segunda-feira, 21 de agosto de 2017

Itaú reduz as taxas do financiamento imobiliário



A novidade está valendo desde o dia 10 de agosto

Na última quarta-feira (9), o Itaú Unibanco reduziu os juros para o financiamento imobiliário. A boa notícia é que as novas taxas já estão valendo, desde o dia 10 de agosto, e podem ser ainda menores do que os números divulgados, tudo depende do perfil do cliente e também do seu relacionamento com o banco.

Segundo a nota divulgada pelo banco, para os imóveis que são enquadrados no Sistema de Financiamento Imobiliário (SFI), a nova taxa será a partir de 10,7% ao ano mais TR (Taxa referencial), que mostra uma redução de 0,5 ponto percentual sob a taxa anterior.

Agora se o imóvel está no Sistema Financeiro de Habitação (SFH), a nova taxa será a partir de 10,1% ao ano mais TR, o que mostra uma queda de 0,4 pontos percentuais.
De acordo com o banco, as taxas podem chegar a 9,9% ao ano mais TR para os imóveis enquadrados no SFI e até 9,3% ao ano mais TR no SFH, dependendo do perfil do cliente e também do seu relacionamento com o banco.

Caixa anuncia redução no limite para crédito imobiliário


Mudança passa a valer nas linhas Minha Casa Minha Vida e Pró-Cotista

Começou a valer desde a última quarta-feira (16), a redução no valor do financiamento realizado pela Caixa Econômica Federal para a casa própria. Vale lembrar que o banco havia feito um anúncio sobre a medida em junho.

Segundo um comunicado emitido internamente pelo banco, a nova regra diminuiu de 90% para 80% o limite em empréstimos no sistema de amortização constante (SAC). A redução vale para as linhas Minha Casa Minha Vida e Pró-Cotista, que oferece juros menores a trabalhadores titulares de contas vinculadas ao FGTS, no financiamento imobiliário, e com recursos do FGTS.
De acordo com a instituição, as novas regras começam a valer para novos contratos, revertendo assim o movimento feito pelo banco no final de 2016, quando houve um aumento nos limites do financiamento.
Na tabela Price, que possui prestações constantes, a Caixa decidiu manter o teto no caso do programa Minha Casa, Minha Vida. Reduziu, entretanto, de 70% para 60% o limite para imóvel usado financiado pela linha Pró-Cotista e de 80% para 70% no financiamento de imóveis com recursos CCFGTS.
Os clientes que já deram entrada no seu contrato de crédito imobiliário junto à Caixa, conforme uma fonte, têm um prazo para finalizá-lo nos tetos antigos. O banco confirmou a mudança e esclareceu que essa adequação deve impactar menos de 10% dos clientes que procuram o banco para realizar operações de financiamento.

segunda-feira, 10 de julho de 2017

Qual a valorização de um imóvel com sistema de energia solar?

A geração de energia solar no Brasil ainda é uma novidade. Em 2012, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) liberou uma portaria na qual legaliza a instalação de sistemas residências de geração de energia por meio da luz solar. De lá para cá, o número de casas geradoras da própria energia de forma sustentável só vem aumentando no país. No último balanço divulgado pela agência, já são quase 6 mil casas com sistema de energia solar instalado e em funcionamento.
Conta de luz quase zerada atrai investidores
Um dos motivos pelo qual as pessoas vêm procurando informações sobre os sistemas fotovoltaicos é a valorização que o imóvel atinge quando dispõe deste selo “verde”. Para você que procura um imóvel, uma pergunta: entre uma casa que tem um conta de luz quase zerada e outra que exige um gasto alto com energia, qual você escolheria? Dificilmente alguém, escolherá a segunda opção.
Pesquisas recentes mostram que o imóvel sustentável pode ser valorizado em até 30%, em especial por conta do crescimento contínuo da procura por casas que estejam em comunhão com o meio-ambiente.
Segundo uma pesquisa realizada pelo Laboratório Nacional Lawrence Berkeley, patrocinada pelo Departamento de Energia dos EUA, casas com sistema de energia solar têm uma valorização do imóvel de 3% a 6%. O estudo mostrou que os compradores estavam dispostos a pagar, em média, R$ 40 mil a mais por casas que tenham um sistema fotovoltaico instalado.
De acordo com a SunPower, empresa de pesquisa de tendência dos EUA, a valorização tem alcançado 8% nos últimos negócios imobiliários.

