quarta-feira, 22 de abril de 2020

Consumidores residenciais com energia solar economizam na conta de luz durante a crise




Um sistema bem dimensionado pode reduzir os gastos com a energia em até 95% nas residências 
Há atualmente milhares de consumidores brasileiros que têm conseguido economizar na conta de luz usando a energia solar. É o caso de microempresário Célio Gurgel, que mora em Fortaleza, no Ceará. Segundo ele, depois que instalou um pequeno sistema fotovoltaico no telhado de sua casa há seis meses a economia média mensal tem sido de 70% no custeio com eletricidade.
Em tempos de crise pelo qual o Brasil está passando esta é uma boa notícia. Gurgel comenta que, além da parte financeira, tem também o aspecto da sustentabilidade, uma vez que a energia solar é natural, não polui o meio ambiente e é inesgotável. O sistema na residência do microempresário foi instalado pela empresa ECO Soluções em Energia, sob coordenação de Jonas Becker, que é executivo da empresa e coordenador estadual da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), entidade que reúne as empresas e profissionais de toda cadeia produtiva do segmento solar fotovoltaico no Brasil, da geração distribuída à geração centralizada. 
Estudos indicam que um sistema de energia solar em vida útil de pelo menos 25 anos. Portanto, um sistema bem dimensionado pode reduzir os gastos com a energia em até 95% para os consumidores residenciais. Desta forma, valores que seriam destinados ao pagamento da energia podem ser destinados para outras necessidades primordiais, como alimentação, saúde e educação. 
De acordo com a ABSOLAR, desde 2012, os investimentos privados em sistemas de energia solar em residências ultrapassaram R$ 4,2 bilhões no Brasil. As moradias representam 72,6% de todos os sistemas de geração distribuída solar fotovoltaica, de um total de mais de 210 mil conexões espalhadas por mais de 81% dos municípios do Brasil.
E as notícias boas não param por aqui. O Brasil ainda tem mais de 70 linhas de financiamento para quem quer adquirir a tecnologia, com taxas de juros abaixo de 0,9% ao mês, o que ajuda na instalação. A economia na conta de energia trazida pela fonte solar já paga a parcela do financiamento. 
Trata-se de um investimento importante, uma vez que os consumidores residenciais são os que pagam os maiores valores pela energia elétrica que consomem. Neste momento, a tecnologia solar fotovoltaica tornou-se uma importante aliada ao bolso do consumidor. Também ajuda no orçamento das empresas e dos governos, os protege contra aumentos anuais das tarifas e ainda ajuda o meio ambiente e a sustentabilidade.

Fonte Portal Solar

sábado, 1 de fevereiro de 2020

Bolsonaro vai lançar programa de incentivo à energia solar




Batizado de “Pró-Sol”, em alusão ao pré-sal, presidente quer mostrar aos países estrangeiros que o Brasil vai avançar em sua política para ter uma matriz energética mais limpa 

