulares e, para isso, a empresa vem reestruturando o seu modelo de negócio.

Muita Complicação

Qual é, hoje, o caminho que os consumidores que estão interessados em instalar um sistema solar fotovoltaico em suas casas ou empresas devem percorrer?
Ao fazer uma busca na internet, eles são apresentados a uma variedade de empresas e tecnologias diferentes, porém sem uma grande marca à qual eles possam recorrer.
Fora isso, existe o lado estético da instalação, visto que os painéis solares tradicionais, embora tragam enorme vantagem econômica, acabam por alterar o visual do maior bem que um consumidor tem, que é a sua casa.
De forma similar, há 16 anos atrás, os consumidores interessados em comprar um computador pessoal enfrentavam os mesmos problemas, pois se tratava de uma nova tecnologia, com benefícios incertos e produtos sem grandes diferenciais entre si.
Tudo isso mudou com a abertura das primeiras lojas da Apple, nas quais os consumidores podiam ir para relaxar e experimentar os produtos sem a pressão de vendedores.
Por oferecerem poucos produtos na época, as lojas foram desacreditadas por críticos de plantão, mas logo se tornaram o destino dos compradores, que passaram a ter prazer, e não mais aborrecimento, na compra de um computador ou celular.

Experiência educativa

As lojas da Tesla são uma ótima maneira de alcançar esse mesmo resultado, porém voltado ao mercado de energia. Com cerca de 100 lojas, somente nos EUA, nelas os consumidores podem tomar um expresso tranquilamente enquanto são apresentados, muitos pela primeira vez, aos veículos elétricos e seu funcionamento.
A experiência é mais focada na educação e os clientes podem, inclusive, fazer um test drive em um modelo SUV, que custa U$130 mil, sem ter que ouvir argumentos de venda exaustivos. O produto já fala por si só.
Para empresas de energia solar, atrair esse contato inicial por parte do consumidor é resultado de muito investimento em marketing, os quais nem sempre atraem o resultado desejado e acabam por encarecer o custo final do produto ao cliente.
De acordo com a Bloomberg New Energy Finance (BNEF), para cada dólar gasto em marketing pela SolarCity, apenas meio watt adicional de energia solar é instalado, colocando em perspectiva, a média de potência dos sistemas instalados nos EUA é de 5 mil watts.
Isso representa um gasto muito alto por algo que é ignorado pelo consumidor. De acordo com uma pesquisa da própria BNEF, 40% dos compradores de sistemas fotovoltaicos no país vieram de indicações de parentes e/ou amigos, e 28% procuraram a solução por eles mesmos.
Agora que a Tesla já solucionou a questão estética com o lançamento das suas telhas solares, agregar esse produto junto aos veículos elétricos em suas lojas pode ser a tacada genial que faltava para o setor, agregando o valor educacional com a experiência em primeira mão da tecnologia fotovoltaica.
Críticos alegam que essa sinergia entre as tecnologias não é atrativa, visto ser improvável que um consumidor irá entrar em uma loja para adquirir ambos produtos, porém o mesmo pode ser dito de uma loja Apple. O resultado almejado aqui é responder aquela primeira pergunta que vem à mente do consumidor interessado: por onde começo?
E é exatamente isso o que a nova SolarCity já está fazendo, tendo anunciado, no final de abril, o encerramento das suas vendas porta-a-porta como parte de seus planos de reduzir os gastos com propaganda e investir na venda de seus produtos dentro das lojas Tesla.

Chega à noite

A outra visão de longo prazo de Musk quando optou pela compra da SolarCity é a junção da produção e armazenamento da energia, como ele mesmo expôs em seu plano mestre, fato que poderá mudar a economia da solar em um futuro próximo.
Para isso, a nova empresa de energia solar poderá contar com as já renomadas baterias da Tesla, a Powerwall, que teve sua segunda versão apresentada junto ao lançamento das telhas da empresa.
As baterias ainda não estão consolidadas junto as vendas dos sistemas fotovoltaicos nos EUA, em parte devido ao seu alto custo e também devido a política de venda de energia existente nos EUA, o que acaba sendo mais vantajoso para os consumidores do país.
Musk, no entanto, não se acanha diante disso e garante que dentro de cinco anos, a junção dos sistemas com as baterias será mais barata do que a eletricidade vendida pelas distribuidoras.

No futuro, a maioria das residências contará com uma bateria para armazenar sua energia.
Para atingir essa queda dos preços de suas baterias, a Tesla tinha planos de começar a fabricação das células de íon-lítio em sua Gigafactory, localizada no estado americano de Nevada, o que foi concretizado em janeiro deste ano. Essas células serão usadas tanto para a fabricação da Powerwall 2 como para as baterias do Model 3.
A imensa fábrica está operando ainda em 30% de sua capacidade total, quando completamente operacional, a Gigafactory irá produzir mais capacidade de baterias de íon-lítio do que o mercado global inteiro faz em um ano.
O projeto megalomaníaco, feito em parceria com a Panasonic, deverá ter um custo total de U$5 bilhões e, quando finalizado, deverá suprir 35GWh de células por ano.
Essa produção em massa irá reduzir o preço das baterias de tal forma que a empresa, que agora comercializa os sistemas fotovoltaicos, poderá oferecê-las como parte integrante sem grande diferença no valor final.
Já a política de incentivo do setor que obriga, nos EUA, as distribuidoras a comprar a energia gerada pelos consumidores, parece cada vez mais incerta de continuar. Conforme a tecnologia foi avançando no país, muitos estados voltaram atrás nessa política, deixando os consumidores na mão com os seus sistemas. 
Além disso, com a eleição do novo presidente americano, Donald Trump, conhecido por não apoiar as tecnologias limpas, espera-se que muitos subsídios e incentivos do setor sejam descontinuados.
No entanto, em um futuro com baterias altamente eficientes e de preços acessíveis, instalar um sistema em conjunto com elas será vantajoso para os consumidores tanto na questão financeira, como na seguridade de suprimento de energia, sem a preocupação de quedas na rede elétrica.

 Possibilidade Futuras

Muito se especula sobre as possibilidades que podem surgir com a fusão entre a Tesla e a SolarCity. Com mudanças regulatórias previstas para o mercado americano, a empresa de Musk poderia se tornar, ela mesmo, uma espécie de companhia elétrica.
Na medida em que a empresa passará a comercializar os sistemas geradores de energia com as baterias de armazenamento, em um futuro próximo ela poderia criar uma rede entre esses consumidores, captando um pouco de energia de cada um e a revendendo para a rede elétrica em horas de pico de consumo, compartilhando os lucros com os consumidores participantes ou mesmo abatendo do valor da venda dos sistemas.
“Este é o serviço mais popular para armazenagem estacionária, pois paga tão bem”, disse a analista da BNEF, Julia Atwood. “E paga tão bem porque o provedor tem que responder incrivelmente rápido e preciso, o que é algo que as baterias fazem muito bem”.
Embora a junção entre as empresas seja um risco para ambas, a nova Tesla poderá, muito provavelmente, se tornar a primeira gigante da energia limpa, fazendo para a energia solar, baterias e carros elétricos o que a Apple fez para os computadores e celulares.
Fontes de Informação: Bloomberg Techonology – Fonte     Greentech Media – Fonte    Tecmundo – Fonte
Analista de Marketing
Redator e Tradutor