Venda de imóveis quase dobra em 2017 em relação ao ano passado, diz Ademi-GO


A venda de imóveis no estado quase dobrou nos primeiros quatro meses de 2017 se comparado ao mesmo período de 2016, aponta uma pesquisa da Associação das Empresas do Mercado Imobiliário de Goiás (Ademi-GO) divulgada na sexta-feira (30). O índice considera os negócios fechados subtraindo as devoluções.
De acordo com o levantamento, entre janeiro e abril de 2016, o mercado imobiliário gerou 316,9 milhões. No mesmo período deste ano, foram R$ 620 milhões.
Diretor de vendas de uma construtora, Edmilson Borges ressalta que, além do aumento nas vendas, houve redução na quantidade de distratos. Para o especialista, isso mostra que os consumidores estão com mais confiança no mercado imobiliário.
“Clientes tinham que fazer financiamento, não conseguiam e distratavam. 2016 foi um ano que teve um represamento muito forte do mercado. As pessoas estavam com medo por causa do aumento da taxa de emprego e dos juros. Com a queda da taxa de juros e um pouco mais de segurança na economia, as pessoas estão voltando a comprar”, explicou.

Metro quadrado

A pesquisa também aponta que o valor médio do metro quadrado no primeiro quadrimestre de 2016 era de R$ 4.871,19. Neste ano, é de R$ 5.017,773.
De acordo com Borges, a pequena variação do metro quadrado reflete a força do mercado goiano. Ele defende que o preço está entre os mais baixos do país, mas deve subir nos próximos anos porque a margem de lucro das empresas é pequena e pode faltar imóvel.
“O bairro mais nobre é o Marista, onde você mora com R$ 5 mil o metro quadrado. Não tem outra capital com esse valor. Com a diminuição dos lançamentos, a nossa projeção é de que faltará produto em 2019, 2020. Então, em 1 ano e meio, 2 anos, o preço do metro estará mais caro”, conclui.
Fonte: G1

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Este é o melhor momento da última década para negociar no mercado imobiliário


Sinalização de redução de juros, queda no preço dos imóveis e liberação de recursos do FGTS inativo capitalizando clientes são fatores que, somados à perspectiva de retomada da economia, devem impactar positivamente o setor imobiliário.
O governo federal trabalha com a projeção de injeção de R$ 30 bilhões na economia brasileira neste ano com a liberação dos saques do FGTS inativo. A medida deve movimentar 0,5 % do Produto Interno Bruno (PIB) do país. Para o governo, a iniciativa pode levar de forma rápida à redução do endividamento das famílias, contribuindo para a volta do crescimento econômico.
O mercado imobiliário aposta que uma fatia desse capital que chega ao bolso dos brasileiros possa ser investida na compra de imóveis, e vê com otimismo a medida, que somada a outros fatores, pode indicar uma caminho para a saída da crise que ainda afeta o setor.
A mais recente pesquisa sobre o segmento imobiliário do país, realizada pela FIPE – Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas, e publicada com exclusividade pela Revista EXAME em maio, traz dados que indicam que esse é o melhor momento da última década para quem esta capitalizado e quer negociar a compra de um imóvel.
A pesquisa analisou preços em 5.600 bairros de 203 cidades brasileiras e constatou que os preços dos imóveis subiram apenas 0,8% em 2016. Em termos reais, os preços caíram 5%. Mesmo assim, as vendas não aumentaram por conta da queda da renda das famílias, os altos juros, dificultando financiamentos, e também pela insegurança econômica, desemprego e medo de perder o posto de trabalho.
Diante do cenário avaliado pela pesquisa, os analistas e representantes do setor imobiliário ouvidos afirmam que agora é a hora certa para negociar. Para muitos, a crise já chegou ao fundo do poço. O próximo passo é a recuperação, o que elevaria os preços dos imóveis.
Otair Guimarães, diretor comercial da Leste Realty, empresa que lançou em Ribeirão Preto no final de 2016, em parceria com o Grupo Engep, o empreendimento Quinta dos Ventos, localizado na zona sul da cidade, também avalia que este é o momento ideal para investir no sonho da casa própria.
O Quinta dos Ventos comercializa lotes com metragens a partir de 335 metros quadrados e oferece um padrão inteligente de urbanismo. “Entendemos o momento da economia e oferecemos um produto de qualidade e que cabe no bolso do consumidor. O cliente com condição de investir tem agora o cenário ideal. Os preços ainda estão baixos. Esta é a hora de comprar”, avalia Otair Guimarães.
O empresário ainda analisa como positivas para ao mercado a liberação de recursos do FGTS inativo e a redução de juros, como a taxa Selic. “O setor imobiliário ainda aguarda para avaliar o impacto da liberação desses recursos do FGTS inativo no mercado e também de um corte ainda maior na Selic. Mas a expectativa é positiva. O fato de o trabalhador poder sacar o dinheiro e utilizar naquilo que preferir é bastante interessante. Além disso, a expectativa do trabalhador quitar dívidas pode resultar na queda da inadimplência, que tem impacto na melhoria das condições de financiamento. Fato positivo para o mercado de forma geral”, afirma Otair Guimarães.
Fonte: G1

segunda-feira, 29 de maio de 2017

Setor imobiliário está otimista para 2017 e acredita que a recuperação já começou



Empresários começam a enxergar uma 'luz no fim do túnel' com o crescimento das 

vendas e locações, principalmente de imóveis usados.