O governo Bolsonaro está desenhando uma política de incentivos ao uso da energia solar, em resposta aos questionamentos internacionais que está recebendo. Batizado de Pró-Sol em alusão ao pré-sal, o programa vai além da renovação dos incentivos para a instalação de placas solares. 
O programa está sendo apresentado para as empresas que investem no setor de energia solar e está previsto para ser anunciado nos próximos meses. 
De acordo com o presidente, a ideia é também mostrar aos países internacionais que o Brasil tem condições de avançar neste segmento para ter uma matriz energética mais limpa e, desta forma, combater a emergência climática. A situação nessa área ficou um pouco estremecida depois das discussões que aconteceram durante o Fórum Econômico Mundial, em Davos, em relação à preservação da Amazônia.
Na noite do dia 5 de janeiro, o Presidente Jair Bolsonaro publicou um vídeo direcionado a todos os brasileiros, sobre sua posição contrária à taxação da energia solar. Segundo ele, “no que depender da Presidência da República não haverá taxação da energia solar e ponto final”.
“Ninguém fala no governo a não ser eu sobre essa questão. Não me interessa parecer de secretário, seja quem for. A intenção do governo é não taxar. Agora que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel – Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma e não tenho qualquer ingerência sobre ela. A decisão é deles, mas que fique claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto.”
E reforça: “A taxação da energia solar, no que depender do Presidente Jair Bolsonaro e de seus ministros, é não!” O presidente ainda publicou, em sua conta no Facebook, que conversou com os presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre, para garantir a tramitação de um projeto de lei em regime de urgência nas duas Casas proibindo a taxação da energia solar fotovoltaica no país.
A energia solar é uma energia elétrica não apenas limpa e renovável, mas também cada vez mais competitiva, ampliando a diversificação do suprimento elétrico do país, que hoje é demasiadamente dependente de hidrelétricas e termelétricas fósseis. Conforme aponta os especialistas do setor, “isso contribui para o alívio de nossos reservatórios hídricos e reduz a pressão para outros usos estratégicos, como suprimento humano, agricultura, irrigação e processos industriais. Adicionalmente, garante a redução do acionamento de termelétricas fósseis, mais caras e poluentes, ajudando na diminuição de custos aos consumidores e na mitigação dos impactos do aquecimento global.”
A fonte solar já apresenta um dos preços mais competitivos para a geração de energia limpa e renovável no mercado elétrico brasileiro, além de promover o alívio financeiro das famílias e o aumento da competitividade do setor produtivo no País.
Os números já impressionam, mas segundo Koloszuk ainda estão muito aquém do potencial da tecnologia e das necessidades do Brasil.

Crescimento

Nos próximos cinco anos, os projetos de energia solar fotovoltaica já contratados pelo governo federal deverão movimentar R$ 9,5 bilhões em investimentos, conforme estimativa calculada pela Greener, empresa de inteligência de mercado e desenvolvimento de projetos para o setor solar. 
A geração solar centralizada, contratada por meio de leilões de energia no Ambiente de Contratação Regulado (ACR), já soma no país 4,4 GW em capacidade instalada fotovoltaica, com metade desse volume em operação. 
De acordo com a consultoria, ainda há 1 GW em construção e mais 1,1 GW aguardando a construção. No total, os projetos solares do mercado regulado já movimentaram R$ 10,6 bilhões em investimentos no país até 2019.
Há ainda 3,2 GW de projetos solares em fase avançada de desenvolvimento no mercado livre, a maior parte dos empreendimentos está localizada nas regiões Sudeste e Centro-Oeste.
De acordo com levantamento da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), as usinas de geração centralizada solar fotovoltaica em operação no Brasil viabilizaram a geração de mais de 50 mil novos empregos locais qualificados pelo setor nas regiões onde os projetos foram implantados.
As usinas em operação geram energia elétrica limpa e renovável suficiente para suprir, segundo a Absolar, um consumo equivalente à necessidade de mais de três milhões de brasileiros.
O Brasil liderou a América Latina nos investimentos em energias renováveis, registrando US$ 6,5 bilhões em 2019, uma alta de 74% em relação ao ano anterior. Em segundo lugar, o México, registrou aumento de 17% nos investimentos para o setor, somando US$ 4,3 bilhões. 
Por sua vez, a Argentina apresentou queda de 18% nos recursos para projetos de energia limpa, totalizando US$ 2 bilhões em 2019.
Fonte: Portal Solar

sexta-feira, 10 de janeiro de 2020

Salvador terá terminal de aeroporto abastecido com energia solar





Meta do Salvador Bahia Airport é suprir 30% do consumo atual de energia do terminal de passageiros, além do seu compromisso com a sustentabilidade 

