sexta-feira, 12 de janeiro de 2018

CHINA INICIA TESTES DA PRIMEIRA RODOVIA NO MUNDO QUE CAPTA ENERGIA SOLAR



A China é considerada o maior emissor mundial de gases do efeito estufa, porém, parece que o país pretende reverter esse efeito investindo US$ 360 bilhões em energias renováveis até o ano de 2020. Um dos mais novos projetos do país é uma estrada que capta energia solar. A via terá capacidade de gerar 1 milhão de kW/h por ano.

A maior estrada solar está em construção em Jinan, capital da província de Shandong, na China. Desenvolvida pela Qilu Transportation Development Group, um quilômetro da via expressa já está funcionando para testes. A rodovia sustentável conta com uma área de 5.875 m² de painéis solares, uma estrutura com capacidade de gerar energia suficiente para 800 residências.

O chão da nova estrada conta com três camadas: a primeira camada isolante na parte inferior, no meio são painéis fotovoltaicos, que transformam a luz em energia, e por último o concreto transparente na parte superior.  O designer de projetos Zhang Hongchao, afirma que a estrada é capaz de suportar 10 vezes mais pressão do que as estradas normais de asfalto e a estimativa é que a área gere um milhão de quilowatts-hora de eletricidade em um ano.

O projeto também pretende usar a tecnologia para iluminação da rodovia, em letreiros digitais e até mesmo para um sistema de derretimento de neve. Futuramente, o projeto deverá ganhar melhorias, como por exemplo, recarga sem fio de veículos elétricos e o fornecimento de conexão com a internet.

O projeto tem tudo para ser um sucesso, apesar do alto custo. Os especialistas dizem que o valor do projeto é um dos principais empecilhos para a expansão do projeto. Cada metro quadrado da estrada tecnológica custou aproximadamente US$ 458, valor muito maior em comparação com o asfalto tradicional.

Desde o ano de 2015, países como Holanda e França têm testado projetos similares ao da China, as "estradas solares" estão chegando para mudar nosso futuro. A primeira estrada solar do mundo foi inaugurada na França em março de 2017 e na Holanda uma ciclovia solar já faz sucesso por apresentar essa tecnologia inovadora.

Segundo a última análise sobre o mercado de energia renovável divulgada pela Agência Internacional de Energia (AIE), o país asiático representa quase metade da expansão global da energia solar.  A Agência Internacional de Energia acredita que as fontes renováveis continuarão crescendo com força nos próximos anos e até 2022 a capacidade de energia renovável deverá aumentar em 43%.

Fonte: Portal Solar

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

Mercado Imobiliário Acelera Recuperação E Promete Surpreender Em 2018


O mercado imobiliário brasileiro vem se recuperando com força nesse último trimestre de 2017. Aos poucos, indicadores vêm demonstrando um crescimento neste setor impactando positivamente a economia brasileira.
Segundo o Economista Ricardo Amorim, os principais indicadores para avaliar essa recuperação são: alta dos próprios indicadores imobiliários tais como a diminuição dos estoques nas construtoras e crédito imobiliário mais acessível, a revisão de crescimento do PIB Brasileiro feita pelo FMI para o ano que vem impactando positivamente o emprego e renda e a fuga de capitais das aplicações financeiras motivadas pela queda da taxa SELIC para níveis próximos de 7% a.a em 2018.
A saúde do mercado imobiliário brasileiro foi afetada pela crise financeira dos últimos anos impactando negativamente a confiança do comprador, que esteve mais cauteloso na hora de investir ou assumir dívidas de longo prazo.
Em contrapartida, todo esse cenário, que agora está se invertendo, acabou por gerar um ciclo de oportunidades no segmento para aqueles que buscavam investir em imóveis, sobretudo na reta final desse ciclo de baixa, tornando o final de 2017 o melhor momento dos últimos tempos para comprar imóveis em condições ainda atraentes e vantajosas.
Dica: aproveite as oportunidades neste final de ano para comprar ou trocar seu imóvel. A partir do início de 2018 os índices vêm demonstrando uma recuperação da economia no geral e, por consequência, alta da demanda por imóveis e elevação de preços no setor. O estoque vem diminuindo fortemente e com isso além da diminuição de margens de descontos, o comprador poderá perder opção de escolha na tipologia do imóvel e nas melhores posições das unidades no empreendimento.
Alta dos indicadores imobiliários
Surpreendendo as previsões, os indicadores do mercado imobiliários vêm crescendo mais do que o esperado. À medida que a economia se recupera é comum identificar o crescimento gradual do mercado de forma organizada.
Comumente, a primeira reação observada é em segmentos de alto consumo tais como supermercados, comércio e serviços. Depois, itens de médio consumo – como eletrodomésticos e eletroeletrônicos. Logo em seguida, a recuperação no mercado automotivo é observada.
Neste momento, estamos vendo a reação do mercado imobiliário, que é um dos últimos setores que normalmente se recupera, ratificando a força desse novo momento econômico.
Um dos pontos indicados para esse crescimento é a baixa gradual da inflação, que caminha para baixo da meta do Banco Central. Tanto a taxa básica de juros quanto a inflação, estão diretamente ligadas ao desempenho do mercado imobiliário, sinalizando um desempenho bem melhor para 2018.

