terça-feira, 17 de julho de 2018

Os bairros mais caros e baratos para alugar imóvel em São Paulo


O preço médio do aluguel em São Paulo é de R$ 1.715. Se você achou que está pagando caro demais, talvez seja a hora de mudar de zona ou de bairro


É possível encontrar aluguéis mais em conta em todas as regiões da cidade, basta fazer uma busca pelos bairros mais baratos. Para fugir dos aluguéis mais altos, melhor sair da zona Sul e da zona Oeste.  As zonas Leste e Norte são as regiões mais baratas para alugar imóvel em São Paulo.
“No Centro, os preços estão mais altos do que antes. Isso reflete principalmente a revitalização de algumas regiões centrais, como na República. As incorporadoras estão vendo o movimento como uma oportunidade de negócio nesses locais, e estão construindo imóveis que atendam à demanda atual da população, com espaços mais enxutos, de um ou dois dormitórios, e com áreas comuns, como lavanderias”, diz Leonardo Paz, CEO do Imovelweb.
É claro que não é só o valor do aluguel que conta nessa escolha. É importante colocar na balança os custos com transporte, para, no fim das contas, o barato não sair caro.
“Estão sendo construídos mais empreendimentos em áreas comerciais, já que a demanda das pessoas por imóveis perto de seus trabalhos tem aumentado. Isso é ótimo para o mercado imobiliário, mas também para a cidade. Com as pessoas morando perto do trabalho, tem menos trânsito, por exemplo”, completa Paz.
Confira a seguir os bairros com os preços médios de aluguel mais baratos e mais caros em cada região da cidade de São Paulo.

Centro

Bairros mais caros para alugarPreços médios de aluguel em cada bairroBairros mais baratos para alugarPreços médios de aluguel em cada bairro
ConsolaçãoR$ 3.451,45CambuciR$ 1.913,13
Bela VistaR$ 3.128,96Morro dos InglesesR$ 1.863,54
Campos ElíseosR$ 2.422,17LuzR$ 1.833,25
LiberdadeR$ 2.418,53R$ 1.505,06
HigienópolisR$ 2.373,97Bom RetiroR$ 1.345,54

Zona Leste

Bairros mais caros para alugarPreços médios de aluguel em cada bairroBairros mais baratos para alugarPreços médios de aluguel em cada bairro
Jardim Anália FrancoR$ 2.038,23BelenzinhoR$ 1.408,40
BelémR$ 2.033,89Vila EmaR$ 1.394,83
TatuapéR$ 1.905,51Penha de FrançaR$ 1.358,56
BrásR$ 1.883,60ItaqueraR$ 1.325,54
MoocaR$ 1.739,07Cidade LíderR$ 1.196,33

Zona Oeste

Bairros mais caros para alugarPreços médios de aluguel em cada bairroBairros mais baratos para alugarPreços médios de aluguel em cada bairro
Vila OlímpiaR$ 4.523,51Jardim EsterR$ 1.451,33
Itaim BibiR$ 4.479,93Parque ContinentalR$ 1.364,62
PinheirosR$ 4.011,90PiqueriR$ 1.356,13
JardinsR$ 3.852,39JaraguáR$ 1.310,93
Jardim EuropaR$ 3.781,95Raposo TavaresR$ 1.209,03

Zona Sul

Bairros mais caros para alugarPreços médios de aluguel em cada bairroBairros mais baratos para alugarPreços médios de aluguel em cada bairro
Cidade MonçõesR$ 4.341,27Vila MonumentoR$ 1.520,08
Vila Nova ConceiçãoR$ 4.278,47Jardim da SaúdeR$ 1.515,76
BrooklinR$ 4.029,02ParaisópolisR$ 1.312,53
Chácara Santo AntônioR$ 3.854,73Campo LimpoR$ 1.300,88
IbirapueraR$ 3.620,87Vila CampestreR$ 1.272,56

