sexta-feira, 31 de outubro de 2014

Casal fatura mais de US$ 2 milhões com imóveis em Miami

Casal prospera com corretora multinacional que vende e aluga propriedades nos Estados Unidos para brasileiros.
Orlando e Miami há muito tempo estão entre os destinos turísticos mais visitados pelos brasileiros, mas as reviravoltas da economia mundial nos últimos anos levaram muita gente a criar vínculos mais permanentes com o sul dos Estados Unidos, adquirindo imóveis na região.
A combinação da crise do mercado imobiliário norte-americano a partir de 2008, que derrubou os preços por lá, e o boom dos preços do setor no Brasil no mesmo período, fez com que muitos brasileiros passassem a investir em imóveis
Mesmo sem ter nenhuma experiência no ramo (Edna é formada em direito e seu marido trabalhava no setor de câmbio), o casal topou o desafio. “Por ser advogada, eu tinha facilidade nesta parte de legislação, e a parte do trabalho de corretor nós aprendemos com eles, que já tinham muita experiência nesta área”, revela.
A parceria deu tão certo que, após alguns anos, o casal tinha tantos clientes próprios que não estava mais dando conta de auxiliar a corretora local. Foi então que, em 2004, os dois decidiram montar o seu próprio negócio. Inicialmente, a maior parte dos clientes da empresa eram norte-americanos, mas Edna e Helio sempre mantiveram o foco no Brasil.
“No começo, o mercado brasileiro era muito fechado e nossos clientes brasileiros eram apenas gente da classe média alta. Nos últimos anos, porém, a classe média também passou a viajar para Miami e Orlando, pois são destinos mais baratos do que dentro do próprio Brasil. Além disso, o custo de um pequeno apartamento em São Paulo hoje é o mesmo de uma casa de quatro quartos em Orlando, então as pessoas ficam atraídas mesmo”, explica Edna.
O sucesso do negócio levou o casal a abrir um escritório em São Paulo em 2012. Desde então, o volume de negócios com brasileiros cresceu cerca de 50%. Agora, eles pensam em inaugurar novas unidades em Belo Horizonte e Rio de Janeiro, e talvez até transformar a Vitoria Realty em uma franquia.
“Ter um escritório no Brasil ajuda bastante. As pessoas são muito desconfiadas, e falar com o vendedor pessoalmente passa maior credibilidade. Este ano devemos negociar US$ 16 milhões em empreendimentos. Aos poucos, os brasileiros estão percebendo que os imóveis em Orlando e Miami são muito mais acessíveis do que eles imaginavam”, finaliza Edna.
na Flórida. Aproveitando essa oportunidade, o casal Edna e Helio Batini montou a Vitoria Realty, corretora especializada em alugar e vender imóveis para brasileiros em Orlando e Miami que faturou mais de US$ 2 milhões em 2014.
O grande trunfo do casal foi detectar essa tendência muito antes de ela se tornar uma verdadeira febre por aqui. A Vitoria Realty foi criada em 2004, depois que Edna e Helio entraram no mercado imobiliário norte-americano quase por acaso ao se mudarem para Orlando, há 18 anos. “Compramos duas casas, uma para nós e outra para meu pai passar as férias por lá. Porém, no restante do ano este imóvel ficava sem uso, e fomos procurados por uma empresa de lá para alugá-lo. Ao mesmo tempo, eles viram que a gente tinha contato na América Latina e nos convidaram para assessorá-los”, lembra Edna.
Fonte: Economia

Corretor de imóveis um profissional


sexta-feira, 17 de outubro de 2014

Subsidio da Caixa

Como funciona o subsídio da Caixa e quem tem direito?


Veja a explicação do que é e como funciona o subsídio complemento para financiamentos habitacionais para pessoas de baixa renda no programa Minha Casa Minha Vida.
Fazer o financiamento da casa própria nunca esteve tão fácil como agora, isto porque o governo vem criando alternativas bastante atraentes para quem não tem dinheiro para comprar uma casa ou apartamento a vista ou não pode arcar com uma prestação muito alta. Para isso o programa Minha Casa Minha Vida introduziu alguns elementos que barateou o valor da prestação tornando-a acessível a milhares de pessoas. Entre esses elementos estão a taxa de juros reduzidas e o subsídio.

O que é o subsídio?

É um valor que o governo dá para pessoas com baixa renda e que é usado para diminuir o valor financiado. Imagine uma casa no valor de R$ 150.000,00 e uma pessoa de baixa renda para comprá-la. Se for feito o financiamento comum, o valor da prestação ficaria muito alto, então o governo oferece um subsídio de R$ 25.000,00 (isto é apenas um exemplo), assim o valor a ser financiado não é mais R$ 150.000,00 e sim R$ 125.000,00.