Em breve, o Salvador Bahia Airport, integrante da rede Vinci Airports, será abastecido por energia solar. Uma usina solar está sendo instalada na pista do aeroporto, tornando-se o primeiro do país a ter um terminal abastecido por sistemas fotovoltaicos. 
O total investido não foi divulgado, mas a previsão é que, quando entrar  em operação, a usina solar vai suprir mais de 30% do consumo atual do terminal de passageiros, o equivalente ao abastecimento de 3.800 casas populares Em relação à contribuição ambiental, o sistema de energia fotovoltaica vai reduzir em  30% a emissão de carbono do local, o que equivale a 690 toneladas ao ano.
“O desenvolvimento sustentável é o nosso compromisso, e orienta todas as nossas ações. Investimos em inovações tecnológicas para aprimorar nossos processos e engajar nossos colaboradores em prol da sustentabilidade”, comenta o gerente de Meio Ambiente do Salvador Bahia Airport, Rodrigo Tavares.
Um dos pontos mais importantes dos painéis solares instalados, segundo o coordenador de Instalações do aeroporto, Frederico Mascarenhas, é a tecnologia antirreflexo, diminuindo riscos de interferência com as aeronaves, além de ser capazes de suportar fortes ventos. “A previsão é que a usina entre em operação no final de fevereiro”, afirma.
Além de representar uma economia no consumo de energia elétrica do terminal, a adoção da energia solar no aeroporto baiano integra o seu compromisso com a sustentabilidade, alinhado à Air Pact, estratégia ambiental global da rede Vinci Airports. O grupo já tem outros aeroportos usando a captação de energia solar e aplicam nas suas operações, a exemplo do Nuevo Pudahuel, em Santiago no Chile.
A iniciativa também atende a um dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável do Milênio, agenda global da Organização das Nações Unidas que visa metas para ampliação do acesso a energias limpas e sustentáveis até 2030. No âmbito internacional, as ações sustentáveis realizadas pela Vinci Airports na capital da Bahia têm chamado atenção. O Salvador Bahia Airport foi reconhecido como um “aeroporto verde” durante a última assembleia do Conselho Internacional de Aeroportos – América Latina e Caribe e recebeu o certificado de acreditação de carbono.
Na região Norte e Nordeste, o aeroporto foi o primeiro a receber, em janeiro de 2019, a certificação ACA (Airport Carbon Accreditation), concedida pela organização Airport Council International (ACI) em nível 1, que avalia e reconhece os esforços de redução de gases de efeito estufa gerados pelos aeroportos. Agora, a meta é obter o nível 2 da certificação e reciclar 100% dos resíduos gerados.
Além da energia solar, o aeroporto tem realizado ações para neutralizar suas emissões de carbono e contribuir para a sustentabilidade do planeta. Entre elas estão: estabelecer uma política ambiental, adotar o conceito de Economia Circular, construir uma Estação de Tratamento de Efluentes (ETE), uma Central de Resíduos e um sistema de reuso de água, implantar um programa de gerenciamento de fauna e substituir equipamentos variados por outros mais modernos e mais eficientes.
Fonte: Portal Solar

segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Governo Federal e Congresso Nacional fecham questão em favor da energia solar fotovoltaica