sábado, 30 de dezembro de 2017

Bitcoins já são uma realidade no mercado imobiliário


Utilizar a moeda virtual, no entanto, requer análise de risco para evitar prejuízos

A moeda digital bitcoin se valorizou cerca de 900% neste ano e passou a custar cerca de US$ 11 mil. De acordo com Ariano Cavalcanti de Paula, presidente da Rede Netimóveis, conselheiro da Câmara do Mercado Imobiliário e Sindicato das Empresas do Mercado Imobiliário de Minas Gerais - CMI/Secovi-MG e presidente da cooperativa de crédito Sicoob Secovicred, a mais famosa das criptomoedas já é uma realidade incontestável e uma prova inequívoca de que a tecnologia blockchain, que viabilizou o surgimento de todas as moedas digitais, é o que de fato interessa ao mercado. Diante disso, é certo que o uso de moedas virtuais no mercado imobiliário é viável, porém, requer análise de risco.

“O blockchain pode mudar o mercado imobiliário de algumas maneiras, como facilitar transações imobiliárias e evitar fraudes. Ele pode possibilitar que todas as informações de uma propriedade possam ser digitalmente criptografadas, contendo informações habitacionais, financeiras, legais e estruturais, e atributos físicos que mantenham todo o histórico de transações e as transmitam perpetuamente. Além disso, oferece uma ferramenta 100% inviolável, em que o remetente e o destinatário dos fundos estão logados e os ‘certificados digitais de propriedade’ estão salvos, evitando a falsificação de títulos de propriedade, por exemplo”, explica o presidente da Rede Netimóveis. 

REGULAÇÃO 

Segundo o dicionário de inglês Oxford, o termo bitcoin significa um tipo de moeda digital em que as técnicas de criptografia são usadas para regular a geração de unidades de moeda e verificar a transferência de fundos, operada independentemente de um banco central. “Por meio de um blockchain é possível transformar o imóvel num ativo líquido, conferindo-lhe maior liquidez decorrente da informação absoluta”, alerta Ariano. Diversos estudos já estão em curso neste momento, garante o executivo. Ele ressalta que outras aplicações importantes estão ocorrendo, como em contratos e registros de imóveis e contratos inteligentes de locação. 

"O Blockchain pode mudar o mercado imobiliário de algumas maneiras, como facilitar transações imobiliárias e evitar fraudes. Ele pode possibilitar que todas as informações de uma propriedade possa ser digitalmente criptografadas, contendo informações habitacionais, financeiras, legais e estruturais" - Ariano Cavalcanti de Paula, presidente da Rede Netimóveis
Com relação à bitcoin e outras moedas criptografadas, o executivo esclarece que há vários riscos que precisam ser analisados. “A lista de contestações é interminável, mas não há como negar a efetividade do sistema. O bitcoin negocia mais de 50% de todas as outras criptomoedas (que já são mais de mil) e os números não são nada modestos, pois são aproximadamente 400 mil negociações por dia, totalizando quase US$ 4 bilhões negociados diariamente mundo afora.” 