Zona Norte

Bairros mais caros para alugarPreços médios de aluguel em cada bairroBairros mais baratos para alugarPreços médios de aluguel em cada bairro
CarandiruR$ 1.845,11Vila MazzeiR$ 1.307,67
Casa VerdeR$ 1.762,12Nossa Senhora do óR$ 1.304,55
Parada InglesaR$ 1.707,31Vila Maria AltaR$ 1.256,90
Lauzane PaulistaR$ 1.578,93Moinho VelhoR$ 1.226,26
Vila GuilhermeR$ 1.577,90Parque Novo MundoR$ 1.218,73
Fonte Exame

quarta-feira, 11 de julho de 2018

PAINÉIS SOLARES INTEGRADOS À CONSTRUÇÃO – 

PAINÉIS SOLARES INTEGRADOS À 
CONSTRUÇÃO – BIPV

Qualquer pratica de incorporar o painel solar na construção substituindo outros materiais como
janelas ou coberturas de estacionamento é conhecido como BIPV (Building Integrated 
PhotoVoltaics). Leia mais aqui sobre BIPV.



O que é BIPV (Painéis Solares Integrados à Construção)


Tradicionalmente, os painéis solares são instalados sobre o telhado de uma casa, na cobertura de um edifício ou galpão ou até mesmo montados em estruturas metálicas na altura do chão. Porém, com o desenvolvimento de diferentes tecnologias de produção de painéis solares, os arquitetos estão começando a incorporar os painéis em brises, na substituição das telhas convencionais, e até mesmo no lugar das janelas dos prédios. Qualquer pratica de incorporar o painel na construção é conhecido como BIPV (Building Integrated PhotoVoltaics) em Português: Sistemas Fotovoltaicos Integrados.
 
Um Sistema Fotovoltaico Integrado (BIPV) consiste em células solares ou placas, que estão integradas na construção de elementos ou materiais como parte da estrutura do edifício. Desta forma, eles substituem um elemento de construção convencional, em vez de se ligar a um. Painéis Solares BIPV não apenas geraram eletricidade, eles também podem fornecer funcionalidades adicionais para o edifício. Por exemplo, eles podem fornecer proteção contra os raios do sol, isolamento térmico, proteção contra a chuva, sombreamento parcial de áreas, substituição de telhas, etc.

 

Onde pode se instalar um Sistema Fotovoltaico Integrado (BIPV)?


BIPV fornece vários benefícios quando se compara com instalações tradicionais de painéis solares. Em primeiro lugar, existem mais superfícies disponíveis para a integração dos painéis BIPV, assim você não está mais limitado às clássicas instalações nos telhados. Os painéis solares BIPV também podem ser integrados em fachadas, claraboias, grades do prédio, brises, marquises e muito mais. Um Sistema Fotovoltaico Integrado – BIPV também contribui para a estética do edifício. Por exemplo, os materiais utilizados para BIPV permitem que os arquitetos “brinquem” com a transparência e cor dos painéis solares. Quando integrado em fachadas ventiladas, claraboias ou janelas semi-transparentes, BIPV pode contribuir em manter a temperatura do edifício dentro do desejado, economizando assim muita energia com ar-condicionado ou aquecimento.


Qual é o custo de se Integrar Painéis Solares em construções?


Em geral, os Sistemas Fotovoltaicos Integrados - BIPV são mais caros do que os sistemas fotovoltaicos tradicionais utilizados para produzir energia na sua casa ou empresa. Existe uma lógica para isso, pois, o sistema BIPV tem mais funções além de produzir energia elétrica. Como a utilização de sistemas BIPV servem várias outras funções em um edifício, além de produzir energia, ele reduz o custo de uso de outros materiais que podem até mesmo ser mais caros por m².
 
