terça-feira, 14 de maio de 2019

Laudo de avaliação: conheça o documento que determina valor do imóvel



Análise técnica feita por especialistas é mais utilizada em disputas judiciais em que é necessário saber quanto custa o bem

Quem vende ou compra um imóvel usa como base para negociação o preço de mercado, sem necessidade da avaliação de um engenheiro, por exemplo. Mas é possível também fazer um laudo de avaliação técnica do imóvel, contratando empresas especializadas.
Esse tipo de serviço é mais usado quando o bem está inserido em ação judicial ou para contratação de seguros. O perito avaliador deve seguir regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de analisar a situação mercadológica do imóvel. Ou seja, vai avaliar as característicasarquitetônicas e comparar a imóveis do mesmo tipo, construídos na mesma época e localização.
“No trabalho constam descrição e documentação fotográfica do imóvel avaliado, metodologia, pesquisa de elementos realizada na região, cálculos para obtenção do valor de venda, grau de precisão e fundamentação”, explica a engenheira civil Thais Silveira, sócia da empresa PERIM – Perícias e Avaliações Imobiliárias.
“O laudo é feito por um ou mais profissionais regularmente inscritos no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), se engenheiro, ou de Arquitetura e Urbanismo (CAU), se arquiteto”, afirma Matheus Silva Pereira, sócio da Perfectum Serviços de Engenharia Ltda, também especializada na área.
O laudo de avaliação serve como prova técnica de valor. É exigido nos processos judiciais envolvendo valores controversos, como em ações para revisão de contratos de locação. “Também nos casos incorporação, fusão, cisão, dissolução de sociedades ou ajustes de avaliação patrimonial”, detalha Pereira.
A engenheira Thais Silveira diz que, no laudo, várias questões técnicas são observadas por profissionais da área de construção, que poderiam passar despercebidas por outras pessoas.
Segundo ela, o custo do documento varia de acordo com o caso. “Os honorários podem ser determinados pelo regulamento do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia em função do tempo despendido, capacidade técnica do profissional e localização do imóvel”.
Fonte: ZAP em Casa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Renault e MRV Engenharia firmam parceria para promover utilização da energia solar no País


Acordo pretende incentivar a mobilidade elétrica compartilhada em condomínios com geração fotovoltaica
Uma alternativa sustentável aos meios de transporte do dia a dia, que incentive a utilização compartilhada de veículos elétricos entre moradores de um condomínio totalmente abastecido por energia solar. Uma parceria recém-anunciada entre a MRV Engenharia e a Renault do Brasil irá colocar em prática este projeto ambicioso em Minas Gerais.
O anúncio desta parceria ocorreu no fim do ano passado, durante o Salão do Automóvel, quando as empresas se uniram para efetivar uma ação de mobilidade compartilhada. Desde janeiro deste ano, dois veículos elétricos Renault Zoe estão à disposição de moradores do Spazio Parthenon, em Belo Horizonte, empreendimento da MRV totalmente abastecido por energia solar.
Primeiramente o projeto irá funcionar em duas etapas. Na primeira os carros elétricos ficam à disposição por um período de três meses, para que os moradores, de forma compartilhada, possam utilizá-los como uma alternativa aos meios de transporte diários.
Vale destacar que, para usar os veículos, basta fazer um agendamento por meio do aplicativo Renault Mobility, testado pela primeira vez com o público externo no Brasil.
O automóvel deverá ser recarregado dentro do próprio condomínio, por meio de energia elétrica limpa e renovável, gerada pelas placas fotovoltaicas instaladas no Spazio Pathernon. O objetivo desta iniciativa é promover a democratização da energia elétrica solar e o compartilhamento de veículos elétricos no segmento econômico.
Por isso, durante o período de teste será observado o perfil de utilização, faixa etária do público interessado no uso, principais destinos, horários de utilização, tempo médio por reserva, nível de satisfação, entre outros dados, que serão utilizados futuramente para verificar a viabilidade não apenas econômica, mas social e ambiental do projeto. A ideia é que, após o período de testes na capital mineira. o projeto siga para outro empreendimento no estado de São Paulo.


quarta-feira, 30 de janeiro de 2019

Mogi Mirim será primeira cidade do Brasil a implantar energia solar no tratamento de esgoto urbano



Placas fotovoltaicas devem produzir 40% da energia necessária para o tratamento de esgoto da cidade.

 Previsão é de que sistema entre em funcionamento 

a partir de fevereiro.