Para a ABSOLAR, Projeto de Lei proposto por Jair Bolsonaro, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, beneficia o cidadão, gera empregos e acelera o crescimento do País
São Paulo, 6 de janeiro de 2020 – O anúncio nas redes sociais do presidente Jair Bolsonaro, com o apoio dos líderes do Congresso Nacional, em favor da energia solar no País, com a criação de um Projeto de Lei (PL), reflete uma união surpreendente entre os poderes Executivo e Legislativo pelo desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil.
O próprio presidente Bolsonaro afirmou ontem (domingo) que o PL é fruto de uma articulação entre o Executivo e o Legislativo, com o apoio dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Em uma das postagens, Jair Bolsonaro disse que “o presidente da Câmara colocará em votação Projeto de Lei, em regime de urgência, proibindo a taxação da energia gerada por radiação solar. O mesmo fará o presidente do Senado. Caso encerrado.”
Bolsonaro afirmou ainda, em vídeo publicado mais cedo, que, se dependesse dele, não haveria cobrança sobre a energia solar no País. “É posição do presidente da República, no que depender de nós, não haverá taxação da energia solar”, declarou. O próprio Rodrigo Maia repercutiu em suas redes o vídeo do presidente Bolsonaro e afirmou que “concordo 100% com ele (presidente Bolsonaro) e vamos trabalhar juntos no Congresso contra a taxação da energia solar.”
Recentemente, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, reconheceu a necessidade de alterações e melhorias no texto proposto pela entidade reguladora. Em entrevista recente ao site Megawhat, Pepitone afirmou que quaisquer mudanças regulatórias passariam a valer apenas para as novas conexões a partir de 2021, mantendo por 25 anos as regras vigentes para os consumidores que já investiram no sistema solar fotovoltaico.
Na avaliação de Rodrigo Sauaia, CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Projeto de Lei proposto por Jair Bolsonaro, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, beneficia o cidadão, gera empregos e acelera o crescimento do País. “Trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados, redução de custos para famílias, empresas e produtores rurais, com mais liberdade de escolha para os consumidores”, comenta.
Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, promover a energia solar fotovoltaica é medida alinhada com as melhores práticas internacionais. “No Brasil, a fonte é cada vez mais acessível à população, de todas as faixas de renda, além de ser uma locomotiva de crescimento econômico. O mercado poderá gerar cerca 672 mil novos empregos aos brasileiros na microgeração e minigeração distribuída até 2035, com a manutenção das regras atuais”, conclui.

Fonte Portal Solar

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Hospital São Francisco de Assis vai economizar mais de R$ 19 mil por ano com usina de energia solar





Instituição fica na cidade de Parobé, na região do Vale do Rio do Sinos, no Rio Grande do Sul, e terá sistema fotovoltaico instalado por meio de um contrato com a RGE Sul
O Hospital São Francisco de Assis, da cidade de Parobé, na região do Vale do Rio do Sinos, no Rio Grande do Sul, decidiu instalar uma usina de energia solar fotovoltaica no empreendimento. Com essa ideia, pretende economizar R$ 19 mil por ano em sua conta de energia elétrica.
“A usina terá capacidade para gerar 50 MWh por ano, o equivalente a 5% de todo o consumo de energia da instituição”, afirma Odair Deters, coordenador do Programa de Eficiência Energética da RGE. A RGE Sul será a concessionária responsável pela análise da instalação, com o objetivo de avaliar os resultados e realizar os devidos ajustes necessários.
A usina deve entrar em operação dentro de algumas semanas e terá um sistema com capacidade instalada de 39 kWp (quilo-watt pico). Para que todo o processo de instalação da usina seja realizado foi necessário reformar o telhado do Hospital, para que a nova estrutura aguentasse a instalação das placas fotovoltaicas.
O Hospital decidiu ainda trocar as lâmpadas do sistema de iluminação interna, colocando lâmpadas LED que são até 80% mais econômicas que as antigas e têm vida útil de cerca de 25 mil horas. “Este é o objetivo desta ação do Programa de Eficiência Energética: modernizar o cenário energético do hospital”, destaca Deters.
Para realizar todo esse processo foram investidos R$ 189,3 mil, sem considerar a reforma no telhado, além de 171 lâmpadas, que foram substituídas pela tecnologia LED, no prédio da instituição, investimento esse realizado por meio de um contrato com a RGE Sul.
“Esta instituição presta um serviço de extrema importância à região. Para a RGE é gratificante poder contribuir para a melhoria na qualidade do serviço prestado à comunidade de Parobé e da região, que são atendidas pelo hospital. Com a economia gerada, a instituição terá a possibilidade de investir parte da verba que antes era destinada à conta de luz para outros setores e outras necessidades internas”, comenta Elisandra Castro, consultora de Negócios da RGE.
Desde sua criação, o Hospital São Francisco de Assis tem profundas raízes na solidariedade da comunidade de Parobé. Atualmente, conta com uma estrutura de 99 leitos, distribuídas nas áreas de internação clínica, pediatria, obstetrícia e clínica cirúrgica. Atende não somente os munícipes de Parobé, como também os demais da região 6 da 1ª Coordenadoria Regional de Saúde, além de Araricá e de outros municípios do entorno. Os recursos para custeio do hospital são oriundos do Sistema Único de Saúde.
Em 2013, o HSFA conquistou seu Certificado de Filantropia – CEBAS, um importante marco para a história do hospital. Em 2014, iniciou um grande projeto de modernização do hospital, com remodelação toda da fachada, recepção, acolhimento e instalação de uma cafeteria.
Após um período de 8 anos sob administração do município de Parobé, em 2016 a gestão da entidade foi devolvida à Associação Beneficente de Parobé.
Fonte : Portal Solar