Outro fator que faz com que o custo da utilização de BIPV seja mais caro que o seu painel fotovoltaico tradicional é o fato de que os painéis utilizados no BIPV são normalmente fabricados sob medida. Como aqui no Brasil ainda não existe nenhum fabricante de painéis solares capaz de fazer painéis especiais isso acaba encarecendo um pouco a produção das placas. Veja quanto custa a energia solar aqui.

 

Quais tecnologias de painel solar são usadas no BIPV?


As principais tecnologias de células solares para BIPV são células fotovoltaicas de silício cristalino ( a tecnologia mais utilizado no mundo para fabricar painéis solares), silício amorfo (filme fino) e outras tecnologias de filme-fino, como as células solares orgânicas (OPV). A célula solar de silício cristalino é a tecnologia mais madura, embora tecnologias de filme-fino estão atraindo muita atenção devido ao seu caráter flexível, facilidade de integração e uma melhor resposta a luz difusa (luz difusa é quando não temos os raios do sol atingindo diretamente a superfpicie do painel solar).
 
As células solares orgânicas são uma tecnologia relativamente nova. No entanto, existem diversas vantagens da utilização de OPV devido ao fato de ser um material leve semi-transparente, que pode ser aplicado como revestimento em superfícies curvas e sobre o vidro para se substituir vidros de fachada de prédios por exemplo. Os painéis solares OPV podem ser feitos em várias cores ou mesmo em cor neutra. Ele também tem uma sensibilidade superior a baixa intensidade de luz e é menos dependente do ângulo de incidência da luz solar, o que a torna ideal para os aspectos, tais como integração de fachada.

Quais são as perspectivas para o mercado de BIPV no Brasil?


BIPV ainda é um nicho de mercado, mas arquitetos estão começando a procurar usar elementos BIPV com mais frequência na concepção de novos edifícios públicos e de escritórios. Novos projetos conceito de edifícios de “energia zero” ajudam a impulsionar a demanda por painéis solares BIPV. Hoje a única empresa no Brasil que pode fornecer módulos fotovoltaicos orgânicos e adaptá-los para BIPV é a CSEM em Belo Horizonte Minas Gerais.


Fonte Fotos:
SolarPowerWorldOnline
G-Solar
Wikipedia 

sexta-feira, 6 de julho de 2018

Como funciona o motor 

elétrico de veículos?

Feito para economizar combustível e fazer menos poluição, os motores
elétricos de veículos ainda estão em busca de espaço no mercado e
nas indústrias

Parece muito óbvio que o século XXI pede uma demanda cada vez maior de soluções tecnológicas para diminuição de gases poluentes para a indústria automotiva – uma das soluções encontradas para a diminuição da emissão de CO2 (gás carbônico) na natureza é a criação de cada vez mais de carros com motores elétricos. Porém, quais são os benefícios para o meio ambiente e como o motor elétrico de veículos funciona?
Existem diversos tipos de motores, entre os carros híbridos – os que funcionam com o motor à combustão e outro elétrico, e os carros com motores puramente elétricos, que buscam o espaço no atual mercado e tem muito ainda a dominar e descobrir. Ao abrir o capô de um desses veículos, são descobertas diversas diferenças de peças e funcionalidades que esses veículos carregam em seus sistemas.

O funcionamento do motor elétrico de veículos

Com o funcionamento através do propulsor elétrico, o modelo de veículos com motores elétricos utiliza energia química que ficam localizadas nas baterias recarregáveis, que é convertido em energia elétrica, que por sua vez, converterá em energia mecânica, possibilitando a movimentação do veículo.
Seu motor pode ser à 220V e bem mais silencioso que o motor à combustão. O funcionamento deste tipo de veículo é feita através de um regulador que passa a quantidade correta de energia das baterias ao motor; com base na tecnologia dos dois potenciômetros que ficam ligados ao pedal do acelerador – a quantidade deve-se a uma medida de segurança do veículo.