Neste sábado, a CME Group (bolsa de Chicago), a maior bolsa de derivativos do mundo, iniciará as operações de contratos futuros de bitcoins. “Esse e outros eventos prometem consolidar a posição da principal moeda digital da atualidade”, avalia. Segundo Ariano, a despeito do futuro dessas moedas, um legado é certo. “A aplicabilidade do blockchain é imensa e, possivelmente, disruptiva, alcançando praticamente todos os tipos de mercado. É recomendável prestar atenção nisso”, alerta.

Fonte Lugar Certo

quinta-feira, 28 de dezembro de 2017

Construtora de imóveis começa a aceitar bitcoin como forma pagamento


A moeda digital criptografada que tem transformado o mercado financeiro neste ano, o Bitcoin, agora pode ser usada para comprar imóveis, lotes e outros empreendimentos da Katz Construções. Com essa medida, a empresa mineira, que é responsável pela execução de projetos de alto luxo de edifícios residenciais, comerciais e de loteamentos, dentro e fora de Minas Gerais, passa a oferecer mais uma possibilidade de pagamento.
“Aceitar Bitcoin é uma oportunidade de ampliar as modalidades de pagamento para nossos clientes e ainda de acompanhar o que é tendência no mercado, mas principalmente é uma maneira de oferecer a quem investiu na moeda, a alternativa de adquirir um bem, como um apartamento, por exemplo”, destaca Athos Bernardes, diretor de Incorporação da Katz Construções.
Para Daniel Katz, presidente da construtora, a moeda virtual é ainda uma chance para os investidores adquirirem seu primeiro imóvel. “Muitos detentores de Bitcoin são jovens, alguns inclusive ainda residiam com os pais quando apostaram na criptomoeda. E agora, com os rendimentos podem comprar imóveis para morar, ou mesmo para se tornar um investidor, revendendo ou alugando o imóvel”, diz.
Ele reforça que, aceitar essa nova modalidade de pagamento, reforça a busca constante da construtora por inovação e tecnologia. “O mercado exige ousadia, adaptações e quem não acompanha as mudanças não evolui, não se mantém vivo às novas realidades. Precisamos enxergar além e acreditar”, enfatiza.
Todos os empreendimentos da construtora, incluindo os que estão localizados em outros estados, podem ser adquiridos por meio da moeda virtual. Em seu portfólio estão: o ‘Beverly Hills’, imóvel residencial de luxo localizado no bairro Vila da Serra (Nova Lima), o ‘Premier Business Center’, centro comercial em Lagoa Santa, o ‘Belmonte Bahia Beach Village’, condomínio de alto padrão no sul da Bahia e o Alameda do Araripe Haras Residence, condomínio de alto luxo localizado entre a Vila de Santo André e a Praia de Guaiú, na Costa do Descobrimento, também no sul da Bahia, que será lançado em 2018.

quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Empresas desenvolvem telha que substitui as placas solares


Unir sustentabilidade e beleza é um dos desafios do mercado de arquitetura. Por isso, com o objetivo de solucionar os “problemas estéticos” envolvendo as placas solares convencionais, as empresas italianas Area Industrie Ceramiche e REM aprimoraram a tecnologia e desenvolveram a Tegola Solare, uma telha cerâmica fotovoltaica, que se integra à estrutura da casa ou edifício.
Pelo fato de os painéis tradicionais serem grandes e pesados, eram alvo de reclamações de parte do público, que rejeitava os modelos alegando que não queria danificar a estética dos telhados, fator que impedia a disseminação da energia solar.
Feitas de cerâmica, as telhas possuem quatro células fotovoltaicas embutidas e a fiação segue embaixo do telhado para o conversor.
Segundo o fabricante, além de ser capaz de substituir os painéis para captação de luz do sol, a Tegola Solare pode gerar cerca de 3kw de energia em uma área instalada de 40m², ou seja, um telhado completo ou parcialmente coberto já poderia suprir as necessidades energéticas de uma casa facilmente. Entretanto, essas telhas ainda são mais caras do que as placas convencionais.
A Tegola Solare já faz sucesso fora do Brasil, principalmente na cidade italiana de Veneza, local onde a maioria dessas peças já foram instaladas. A Itália é um país que possui muitas casas antigas e os centros históricos têm muitas regras de preservação, logo, em algumas cidades, a colocação de painéis solares é muitas vezes proibida por lei.

