domingo, 28 de setembro de 2014

Comprando imóvel com dívida



Um imóvel com dívida pode ser uma oportunidade para fazer negócio com preço abaixo do mercado para uns e motivo de fuga em disparada para outros. O fato é que os imóveis com dividas estão no mercado e você já deve ter esbarrado com um ou mais por ai.
A dívida pode estar relacionada ao próprio imóvel – referente ao IPTU ou condomínio, por exemplo, ou associada ao proprietário – que pode estar envolvido em processo de falência ou disputa judicial. Especialistas afirmam que o interessado em comprar esse tipo de imóvel deve identificar a soma total da dívida, qual sua origem e que a dívida total em relação ao valor do imóvel não ultrapasse 25%.
Se for sua vontade comprar um imóvel com dívidas, dificilmente conseguirá financiamento ou sacar o FGTS, pois dificilmente as instituições financeiras permitirão a transação. Então, esteja preparado para pagar à vista.
Depois de identificar as dívidas relacionadas ao imóvel, o comprador e vendedor negociam um acordo. Na prática, o comprador se compromete em pagar as dívidas, que devem ser abatidas do valor do imóvel, e ainda negocia um abatimento no valor total, já que poucas pessoas topam comprar um imóvel nessas condições. Esse abatimento é habitual nesse tipo de transação.
Feita a negociação, um acordo deve ser formalizado através de um compromisso prévio de compra e venda registrado em cartório que deve constar os débitos do imóvel. Neste momento, o comprador deve iniciar à negociação para quitar as dívidas – para tanto, precisará de um instrumento de procuração do vendedor, providenciando em seguida todas as certidões negativas. Só então deve assinar a escritura definitiva e realizar a quitação do bem.
Após quitar todas as dívidas do imóvel, os débitos podem levar um tempo para estejam regularizados. Paciência e tranquilidade nesse momento.
Bom negócio!

Fonte: Agente Imóvel

quinta-feira, 24 de julho de 2014

Imóveis compactos

Imóveis compactos trazem boas oportunidades para investidor

O investidor no mercado imobiliário, como se sabe, pode ganhar de duas formas na aplicação: através da renda obtida com os aluguéis e com a valorização do imóvel na hora da venda. A nova tendência de investir em imóveis compactos traz os dois tipos de ganho ao investir.

No caso do aluguel, o valor cobrado tende a ficar entre 0,5% e 0,6% do valor total do imóvel, mas no caso de imóveis menores, com boa localização e bem conservados, o aluguel pode chegar a 1%.
Este tipo de imóvel chama muito a atenção de profissionais solteiros e executivos estrangeiros, um perfil de locatário interessante aos novos inquilinos. Este público vai procurar apartamentos bem localizados e com boa oferta de serviços nos prédios, e está, no geral, disposto a pagar pela comodidade oferecida.
Além disso, os valores de venda deste tipo de imóveis têm registrado valorizações importantes nos últimos meses, mostrando a sua boa aceitação no mercado. Ou seja: na hora de investir em imóveis, vale ficar atento a boas oportunidades no mercado de imóveis compactos!