Há veículos elétricos que a energia dura para até 80 Km, sendo que é possível recarregar o carro em uma tomada e variada de acordo com o veículo. Além disso, uma curiosidade – os carros elétricos não precisam de marchas para andar, e sim, somente as funções de aceleração e ré. É preciso apenas “ligar” o carro. A energia elétrica utilizada é medida através do medidor voltímetro.

Os veículos E-Flex

O famoso Chevrolet Volt é um exemplo de um veículo que roda de forma elétrica até 65 Km com a carga da bateria e, após isso, é preciso deixar o tanque com gasolina para acionar o gerador e continuar fornecendo a energia que o veículo precisa para funcionar. Os engenheiros da GM estão estudando a possibilidade de, nos modelos futuros, ele já aceitar etanol com gasolina para o acionamento dos extensores de autonomia do veículo. Para estes carros, são colocadas baterias de lítio e basta conectar o carro em uma tomada de 110V ou 220V.
Outra novidade dos motores elétricos são os protótipos que utilizam hidrogênio para andar, ou seja, andam através da reação química do gás. Um exemplo é visto facilmente no modelo Honda FCX, que recebe uma descarga de 220V e custa cerca de 1 milhão de reais.

Benefícios dos motores elétricos

Existem mais de 100 protótipos de veículos elétricos e eles já saíram há muito tempo dos filmes de ficção científica. Com autonomia e desempenho semelhantes aos carros à combustível, ele consegue atender às necessidades da vida moderna em grandes cidades e não poluir o meio ambiente, pois é um veículo não poluente.
O custo para manter o carro com recargas é mais baixo que utilizar o carro com abastecimento com petróleo, e o valor do veículo tende a ser mais baixo – uma vez que o motor não necessita de escapamentos, óleo, mangueiras, etc. Os motores elétricos de veículos tem a ideia central de diminuir os custos em relação aos veículos à combustível e mudar o cenário de transportes no país.
Veja como funciona o motor elétrico convencional:


domingo, 1 de julho de 2018

5 dicas para investir em imóveis




Comprar imóveis como uma forma de investimento é o que muitas pessoas sonham em fazer, mas não sabem nem por onde começar. O grande segredo desse cenário é que o novo investidor veja sempre o empreendimento como um negócio, como uma fonte de renda que lhe dê lucros.

Mas para entender o mercado imobiliário e saber como investir corretamente é preciso empenho e dedicação. Lembrando sempre que o bom investidor está disposto a correr riscos para no futuro ter retorno financeiro.

Quer investir e não sabe como? Preparamos 5 dicas para você se tornar um expert do mercado imobiliário. Confira!

1) Foque no lucro
Gerar lucro, esse é o grande objetivo de quem investe em imóveis. Portanto, é fundamental que você tenha uma visão de investidor e não apenas de comprador. O empreendimento não deve apenas lhe agradar, mas deve ser visto principalmente como um negócio.

Ultrapassar os filtros normais, que são usados quando você vai comprar algo próprio e pessoal é o grande segredo desse tipo de investimento. Lembre-se sempre: entre ser bonito e dar lucro, escolha sempre a segunda opção.

2) Planeje seu investimento
Investir em imóveis requer muita atenção ao momento do mercado imobiliário. Avaliar o cenário econômico e planejar um investimento é o caminho para o lucro. Se precipitar e arriscar demais pode comprometer os seus planos futuros e te fazer perder dinheiro.

Estudar o mercado, comparar os valores e ser comedido, agindo sempre com cautela, é o grande diferencial entre o erro e o acerto. Conhecer as necessidades dos clientes e principalmente medir a rentabilidade e liquidez pode lhe ajudar nesse caminho.

3) Compre um imóvel na planta
Se você pensa em um investimento a longo prazo, pode valer a pena investir em um imóvel na planta. Normalmente essas compras tendem a ser até 40% mais baratas do que quando o empreendimento está pronto.