Instalação

A instalação das telhas fotovoltaicas é feita normalmente, como a de qualquer outro telhado, e a área que captará a luz solar depende da necessidade do imóvel. Por isso, os fabricantes também disponibilizam o mesmo modelo em telhas comuns.
Se houver a necessidade de substituição de alguma dessas peças, o processo também é simples, devido ao aspecto modular do telhado.

Outros modelos de telhas solares

Como o mercado da arquitetura sustentável cresce cada vez mais, outras empresas pelo mundo já vinham desenvolvendo tipos de telhas solares, inclusive a própria Area Industrie Ceramiche já havia feito um modelo onde pequenos painéis fotovoltaicos eram acoplados no lado liso das peças cerâmicas. A empresa americana SRS Energy também produz uma placa em formato de telha de barro na cor azul escuro, porém, ela só é compatível com as telhas de cerâmica fabricadas por outra empresa parceira.

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

Preço do aluguel cai pelo quinto mês consecutivo em outubro


Índice FipeZap de Locação mostra que o poder para negociar preço segue na mão de quem aluga, já que houve queda real de 2,11% no mês passado
São Paulo – O preço dos imóveis para alugar caiu pelo quinto mês consecutivo em outubro. O valor médio de locação recuou 0,28% no mês, segundo o Índice FipeZap de Locação, que acompanha a variação nos valores de apartamentos anunciados em 15 cidades brasileiras.
Isso significa que o poder para negociar preço segue na mão de quem aluga. Desde o início do ano, o preço médio de locação caiu 0,64%. No entanto, a inflação acumulada em 2017, medida pelo IPCA, foi de 2,21%. Ou seja, a queda real do Índice FipeZap de Locação no período foi de 2,79%.
A queda real é registrada quando o valor de um determinado bem tem uma alta inferior ao aumento generalizado dos preços, medido por índices inflacionários, como o IPCA. Vale destacar que a variação real não é obtida com uma simples subtração. Para realizar o cálculo, é preciso dividir a oscilação dos preços pela variação da inflação.
Nos últimos 12 meses até outubro, o aluguel residencial caiu 0,77% e a queda real foi de 3,38%.
Entre as cidades monitoradas, as maiores quedas nos preços nos últimos 12 meses foram no Rio de Janeiro (-8,59%) e Campinas (-4,30%). Já entre as regiões que registraram aumento de preço, se destacam Recife (+3,82%), Distrito Federal (+3,26%) e São Bernardo do Campo (+3,15%).
Veja o comportamento dos preços de aluguel nas 15 localidades pesquisadas pelo Índice FipeZap de Locação:
CidadeVariação do preço em outubroVariação do preço nos últimos 12 meses
Goiânia1,22%Não disponível
Curitiba0,97%1,93%
Recife0,43%3,82%
São Bernardo0,27%3,15%
Salvador0,08%2,16%
Belo Horizonte-0,02%2,87%
Porto Alegre-0,03%-1,12%
Fortaleza-0,11%Não disponível
São Paulo-0,21%2,00%
Campinas-0,26%-4,30%
Santos-0,37%1,83%
Distrito Federal-0,41%3,26%
Florianópolis-0,45%Não disponível
Rio de Janeiro-1,06%-8,59%
Niteroi-1,12%Não disponível
Veja o preço médio do metro quadrado anunciado em cada cidade:
CidadePreço médio do metro quadrado em setembro, em R$
São Paulo35,60
Rio de Janeiro32,14
Distrito Federal29,68
Santos28,58
Recife24,20
Florianópolis22,20
Niteroi21,34
Porto Alegre21,15
Campinas20,58
Belo Horizonte20,12
Salvador19,68
São Bernardo18,89
Curitiba16,80
Fortaleza16,22
Goiânia15,03
O Índice FipeZap de Locação é desenvolvido em conjunto pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) e pelo site de classificados Zap Imóveis, com base em anúncios da internet. A pesquisa não incorpora no cálculo a correção dos aluguéis em contratos vigentes, cujos preços são reajustados periodicamente.
Fonte: Exame