A cidade de Mogi Mirim (SP) está prestes a se tornar o 
primeiro município do país a implantar o sistema de 
energia fotovoltaica – que utiliza a radiação direta do sol 
para gerar energia elétrica – nas operações de 
tratamento de esgoto doméstico, segundo a Sabesp
. A previsão de início 
das operações do sistema de energia solar é na primeira 
quinzena de fevereiro.
O sistema funcionará através de 1.073 placas fotovoltaicas 
com potência de 402,375 kWp instaladas nos telhados 
dos prédios, no entorno da estação e na cobertura para os 
carros no estacionamento do prédio da concessionária 
Serviços de Saneamento de Mogi Mirim (SESAMM), no 
sistema de Carport.
O projeto foi viabilizado pela SESAMM, 
concessionária responsável pelo saneamento da 
cidade. De acordo com o presidente da empresa, Carlos 
Roberto Ferreira, apesar de a obra ter sido iniciada há 
cerca de quatro meses, os estudos para implantação do 
sistema fotovoltaico já são feitos há anos e são uma 
forma de melhoramento.
"Em Ribeirão Preto (SP) já existe uma outra 
estação de tratamento de esgoto onde é gerada energia 
através do 
biogás, resultado do próprio processo de tratamento".
"Em Mogi Mirim buscamos uma outra alternativa. Como 
temos uma área grande de talude no terreno da estação, 
isso viabilizou a instalação dos painéis solares", explica.
Atualmente a Estação de Tratamento de Esgoto de Mogi 
Mirim trata 150 litros por segundo de esgoto, com um 
consumo total de energia de 1,72 Megawatts por ano. 
Com a instalação das placas fotovoltaicas, 40% do 
suprimento energético da estação será provido pela energia
solar.
Apesar disso, o presidente ressalta que esse percentual 
pode variar em determinadas épocas do ano, já que a 
incidência de luz solar pode aumentar ou diminuir 
dependendo da estação. 
Ele também garante que independente da 
instalação das placas solares, não haverá mudança na 
tarifa de água e esgoto repassada para a população.
"O contrato de concessão prevê uma série de obras 
obrigatórias, mas esse projeto é uma melhoria 
operacional, ele não faz parte do contrato de concessão"

"É como se estivéssemos comprando um equipamento 
para melhorar a performance do processo. Isso não vai 
interferir na tarifa", garante.
Os módulos irão ocupar uma área de 2.124,54m², 
produzindo cerca de 606MWh por ano – energia suficiente 
para abastecer 370 unidades habitacionais.
O projeto tem custo total de R$ 1,7 milhões e 
cumpre as determinações da Resolução Normativa 482/687 
da Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), que 
estabelece os critérios para micro e minigeração de energia.

Como funciona a geração de energia solar?

A energia solar é considerada uma das mais sustentáveis e 
limpas por não possuir partes móveis, não produzir 
poluição sonora através de ruídos, baixa manutenção e 
instalação rápida e simples, além de não emitir gases de 
nenhum tipo durante a operação.
De forma simplificada, um sistema de produção de energia 
elétrica através de placas solares funciona captando a 
radiação solar – por isso a importância da instalação das 
placas em locais abertos, sem interferência de sombras 
– e transformando essa radiação em energia elétrica.



quinta-feira, 24 de janeiro de 2019

EMTU instala placas de energia solar em pontos de ônibus



Recurso está sendo utilizado na região metropolitana de Campinas

A EMTU (Empresa Metropolitana de Transortes Urbanos) instalou em outubro placas de captação de energia solar em pontos de parada de ônibus do Corredor Biléo Soares, na região metropolitana de Campinas, no interior de São Paulo.
Ao todo, 14 paradas já receberam as placas de captação, de um total de 20 pontos que estarão concluídos até o final do ano nos municípios de Americana e Santa Bárbara D’Oeste, segundo a EMTU.
“As placas de captação de energia solar são conectadas com a rede de energia da CPFL, gerando para o Estado um crédito em energia que pode ser utilizado nas próprias paradas e também em outros equipamentos metropolitanos. Pioneira na implantação dessa tecnologia no sistema de ônibus no Estado de São Paulo, a EMTU/SP pretende estender a novidade a outros empreendimentos sob sua responsabilidade.”
O custo estimado é de R$ 6,7 mil por ponto de parada e o investimento tem expectativa de ser recuperado em até três anos e um mês. Produzidas pela empresa WEG, as placas utilizaram tecnologia nacional e estrangeira, uma vez que a Sede da Weg é no Brasil e alguns de seus produtos são fabricados na China.
Como funciona o sistema
Os estudos para a implantação dessa nova tecnologia começaram há três anos e os primeiros testes ocorreram no primeiro semestre de 2018, segundo a EMTU. O engenheiro elétrico da empresa, Carlos Alberto Pinto Coelho, explica que o sistema é semelhante ao utilizado em residências.
As placas captam e transformam a energia solar em eletricidade. Após a conversão em energia elétrica, é injetada na rede da CPFL. As medições de geração são feitas e acompanhadas diariamente. A CPFL, por sua vez reenvia essa energia de volta à EMTU e todos os créditos excedentes podem ser utilizados tanto nas paradas de ônibus como em outros equipamentos da empresa. “Hoje produzimos mais energia do que utilizamos, e isso de forma gratuita”, relatou.
ÔNIBUS
Em até dois meses, o sistema de ônibus da capital paulista terá ao menos 15 veículos movidos à eletricidade gerada a partir de energia solar.
O primeiro ônibus totalmente elétrico, com tecnologia brasileira e baterias alimentadas por energia solar, já completou 80 mil quilômetros rodados neste mês de agosto. O projeto do veículo, chamado eBus, foi desenvolvido pelo Grupo de Pesquisa Estratégica em Energia Solar da UFSC (Universidade Federal de Santa Catarina), em parceria com empresas do setor.
A operação do eBus teve início em dezembro de 2016, em Santa Catarina, no trajeto de 25,3 quilômetros entre dois campus da UFSC, no Sapiens Parque, em Canasvieiras, no norte da ilha, e o Campus Central.
Inicialmente, foram feitas quatro viagens que somavam pouco mais de 200 quilômetros por dia. A recarga das baterias é feita no laboratório da UFSC, no Sapiens Parque.
Jessica Marques para o Diário do Transporte