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Casa movida à energia solar reduzirá mais de R$ 4 mil anuais em conta de energia no Rio Grande do Sul






Com instalação da Elysia, residência é exemplo de sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente, com energia 100% limpa
Uma residência, no bairro São Lucas, em Viamão, Rio Grande do Sul, está chamando a atenção devido a sua sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente. A casa passou a contar com sistema fotovoltaico, utilizando como fonte a luminosidade do Sol para gerar sua própria energia de forma limpa e renovável. Além da contribuição com o meio ambiente, a previsão é que os moradores economizem, no período de um ano, R$ 4,2 mil na conta de luz – o que equivale a uma redução média mensal de R$ 350.
Essa projeção é da Elysia, responsável pela instalação do sistema, com dez painéis solares e um inversor solar. Esses equipamentos têm capacidade de geração mensal média de 388 kWh, o suficiente para suprir 100% da demanda dos moradores, tornando-se autossustentáveis em termos de consumo de energia elétrica.
O benefício econômico já pode ser sentido na conta de luz posterior à homologação do sistema fotovoltaico junto à concessionária, serviço que também é contemplado pelo pacote completo da Elysia.
Mas as vantagens vão além da contribuição financeiro. Sem agredir os recursos naturais do planeta, os moradores dão um exemplo de cuidado e zelo pelas próximas gerações, que, com a expansão da energia limpa, poderão habitar um mundo menos poluído e mais sustentável. Segundo estimativa da Elysia, após um ano de operação do sistema, a residência deixará de emitir 2.470 kg de CO2 na atmosfera – uma grande contribuição ao meio ambiente.
Segundo o diretor comercial da Elysia, Luccas Priotto, a energia solar residencial é um investimento altamente atrativo para quem pensa em um retorno de médio e longo prazo. “Dependendo do tamanho do sistema fotovoltaico instalado, o payback [retorno do investimento] pode ocorrer em cerca de cinco anos. Mas também há outros aspetos que devem ser levados em conta, como, por exemplo, a valorização que o imóvel receberá com a instalação de um sistema de geração de energia solar. Sem falar no benefício ambiental que essa tecnologia oferece, um aspecto que é bastante valorizado por quem opta pela energia solar”, analisa Priotto.
Ao contratar os serviços da Elysia, sua equipe de engenheiros faz uma ou mais visitas técnicas ao local, com o objetivo de conhecer detalhadamente o espaço onde será instalado o sistema. Depois de todas as informações apuradas, chega o momento dos engenheiros se debruçarem sobre o projeto do sistema, que é idealizado com foco na maximização do desempenho para aproveitar cada raio de sol incidente sobre a residência.
Juntamente com a instalação, ocorre o processo de regularização do sistema junto à concessionária de energia da região. Trata-se de um trâmite burocrático, pelo qual a empresa se responsabiliza de forma integral. Após a entrega e a entrada em operação do sistema, a relação com o consumidor não termina – pelo contrário. Inicia-se uma parceria que seguirá até o fim da vida útil do sistema fotovoltaico. Entra em campo, neste momento, a equipe de suporte da Elysia, que monitora regularmente como está o desempenho do sistema fotovoltaico. Este acompanhamento, inclusive, pode ser feito pelos próprios proprietários do imóvel, por meio de um aplicativo.
A empresa já conta com mais de 300 instalações finalizadas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Sua equipe técnica possui todos os certificados regulamentares exigidos pelas normativas federais. Isso torna a instalação segura e com garantia de qualidade. Já são mais de 8 mil horas de instalação e quase R$ 2 milhões economizados em conta de luz.