Corretor de imóveis

O corretor é um profissional extremamente necessário – Waldemir Bezerra



O presidente do Conselho Regional de Corretores de Imóveis (CRECI-RN), Waldemir Bezerra, concedeu entrevista ao jornalista Pinto Junior no Alpendre do PN. Falou sobre os projetos e ações do Conselho e sobre o crescimento da atividade no mercado.
Qual a função do CRECI? O CRECI é quem fiscaliza, disciplina e regulamenta a profissão de corretor de imóvel no Brasil. Eu sempre digo que além de fiscalizar ele é, sobretudo, o órgão de defesa da sociedade, pois é através do o Conselho que protegemos os negócios imobiliários das mãos de transgressores e maus profissionais também, que adentram a profissão e não exercem aquilo que o nosso código de ética preceitua.
Qual a estratégia do CRECI-RN para chegar aos municípios mais distantes da capital? Nós precisamos levar essa profissão tão nobre, que é a profissão do terceiro milênio, para outras cidades do RN. Nós temos trabalhado nesse sentido hoje através de nosso delegados, corretores nomeados, e estamos ampliando essa atividade profissional. Já tem um contingente muito bom de profisisonais, em Mossoró , Parnamirim, Santa Cruz, Caicó, mas queremos ampliar ainda mais, fazer com que o profissional corretor de imóveis seja mais integrado na cadeia produtiva do mercado imobiliário da sua cidade, ajudando o líder, prefeito e autoridades da cidade a levarem a moradia a cada cidadão do Estado. Essa é a nossa missão, divulgar essa profissão pra que entendam que é tão importante quanto a de médico, engenheiro ou advogado.
O Sr. sempre se refere aos “delegados” do CRECI, qual o papel deles nesse setor? Delegado é um representante naquela cidade como conselheiro que está sempre a verificar o que o mercado precisa, a orientar o chefe municipal no plano diretor, cobranças, e plano de valores do município, influenciando no crescimento da cidade. Esse é o grande papel na gestão pública e o gestor municipal pode ter esse profissional junto à Administração da cidade ajudando no desenvolvimento.
Quem são os contraventores no mercado imobiliário? Contraventor é todo cidadão que se envolve pra intermediar ou realizar um negócio imobiliário sem o conhecimento da profissão. Ele é um perigo, danoso à sociedade porque pode colocar o patrimônio das pessoas em risco. Inclusive daqueles que guardam uma poupança, um dinheiro para investir na tão sonhada casa e ao cair na mão dessa pessoa pode ter um prejuizo muito grande. Então, o contraventor tem que ser realmente fiscalizado e entregue às autoridades porque exercer uma profissão ilegalmente é crime e nós do Conselho temos encaminhado muitos ao Ministério Público, nessa ação de coibir essa atividade que só traz malefícios à população. Tratar com o corretor de imóveis é a segurança que você tem para um bom negócio imobiliário.
O CRECI tem o Troféu Colibri. O que é esse troféu exatamente? Foi constituído pela diretoria do Conselho para agraciar profissionais, líderes comunitários, políticos e outras atividades que contribuem de alguma forma para que o mercado imobiliário se fortaleça. É um reconhecimento não só na área da atividade propriamente dita , mas na área educacional também, que propicia ao cidadão entrar nessa atividade imobiliária através de cursos. É uma forma de reconhecimento.
O CRECI homenageou com o Troféu Colibri a deputada Fátima Bezerra e a reitora da UFRN Ângela Paiva. O que elas fizeram em favor do setor? A homenagem à deputada Fátima foi uma recomendação da nossa diretoria em função dos institutos técnicos implantados no RN. Nós entendemos que podemos mudar o comportamento da nossa sociedade de uma maneira geral, e no nosso caso, ser um profissional corretor de imóveis se tiver educação. E a deputada Fátima com esse incansável trabalho junto à Educação foi agraciada com o emblema máximo da nossa categoria, que já tem mais de 7 mil corretores no Estado e com certeza ampliaremos muito mais ainda através desses institutos de educação. A reitora, foi pelo fato de também apreciar o projeto pedagógico do curso de gestão superior na área imobiliária, e por ser a primeira mulher reitora do nosso Estado.
O Sr. está há 18 anos na presidência do CRECI. O que ainda falta fazer em favor da categoria? Enquanto tiver sonhos eu estou trabalhando, pois só se constroi algo quando realmente temos sonhos. O meu sonho é que nós possamos mostrar ao jovem do ensino médio que tem perspectivas de uma profissão longa, uma vocação para a atividade imobiliária. Mas o meu trabalho na presidência de uma forma isolada não significa nada. São 54 conselheiros que se preocupam com essa área. Temos esse grande sonho de fazer com que a profissão chegue a todos os municípios do RN, para que cada um deles tenha um corretor de imóveis.
Qual a sua sugestão, sua dica, para o jovem que pensou em ser corretor ? Se ele conhece algum corretor, é bom tomar conhecimento com um profissional. Saber como está esse profissional hoje no mercado, se está trabalhando com satisfação, se consegue manter a sua família, se tem crescido profissionalmente e como se vê integrado na sociedade. O corretor hoje é visto como um profissional extremamente necessário na sociedade, um gerador de negócios e responsável por levar a casa própria para cada brasileiro . A profissão traz resultados financeiros, mas também há uma satisfação pessoal muito forte nesta profissão.