Novos pontos de ônibus são instalados em Suzano com placas de energia solar



Serão dez estruturas com eletricidade para iluminação em Palmeiras e na Casa Branca; além disso, abrigos na área central recebem painéis com informações sobre linhas e itinerários
A Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana de Suzano realiza um trabalho para melhorar a qualidade, a segurança e a visibilidade em pontos de ônibus. A ação envolve a recuperação de abrigos na região central e a implantação de mais dez novos para linhas municipais no distrito de Palmeiras e na região da Casa Branca, incluindo o uso de painéis solares e baterias para garantir iluminação desses locais. Os dois primeiros pontos foram instalados na região da Vila Fátima.
O objetivo com as placas de energia fotovoltaica é proporcionar uma fonte de eletricidade limpa e acessível, auxiliando na visibilidade do abrigo e do entorno, aumentando a segurança e inibindo a ocorrência de casos de vandalismo. Segundo a pasta, os dispositivos contam com alertas para risco de choque elétrico e um sistema de alarme que impede que sejam retirados, além de um número de telefone para contato em caso de dano, problema ou depredação.
Já na região central da cidade, cinco abrigos são revitalizados na avenida Antônio Marques Figueira, avenida Paulo Portela, rua Tiradentes e rua Baruel. Foram instalados painéis constando informações sobre pontos de parada nas imediações, vias e linhas do transporte público coletivo – ônibus e vans – que atendem o local.
Segundo o secretário municipal de Transporte e Mobilidade Urbana, Claudinei Galo, o processo de recuperação dos abrigos é contínuo, assim como serão graduais a implantação de novos pontos e a modernização de outros na área urbana da cidade. “O trabalho realizado por toda a equipe permite projetar um novo panorama para quem utiliza o transporte público”, afirmou.
Além desta, outra ação realizada em pontos de parada foi a adesivagem de painéis com fotos da cidade que fizeram parte da etapa final e da mostra do concurso fotográfico “Lentes sobre Suzano – Patrimônio Cultural”, promovido no primeiro semestre de 2018. O projeto, denominado Descubra Suzano, é executado pelas Secretarias Municipais de Cultura, de Transporte e Mobilidade Urbana e de Comunicação Pública e ainda pela Radial Transporte, empresa que opera nas linhas municipais de ônibus e que fez a doação de todo o material.

TRANSPORTE COLETIVO DE SP PRESTES A RECEBER VEÍCULOS MOVIDOS A ENERGIA SOLAR




O sistema de ônibus de São Paulo terá, pelo menos, 15 veículos movidos à eletricidade gerada por energia solar. E a carga para abastecer os veículos sairá de Araçatuba. Assim, a energia solar beneficia não só o transporte coletivo, como diversos setores da sociedade.
Na última semana, o prefeito em exercício e presidente da Câmara Municipal, Milton Leite, e secretários da gestão do prefeito Bruno Covas estiveram na planta da empresa BYD, produtora de ônibus elétricos e de placas de energia fotovoltaicas, em Campinas (SP).
Durante a reunião, Milton Leite disse ao Diário do Transporte que a BYD comprou uma fazenda em Araçatuba, que fará a geração de energia elétrica por meio de placas de captação da luz solar para abastecer os veículos.
Esta energia, totalmente limpa, será disponibilizada ao Operador Nacional do Sistema, o que vai gerar crédito para abater do consumo da cidade de São Paulo.
“É um grande avanço porque há um ciclo completo. A geração de eletricidade é totalmente limpa, por meio da energia solar. O sistema estará livre das oscilações de fornecimento e das bandeiras tarifárias que encarecem a energia. O custo será mais baixo para o transporte coletivo” – disse Leite ao Diário.