 Fonte Portal Solar

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Gree lança novo ar-condicionado fotovoltaico no Brasil




Produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência
A Gree, multinacional chinesa, amplia sua linha de ar-condicionado fotovoltaico, com o lançamento do GMV-Solar. O produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência. O objetivo é atender crescente demanda por esses equipamentos que geram economia de energia.
O GMV–Solar utiliza tecnologia fotovoltaica associada a um sistema inteligente que combina redução do consumo de eletricidade. A novidade está no sistema de controle GREE-IEMS, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado.
O equipamento é compacto e silencioso, podendo ser utilizado em residências, fábricas e grandes edifícios. Apesar dessa fonte de energia ainda ocupar pouco espaço no Brasil, até mesmo pequenas e microempresas gostariam de contar com as soluções fotovoltaicas como uma alternativa para o negócio.
Segundo pesquisa realizada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade, em parceria com a Fundação Seade e ABSOLAR, associação que representa o setor no país, 60% destas empresas pretendem investir em fontes renováveis e 47,5% veem nos sistemas fotovoltaicos a melhor alternativa para gerar energia limpa.
A multinacional percebeu esta oportunidade. Alex Chen, Diretor Comercial da Gree no Brasil, acreditou no potencial de expansão da demanda por condicionadores de ar fotovoltaicos no País, principalmente pela necessidade em melhorar a eficiência energética e preservação do meio ambiente, em tempos de aquecimento global. “Trazer o GMV-Solar ao mercado brasileiro é um novo começo para a tecnologia de economia de energia e queremos levar este aparelho para todos os cantos do País”, afirma Chen.
A tecnologia fotovoltaica para condicionadores de ar é desenvolvida pela multinacional desde 2013. “Temos investido continuamente em P&D para desenvolver e disponibilizar para o Brasil tecnologias avançadas em aparelhos fotovoltaicos com maior eficiência energética. É um momento muito importante para a empresa”, finaliza Chen.
A energia fotovoltaica de sistemas convencionais é fornecida diretamente para a rede concessionária via inversores Grid-tie ao mesmo tempo que o equipamento também consome da concessionária e, no final do mês, a conta é recompensada através de créditos pelo balanço entre consumo e geração. Porém, todo esse processo com conversão de correntes acarreta perdas de até 8% na eficiência. Já o GMV recebe diretamente energia gerada pelos painéis solares e numa fração de segundo decide para onde vai direcioná-la. Esse processo garante uma eficiência de até 99,04% na conversão entre geração fotovoltaica e alimentação do compressor.
O ar-condicionado tem um sistema de controle, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado. A energia solar produzida pelo sistema fotovoltaico é igual a consumida pelo ar-condicionado, ou seja, não consome energia elétrica da concessionária.
Com 11 fábricas no mundo, incluindo uma no Brasil, a Gree é considerada a multinacional que mais investe em Pesquisa & Desenvolvimento na China, contando globalmente com mais de 10 mil engenheiros, 12 institutos de pesquisas, 72 centros de pesquisas, mais de 727 laboratórios, além de 35.635 patentes de tecnologia, incluindo 16.044 patentes de invenção.
Fonte Portal Solar