A calma pela valorização, nesse caso, fará com que você possa lucrar futuramente, seja com um financiamento ou com aluguel. Para se resguardar nesse caso, fique sempre atento a reputação da construtora que é responsável pela obra e faça uma pesquisa da região onde o imóvel está sendo construído.

4) Faça parcerias
Você quer investir em um imóvel e não sabe nem por onde começar? A dica é: não arrisque sem saber o que está fazendo. É melhor dividir o valor do lucro com um especialista, do que não ter lucro nenhum e até perder dinheiro arriscando em um mercado que não se conhece.

Se for necessário contrate uma pessoa que entenda o mercado imobiliário e que conheça suas nuances. É mais fácil trabalhar em grupo, quando o investimento alto, do que correr um risco sozinho.

5) Valorize a localização do imóvel
Independente do tipo de imóvel que você quer investir, comercial ou residencial, a localização é o ponto crucial para que ele seja mais valorizado futuramente. Para ter maior liquidez aposte em um empreendimento que esteja em um bairro já estruturado e que ofereça tudo que o futuro comprador precise (lazer, segurança, transporte e serviços).

Se você estiver disposto a dar um passo maior em relação aos riscos, aposte em um bairro novo. Sempre pesquisando as possibilidades de desenvolvimento e expansão. Nesse caso, você poderá gastar menos para ganhar mais no futuro, mas é importante sempre mensurar seu custo-benefício.

Invista no BKO Citizen
Ficou disposto a investir e não sabe como? A BKO tem o imóvel ideal para você que quer ter retorno financeiro no mercado com um investimento seguro, conheça o BKO Citizen.

Um imóvel que oferece uma localização privilegiada entre os bairros Jardins e Higienópolis e a 700m da Estação Paulista. Studios de 30m² e duplex que oferecem uma infraestrutura completa de comércios, serviços e transporte. Perfeito para você investir e realizar futuras locações de curta temporada.


Edifício em Singapura é construído com uma floresta tropical dentro




Já imaginou morar e trabalhar com uma floresta tropical ao seu redor? Isso é possível no edifício Marina One, localizado no centro de Singapura.

Espaços comerciais, residenciais e de lazer rodeado por nada mais nada menos que 700 árvores, sendo que são 350 tipos de plantas e espécies arbóreas diferentes.

empreendimento chamado de “Coração Verde” possui mais de 400 mil metros quadrados de área construída e uma floresta tropical dentro, montada entre quatro prédios.

O projeto foi desenvolvido pelo escritório alemão Ingenhoven Architects, juntamente com o estúdio londrino de paisagismo Gustafson Porter + Bowman.

área verde conta com mais de 37 mil metros quadrados e o edifício residencial foi construído para abrigar 3 mil moradores. Já o complexo residencial tem mais de 175 mil metros quadrados de área total.

O edifício ganhou as certificações Green Mark Platinum e Leed Platinum de construção sustentável. Como a ventilação natural é facilitada, o espaço oferece um clima agradável e os sistemas de ventilação do empreendimento auxilia a poupar energia nos complexos.

Isso vai de encontro ao objetivo principal dessa construção, que buscou de maneira inovadora mostrar uma preocupação com as mudanças climáticas e aumento da população, que se apresenta como um grande desafio no planeta.

A sustentabilidade é um dos pilares da BKO
BKO acredita que um futuro sustentável depende do empenho de cada um de nós.
Nossas obras são avaliadas mensalmente em um programa 5D, onde dois dos seus pontos estão a qualidade e sustentabilidade.

Nossos empreendimentos seguem uma construção ecologicamente sustentável, se utilizando de madeira de reflorestamento nas obras, além de oferecer sistemas de controle de energia e água para evitar desperdícios. Esse planejamento reduz os impactos dos gases que afetam o meio ambiente.