Quem tem direito ao subsídio do governo

Famílias de baixa renda. Contudo é preciso avaliar que o subsídio não é o mesmo para todas as pessoas, tudo dependerá da renda de cada família. Fiz algumas simulações no site da Caixa com um imóvel no valor de R$ 150.000,00 na cidade de São Paulo, oferecendo rendas diferentes. Veja o resultado:

Renda familiar de R$ 1.500,00

valor subsidio renda 1500
Neste caso o valor do subsídio chega a R$ 25.000,00, algo bastante significativo. O valor da prestação neste vaso foi simulada em R$ 450,00

Renda familiar de R$ 2.200,00

valor subsidio renda 2200
Aqui e com a renda de R$ 2.200,00 o valor do subsídio já cai para pouco mais de 13 mil e o valor da prestação fica em torno de R$ 659,99.

Renda familiar de R$ 3.500,00

valor subsidio renda 3500
Aqui e com a renda de R$ 3.500,00 o valor do subsídio desaparece e o valor da prestação sobe bastante chegando ao valor de R$ 1,049,99. Neste caso a taxa de juros também subiu de 5% a.a. para mais de 7% a.a.

domingo, 28 de setembro de 2014

Comprando imóvel com dívida



Um imóvel com dívida pode ser uma oportunidade para fazer negócio com preço abaixo do mercado para uns e motivo de fuga em disparada para outros. O fato é que os imóveis com dividas estão no mercado e você já deve ter esbarrado com um ou mais por ai.
A dívida pode estar relacionada ao próprio imóvel – referente ao IPTU ou condomínio, por exemplo, ou associada ao proprietário – que pode estar envolvido em processo de falência ou disputa judicial. Especialistas afirmam que o interessado em comprar esse tipo de imóvel deve identificar a soma total da dívida, qual sua origem e que a dívida total em relação ao valor do imóvel não ultrapasse 25%.
Se for sua vontade comprar um imóvel com dívidas, dificilmente conseguirá financiamento ou sacar o FGTS, pois dificilmente as instituições financeiras permitirão a transação. Então, esteja preparado para pagar à vista.
Depois de identificar as dívidas relacionadas ao imóvel, o comprador e vendedor negociam um acordo. Na prática, o comprador se compromete em pagar as dívidas, que devem ser abatidas do valor do imóvel, e ainda negocia um abatimento no valor total, já que poucas pessoas topam comprar um imóvel nessas condições. Esse abatimento é habitual nesse tipo de transação.
Feita a negociação, um acordo deve ser formalizado através de um compromisso prévio de compra e venda registrado em cartório que deve constar os débitos do imóvel. Neste momento, o comprador deve iniciar à negociação para quitar as dívidas – para tanto, precisará de um instrumento de procuração do vendedor, providenciando em seguida todas as certidões negativas. Só então deve assinar a escritura definitiva e realizar a quitação do bem.
Após quitar todas as dívidas do imóvel, os débitos podem levar um tempo para estejam regularizados. Paciência e tranquilidade nesse momento.
Bom negócio!

Fonte: Agente Imóvel

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Imóveis compactos

Imóveis compactos trazem boas oportunidades para investidor

O investidor no mercado imobiliário, como se sabe, pode ganhar de duas formas na aplicação: através da renda obtida com os aluguéis e com a valorização do imóvel na hora da venda. A nova tendência de investir em imóveis compactos traz os dois tipos de ganho ao investir.

No caso do aluguel, o valor cobrado tende a ficar entre 0,5% e 0,6% do valor total do imóvel, mas no caso de imóveis menores, com boa localização e bem conservados, o aluguel pode chegar a 1%.
Este tipo de imóvel chama muito a atenção de profissionais solteiros e executivos estrangeiros, um perfil de locatário interessante aos novos inquilinos. Este público vai procurar apartamentos bem localizados e com boa oferta de serviços nos prédios, e está, no geral, disposto a pagar pela comodidade oferecida.
Além disso, os valores de venda deste tipo de imóveis têm registrado valorizações importantes nos últimos meses, mostrando a sua boa aceitação no mercado. Ou seja: na hora de investir em imóveis, vale ficar atento a boas oportunidades no mercado de imóveis compactos!