Foi um longo período de recessão e queda nas vendas, mas os empresários 
ligados ao segmento imobiliário e as pessoas que estão em busca de um novo 
lar com preços acessíveis finalmente começam a enxergar uma “luz no fim do 
túnel”. Para eles, 2017 começou bem e deve marcar o início da recuperação 
do setor.
Este otimismo, de acordo com o presidente da Associação Comercial de Sorocaba
(Acso), José Alberto Cépil, tem relação com a melhoria de alguns indicadores 
econômicos, principalmente a queda da taxa básica de juros (Selic), que sofreu corte
de 1%, chegando a 11,25%. 

“Os financiamentos concedidos pelos bancos para a compra e construção de imóveis
no primeiro trimestre deste ano são maiores do que no mesmo período do ano passado
Acreditamos numa melhora gradativa da economia e que se encerre este ciclo de queda”
, explica.
Para Guido Cussiol Neto, proprietário de uma imobiliária de Sorocaba (SP), o mercado
começa a apresentar recuperação com o aumento da demanda por compras e locações.
“As vendas e locações estão boas, com destaque para a procura de imóveis usados.
Os lançamentos ainda apresentam baixa, mas, mesmo assim, teve alta de 12%. 
Se a evolução continuar, teremos uma grande virada a curto e médio prazo”, comenta.
Já José Luiz Gonçalves Atalla, dono de outra empresa de negócios imobiliários da
cidade, acredita que a retomada veio mais cedo do que muitos esperavam. 
“Houve uma procura maior por imóveis usados e as locações também aumentaram. 
Em março, por exemplo, a procura cresceu 20% em comparação com o mesmo mês
de 2016. Os imóveis usados são os mais procurados no momento e, neste ritmo, 
creio que o mercado será normalizado até o início do ano que vem”.
Fonte: G1


sábado, 27 de maio de 2017

UFSC Desenvolve ônibus elétrico movido a energia solar
Há algum tempo atrás o ônibus movido à energia solar era realidade na Austrália e uma promessa no Brasil. Com proposta de começar a funcionar em dezembro do ano passado, o transporte coletivo movido por energia solar, desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina, não só ficou pronto na data prevista como irá começar a circular em março desse ano.

O grupo de pesquisadores da UFSC desenvolveu o primeiro ônibus 100% elétrico do País movido por energia solar, captada por um sistema de placas solares instalado no telhado do laboratório de pesquisa da universidade. Esse é o grande diferencial do ônibus, toda a energia solar será gerada pela própria UFSC, no Centro de Pesquisa e Capacitação em Energia Solar Fotovoltaica, onde o projeto foi idealizado e desenvolvido.

No teto do ônibus movido à energia solar, baterias de lítio irão armazenar a energia gerada pelas placas de energia solares fotovoltaicas instaladas nos telhados do Centro de Pesquisa. Com tração elétrica, o veículo tem autonomia para andar até 70 quilômetros sem recarga e irá percorrer 200 quilômetros por dia. Tudo isso sem gerar gases poluentes que prejudicam o meio ambiente.

O ônibus movido à energia solar será recarregado a cada viagem, na estação do Sapiens Parque, fazendo um percurso total de 50 quilômetros. A cada dia serão quatro viagens. Neste trajeto de 50 quilômetros, de ida e volta, o custo com deslocamento, no caso de um sistema convencional que usa diesel para as quatro viagens feitas pelos pesquisadores diariamente, seria de aproximadamente R$ 100 diários, o que corresponde a R$ 2 mil mensais de economia.

O transporte coletivo desenvolvido pela Universidade Federal de Santa Catarina também é silencioso e não emite poluentes. Com o conceito de deslocamento produtivo, a ideia é que o ônibus movido à energia solar seja uma espécie de extensão do escritório ou campus. Por isso, conta com tomadas, rede wi-fi e duas mesas de trabalho.

O veículo começa a funcionar em março e fará o percurso em horários regulares programados conforme as aulas, para a comunidade universitária (alunos e servidores), sem cobrança de tarifa. Além de facilitar o transporte de estudantes e pesquisadores, o ônibus movido à energia solar otimiza a utilização do tempo. O percurso que é de 30 minutos será feito sem paradas durante o trajeto.

O projeto do ônibus movido à energia solar desenvolvido pela UFSC custou R$ 1 milhão e recebeu o apoio do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações. A ideia e execução do ônibus movido à energia solar é parte de um conjunto de ações do Programa Tecnologias para Cidades Sustentáveis da Secis (Secretaria Cidade Sustentável), que tem como principal objetivo fortalecer o domínio e a presença das tecnologias relacionadas às placas solares e energia fotovoltaica em território brasileiro. 


Fonte Portal Solar