A visão de sustentabilidade vem influenciando as pessoas na hora de tomar uma decisão de compra, cerca de 50% da população brasileira preferem marcas ligadas a sustentabilidade.

mercado imobiliário segue nesse caminho, e, os imóveis com certificações de proteção ao meio ambiente se destacam para contribuir com a proteção do planeta e chamam a atenção dos potenciais clientes.

Está em busca de um imóvel perfeito, que não agrida o meio ambiente e respeite os princípios de proteção à naturezaAcesse o site da BKO e conheça nossos empreendimentos únicos, planejados com tecnologias construtivas e responsabilidade socioambiental.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Preço do aluguel sobe pelo sexto mês consecutivo em maio




O Índice FipeZap de Locação subiu 0,13% em maio, abaixo da inflação no mês. Veja o comportamento dos preços e o valor médio do metro quadrado na sua cidade

São Paulo – O preço do aluguel de imóveis subiu pelo sexto mês consecutivo em maio. O Índice FipeZap de Locação, que acompanha o preço médio de imóveisanunciados para alugar em 15 cidades brasileiras, subiu 0,13%.
A alta foi menor que a inflação medida pelo IPCA no mês, de 0,40%. No ano, o preço de locação avança 1,90% e também supera a inflação no período, de 1,33%.
Nos últimos 12 meses, o preço da locação subiu 0,60%. Considerando a inflação acumulada de 2,85%, o índice registra queda real de 2,19% no período.
Sete das quinze cidades monitoradas pelo Índice FipeZap acompanharam o movimento de alta no preço médio do aluguel residencial em maio, com destaque para Distrito Federal (+0,94%), Belo Horizonte (+0,88%) e Recife (+0,80%). Já as cidades que registraram as maiores quedas no período foram Florianópolis (-0,89%), Niterói (-0,59%) e São Bernardo do Campo (-0,42%).
O valor médio do aluguel de imóveis nas cidades monitoradas foi de 28,50 reais por metro quadrado. São Paulo se manteve como a cidade com o maior valor médio por metro quadrado do país, de 36,64 reais. Já a cidade com o valor do aluguel mais barato por metro quadrado, de 16,15 reais, foi Goiânia.
A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para locação e a variação dos preços nas 15 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap:
CidadePreço médio do metro quadrado em maioVariação do preço em maioVariação do preço nos últimos 12 meses
São PauloR$ 36,640,13%3,13%
Rio de JaneiroR$ 31,24-0,22%-6,56%
Distrito FederalR$ 29,620,94%4,61%
SantosR$ 29,20-0,07%1,84%
RecifeR$ 25,090,80%5,70%
FlorianópolisR$ 22,77-0,82%3,05%
Porto AlegreR$ 21,180,12%-0,45%
CampinasR$ 20,91-0,15%-0,37%
NiteróiR$ 20,52-0,59%-6,25%
SalvadorR$ 20,31-0,12%4,84%
Belo HorizonteR$ 20,170,88%2,35%
São Bernardo do CampoR$ 18,65-0,42%0,44%
CuritibaR$ 17,13-0,25%3,80%
FortalezaR$ 16,260,21%-1,94%
GoiâniaR$ 16,150,46%4,94%

Retorno do investimento em imóveis

Em maio, o retorno médio para investidores que optaram por alugar seu imóvel foi de 4,40% ao ano. A taxa avalia o retorno médio que um proprietário teria em 12 meses com a locação do imóvel, sem considerar possível ganhos com valorização ou desvalorização decorrente do aumento ou da queda no preço dos imóveis no período.
A rentabilidade do aluguel é calculada por meio da divisão entre o preço médio de locação mensal e o preço médio de venda mensal. A taxa ao ano é obtida multiplicando-se o resultado por 12.
O retorno do aluguel de imóveis ficou abaixo da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. A taxa está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986.
Ou seja, há outras opções de investimentos de renda fixa mais atraentes do que o aluguel de imóveis. Os fundos imobiliários também são alternativas para quem gosta de investir em imóveis, mas busca retornos maiores.