Corretor de imóveis

O corretor é um profissional extremamente necessário – Waldemir Bezerra



O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-RN), Waldemir Bezerra, concedeu entrevista ao jornalista Pinto Junior no Alpendre do PN. Falou sobre os projetos e ações do Conselho e sobre o crescimento da atividade no mercado.
Qual a função do CRECI? O CRECI é quem fiscaliza, disciplina e regulamenta a profissão de corretor de imóvel no Brasil. Eu sempre digo que além de fiscalizar ele é, sobretudo, o órgão de defesa da sociedade, pois é através do o Conselho que protegemos os negócios imobiliários das mãos de transgressores e maus profissionais também, que adentram a profissão e não exercem aquilo que o nosso código de ética preceitua.
Qual a estratégia do CRECI-RN para chegar aos municípios mais distantes da capital? Nós precisamos levar essa profissão tão nobre, que é a profissão do terceiro milênio, para outras cidades do RN. Nós temos trabalhado nesse sentido hoje através de nosso delegados, corretores nomeados, e estamos ampliando essa atividade profissional. Já tem um contingente muito bom de profisisonais, em Mossoró , Parnamirim, Santa Cruz, Caicó, mas queremos ampliar ainda mais, fazer com que o profissional corretor de imóveis seja mais integrado na cadeia produtiva do mercado imobiliário da sua cidade, ajudando o líder, prefeito e autoridades da cidade a levarem a moradia a cada cidadão do Estado. Essa é a nossa missão, divulgar essa profissão pra que entendam que é tão importante quanto a de médico, engenheiro ou advogado.
O Sr. sempre se refere aos “delegados” do CRECI, qual o papel deles nesse setor? Delegado é um representante naquela cidade como conselheiro que está sempre a verificar o que o mercado precisa, a orientar o chefe municipal no plano diretor, cobranças, e plano de valores do município, influenciando no crescimento da cidade. Esse é o grande papel na gestão pública e o gestor municipal pode ter esse profissional junto à Administração da cidade ajudando no desenvolvimento.
Quem são os contraventores no mercado imobiliário? Contraventor é todo cidadão que se envolve pra intermediar ou realizar um negócio imobiliário sem o conhecimento da profissão. Ele é um perigo, danoso à sociedade porque pode colocar o patrimônio das pessoas em risco. Inclusive daqueles que guardam uma poupança, um dinheiro para investir na tão sonhada casa e ao cair na mão dessa pessoa pode ter um prejuizo muito grande. Então, o contraventor tem que ser realmente fiscalizado e entregue às autoridades porque exercer uma profissão ilegalmente é crime e nós do Conselho temos encaminhado muitos ao Ministério Público, nessa ação de coibir essa atividade que só traz malefícios à população. Tratar com o corretor de imóveis é a segurança que você tem para um bom negócio imobiliário.
O CRECI tem o Troféu Colibri. O que é esse troféu exatamente? Foi constituído pela diretoria do Conselho para agraciar profissionais, líderes comunitários, políticos e outras atividades que contribuem de alguma forma para que o mercado imobiliário se fortaleça. É um reconhecimento não só na área da atividade propriamente dita , mas na área educacional também, que propicia ao cidadão entrar nessa atividade imobiliária através de cursos. É uma forma de reconhecimento.
O CRECI homenageou com o Troféu Colibri a deputada Fátima Bezerra e a reitora da UFRN Ângela Paiva. O que elas fizeram em favor do setor? A homenagem à deputada Fátima foi uma recomendação da nossa diretoria em função dos institutos técnicos implantados no RN. Nós entendemos que podemos mudar o comportamento da nossa sociedade de uma maneira geral, e no nosso caso, ser um profissional corretor de imóveis se tiver educação. E a deputada Fátima com esse incansável trabalho junto à Educação foi agraciada com o emblema máximo da nossa categoria, que já tem mais de 7 mil corretores no Estado e com certeza ampliaremos muito mais ainda através desses institutos de educação. A reitora, foi pelo fato de também apreciar o projeto pedagógico do curso de gestão superior na área imobiliária, e por ser a primeira mulher reitora do nosso Estado.
O Sr. está há 18 anos na presidência do CRECI. O que ainda falta fazer em favor da categoria? Enquanto tiver sonhos eu estou trabalhando, pois só se constroi algo quando realmente temos sonhos. O meu sonho é que nós possamos mostrar ao jovem do ensino médio que tem perspectivas de uma profissão longa, uma vocação para a atividade imobiliária. Mas o meu trabalho na presidência de uma forma isolada não significa nada. São 54 conselheiros que se preocupam com essa área. Temos esse grande sonho de fazer com que a profissão chegue a todos os municípios do RN, para que cada um deles tenha um corretor de imóveis.
Qual a sua sugestão, sua dica, para o jovem que pensou em ser corretor ? Se ele conhece algum corretor, é bom tomar conhecimento com um profissional. Saber como está esse profissional hoje no mercado, se está trabalhando com satisfação, se consegue manter a sua família, se tem crescido profissionalmente e como se vê integrado na sociedade. O corretor hoje é visto como um profissional extremamente necessário na sociedade, um gerador de negócios e responsável por levar a casa própria para cada brasileiro . A profissão traz resultados financeiros, mas também há uma satisfação pessoal muito forte nesta profissão.