IMPLEMENTAÇÃO

Entre esta e a outra semana, segundo Milton Leite, a Secretaria de Municipal de Mobilidade e Transportes e a SPTrans – São Paulo Transporte vão definir a garagem de uma das empresas do sistema que vão receber estes primeiros 15 ônibus.
Nas garagens, será necessária apenas a estrutura de recarga dos ônibus, que também será fornecida pela BYD.
“Também será necessária uma subestação na garagem ligada ao Operador do Sistema, que vai consumir o crédito gerado em Araçatuba. A subestação ligada ao Sistema Nacional de Energia vai evitar que a garagem fique desabastecida e sofra com oscilações e quedas de energia que possam vir a prejudicar o carregamento das baterias dos ônibus”, explica a reportagem.

CUSTO

Conforme a prefeitura informa, os custos com os ônibus elétricos serão iguais ou menores que o gasto com o diesel. Porém, de forma natural.
“Fixamos um limitador. Os custos máximos da locação destas baterias [dos ônibus] que vão ser fornecidas junto com os chassis e as carrocerias não podem ser maiores do que a cidade já gasta com óleo diesel. Vai ser estipulado um teto de acordo com o que já pagamos com o diesel. Assim, os combustíveis fósseis estarão sendo gradativamente eliminados para que tenhamos um transporte sem emissões” – disse.
Desde janeiro deste ano, foi sancionada a lei 16.802 que estipula novas metas de redução de poluição pelos ônibus municipais.
As reduções de emissões de poluição pelos ônibus de São Paulo devem ser de acordo com o tipo de poluente. Conforme prazos de 10 anos e 20 anos.
Em 10 anos, as reduções de CO2 (gás carbônico) devem ser de 50% e de 100%, em 20 anos. Já as reduções de MP (materiais particulados) devem ser de 90%, em 10 anos, e de 95%, em 20 anos. As emissões de Óxidos de Nitrogênio devem ser de 80%, em 10 anos, e de 95%, em 20 anos.
As metas devem estar nos editais de licitação do sistema de ônibus da cidade, que estão barrados pelo TCM – Tribunal de Contas do Município. (Com informações do Diário dos Transportes).

As informações são do SBT Notícia.

terça-feira, 15 de janeiro de 2019

China transforma mina de carvão destruída em fazenda solar flutuante





Demanda global por geração fotovoltaica em espelhos d’água foi avaliada em US$ 106,85 milhões no ano passado e deve contabilizar US$ 584,27 milhões até 2024
A China acaba de dar um dos passos mais significativos no combate a poluição no país. O governo chinês inaugurou a maior usina de energia solar flutuante do mundo, construída numa área alagada de uma antiga mina de carvão destruída.
Com 70 megawatts (MW) de potência instalada, o empreendimento abrange mais de 63 hectares da área inundada e vai fornecer energia limpa e sustentável para cerca de 21 mil residências no país. Especialistas acreditam que a China, que autodeclarou guerra à poluição em 2014, pretende reorganizar o panorama energético mundial.
Prova disso é que o projeto na mina de carvão chamou atenção das grandes corporações e despertou o interesse de outras nações ao redor do mundo, a ponto de provocar uma série de lançamentos de produtos inovadores e adaptados para melhorar a eficiência de usinas de energia solar flutuante, inclusive no Brasil.
O plano da China é aproveitar várias minas de carvão abandonada e impactadas e construir dezenas e até centenas de fazendas solares flutuantes de 1 gigawatt (GW). A proposta por trás desses projetos sugere que não apenas os chineses estão assumindo a liderança em energias renováveis, mas estão indo além da velocidade, eficiência e produção em massa, tornando-se um centro de inovação em tecnologias de energia verde.
A demanda global por mercado de usinas solares flutuantes foi avaliada em US$ 106,85 milhões no ano passado e deve contabilizar US$ 584,27 milhões até 2024, com uma taxa de crescimento composta estimada em 28,0% de 2019 a 2024.
Atualmente, a China não apenas se destaca como o maior mercado de energia solar em todo o mundo, após adicionar 34 GW de energia em 2016 – duas vezes a quantidade instalada nos EUA – mas também consolidou sua posição como líder mundial em energia renovável.
Com investimentos crescentes, a China dependerá em grande parte de usinas solares flutuantes para alcançar as suas metas de energia renovável e emissões de GEE. Aprovado com uma pipeline relativamente poderosa no que diz respeito à implantação de energia solar, estima-se que o mercado de painéis solares flutuantes da China tenha uma taxa de crescimento de mais de 30% entre 2019 e 2024.
Fonte : Portal Solar