terça-feira, 28 de novembro de 2017

Moradia popular puxa recuperação do mercado imobiliário


Entre as empresas na Bolsa, as três com unidades no Minha Casa, Minha Vida responderam por dois terços dos lançamentos e vendas no terceiro trimestre.
São Paulo – As empresas de construção que desenvolvem moradias populares, enquadradas no Minha Casa, Minha Vida, têm puxado a recuperação do mercado imobiliário.
Direcional, MRV e Tenda responderam por dois terços dos lançamentos e das vendas do terceiro trimestre entre as 11 incorporadoras listadas na Bolsa. Juntas, as três lançaram empreendimentos com valor de vendas estimado em R$ 2 bilhões, um crescimento de 55,5% na comparação anual. As vendas no período totalizaram R$ 2,1 bilhões, avanço de 23,5%.
“O protagonismo da faixa popular na recuperação acontece sobretudo por causa do crédito. Os empreendimentos mais baratos, do Minha Casa, Minha Vida, têm acesso a crédito mais em conta. Os juros altos no passado recente praticamente inviabilizavam o financiamento”, diz Pedro de Seixas, pesquisador da Fundação Getulio Vargas (FGV) e especialista em negócios imobiliários.
Em São Paulo, imóveis com preços até R$ 240 mil lideraram em quase todos os indicadores de agosto, aponta o Secovi-SP (entidade do setor). No País, dados da Abrainc (associação de incorporadoras) mostram que as vendas de imóveis novos do Minha Casa, Minha Vida até agosto somaram 41,7 mil unidades, 23,6% mais que no mesmo período de 2016. Foram 33,4 mil lançamentos, alta de 13%.
O copresidente da MRV, Eduardo Fischer, reitera a perspectiva de mais lançamentos e vendas em 2018. Ele também avalia que há boa disponibilidade de recursos para financiar a compra de imóveis com juros baixos, ao contrário do restante do mercado. “As sinalizações do governo são de que a habitação popular é prioridade.”
Já a Direcional avalia que ainda existe grande diferença no desempenho de cada ramo. Tanto o médio quanto o alto padrão sofrem com distratos, juros altos e baixa demanda. Diante disso, a companhia abandonou novos projetos nesse mercado. Mas no de moradias populares, a trajetória continua positiva.
No grupo das empresas focadas tanto no médio quanto no alto padrão – Cyrela, Even, Eztec, Gafisa, PDG, Rossi, Rodobens e Tecnisa – o resultado na Bolsa foi mais modesto. Os lançamentos atingiram R$ 1,27 bilhão, alta de 4,6%. Já as vendas subiram 42,4%, para R$ 1,39 bilhão. As incorporadoras conseguiram aumentar lançamentos e vendas no terceiro trimestre, além de diminuir o tamanho do rombo financeiro, o que sinaliza uma inflexão no mercado imobiliário após anos de crise.
Sair do vermelho, entretanto, é algo esperado só para meados de 2018, segundo empresários. Eles avaliam que o setor ainda depende de um avanço mais consistente da economia brasileira e da confiança dos consumidores para impulsionar as vendas e reduzir os estoques.
O vice-presidente de Habitação Econômica do Secovi-SP, Rodrigo Luna, ressalta que o crescimento do setor depende da volta do emprego e da retomada da renda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.
Fonte: Exame