Fonte: Publicidade Imobiliária

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Conheça os riscos dos contratos de gaveta

Saiba como se proteger para não cair nas armadilhas deste antigo tipo de negociação imobiliária.
O famoso “jeitinho brasileiro” deu origem a uma antiga e perigosa prática de negociação imobiliária: os contratos de gaveta. Mesmo proibido desde 1964, o acordo verbal de cessão de direitos e obrigações, no qual uma pessoa que comprou um imóvel com financiamento habitacional vende o bem e transfere a dívida a um terceiro sem informar ao banco, ainda se faz presente nas negociações de compra e venda de imóveis.
Agora, os “gaveteiros” estão na mira do Ministério das Cidades, que prevê punir, com a perda da casa, o proprietário que repassar o bem adquirido por meio do programa habitacional ‘Minha Casa, Minha Vida 2’.
Diretor da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH/Nacional), Lúcio Delfino explica que, apesar de não haver lei específica, proprietário e mutuário que se envolvem nesse tipo de acordo podem sofrer penas.
Entre elas, ver o contrato de financiamento suspenso, ter de antecipar o pagamento das parcelas da dívida a vencer, sofrer restrição de crédito habitacional para aquisições futuras por até cinco anos e, inclusive, perder o bem.
“O controle desse tipo de prática pelos bancos é difícil. Mas os riscos ao comprador e vendedor são altos demais e não compensam. Se o mutuário não pagar a dívida, é o nome do dono, ou da esposa se for casado, que vai para o SPC ou Serasa. Para o comprador, não há o respaldo do seguro habitacional no caso de morte, por exemplo. Hoje, os bancos já promovem a transferência da propriedade e cessão do financiamento sem cobrar a mais. É preciso apenas estar com o nome limpo”, diz.
Vendedor
-Exija do comprador (mutuário) garantias para o pagamento da dívida assumida.
-Certifique-se da idoneidade do comprador. É o seu nome que vai aparecer perante o banco financiador.
-Se o “gaveteiro” não pagar, é o nome do proprietário que vai parar no SPC e no Serasa.
-A elaboração de contrato dá segurança ao titular do bem no caso da falta de pagamento da dívida.
Comprador
-Antes de fechar o negócio, peça ajuda de um advogado para elaborar o contrato de gaveta. Isso assegura que você não corra o risco de perder o imóvel:
-Caso o titular venha a morrer e os herdeiros dele se neguem a cumprir o acordo;
-Se atrasar o pagamento de parcelas.
-Quando uma ação de revisão da dívida é ajuizada, o contrato garante a devolução de valores ao mutuário.
Transferência no banco sem taxas e novas burocracias
Num contrato de gaveta, a morte de uma das partes pode gerar uma crise muito mais grave do que se imagina. Para a família do comprador (mutuário), há o risco de perda do bem pelo não pagamento das prestações futuras, já que não é possível ter a ajuda do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nem do seguro habitacional para quitar a dívida.
Além disso, se o vendedor (proprietário) morrer, e os herdeiros não aceitarem passar o imóvel para o nome do mutuário, a questão terá de ser resolvida por ação judicial.
Para evitar dor-de-cabeça, a dica é regularizar a transferência da propriedade e da dívida no banco. É como se um novo pedido de financiamento habitacional fosse feito à instituição financeira, sem embaraços ou aumento das taxas ou prestações.
É o que recomenda o diretor da ABMH/Nacional. “A falta de informação e a restrição no nome, que não pode estar negativo, é que afastam compradores e vendedores. A cessão é simples e não há grandes restrições. O mutuário pode, inclusive, ter o auxílio do FGTS para fazer o pagamento do sinal de compra. O valor é pago diretamente ao proprietário, e o restante da dívida do imóvel pode ser financiado com o próprio banco”, afirma Delfino.
Transferência
Para fugir do contrato de gaveta, a orientação é que proprietário e mutuário entrem em contato, juntos, com o banco e formalizem a transferência do financiamento do bem.
Delfim destaca que hoje não há mais a cobrança de taxa extra para fazer a transferência da propriedade do bem. A única exigência é que as partes, titular e mutuário, tenham o nome limpo tanto no Serasa quanto no SPC.
Uso do FGTS
Ao fazer a negociação com o banco, o mutuário terá direito, inclusive, a utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater parte da dívida ou pagar o sinal que o proprietário vai cobrar pela venda do imóvel.