Fonte: Publicidade Imobiliária

segunda-feira, 23 de setembro de 2013

Conheça os riscos dos contratos de gaveta

Saiba como se proteger para não cair nas armadilhas deste antigo tipo de negociação imobiliária.
O famoso “jeitinho brasileiro” deu origem a uma antiga e perigosa prática de negociação imobiliária: os contratos de gaveta. Mesmo proibido desde 1964, o acordo verbal de cessão de direitos e obrigações, no qual uma pessoa que comprou um imóvel com financiamento habitacional vende o bem e transfere a dívida a um terceiro sem informar ao banco, ainda se faz presente nas negociações de compra e venda de imóveis.
Agora, os “gaveteiros” estão na mira do Ministério das Cidades, que prevê punir, com a perda da casa, o proprietário que repassar o bem adquirido por meio do programa habitacional ‘Minha Casa, Minha Vida 2’.
Diretor da Associação Brasileira dos Mutuários da Habitação (ABMH/Nacional), Lúcio Delfino explica que, apesar de não haver lei específica, proprietário e mutuário que se envolvem nesse tipo de acordo podem sofrer penas.
Entre elas, ver o contrato de financiamento suspenso, ter de antecipar o pagamento das parcelas da dívida a vencer, sofrer restrição de crédito habitacional para aquisições futuras por até cinco anos e, inclusive, perder o bem.
“O controle desse tipo de prática pelos bancos é difícil. Mas os riscos ao comprador e vendedor são altos demais e não compensam. Se o mutuário não pagar a dívida, é o nome do dono, ou da esposa se for casado, que vai para o SPC ou Serasa. Para o comprador, não há o respaldo do seguro habitacional no caso de morte, por exemplo. Hoje, os bancos já promovem a transferência da propriedade e cessão do financiamento sem cobrar a mais. É preciso apenas estar com o nome limpo”, diz.
Vendedor
-Exija do comprador (mutuário) garantias para o pagamento da dívida assumida.
-Certifique-se da idoneidade do comprador. É o seu nome que vai aparecer perante o banco financiador.
-Se o “gaveteiro” não pagar, é o nome do proprietário que vai parar no SPC e no Serasa.
-A elaboração de contrato dá segurança ao titular do bem no caso da falta de pagamento da dívida.
Comprador
-Antes de fechar o negócio, peça ajuda de um advogado para elaborar o contrato de gaveta. Isso assegura que você não corra o risco de perder o imóvel:
-Caso o titular venha a morrer e os herdeiros dele se neguem a cumprir o acordo;
-Se atrasar o pagamento de parcelas.
-Quando uma ação de revisão da dívida é ajuizada, o contrato garante a devolução de valores ao mutuário.
Transferência no banco sem taxas e novas burocracias
Num contrato de gaveta, a morte de uma das partes pode gerar uma crise muito mais grave do que se imagina. Para a família do comprador (mutuário), há o risco de perda do bem pelo não pagamento das prestações futuras, já que não é possível ter a ajuda do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) nem do seguro habitacional para quitar a dívida.
Além disso, se o vendedor (proprietário) morrer, e os herdeiros não aceitarem passar o imóvel para o nome do mutuário, a questão terá de ser resolvida por ação judicial.
Para evitar dor-de-cabeça, a dica é regularizar a transferência da propriedade e da dívida no banco. É como se um novo pedido de financiamento habitacional fosse feito à instituição financeira, sem embaraços ou aumento das taxas ou prestações.
É o que recomenda o diretor da ABMH/Nacional. “A falta de informação e a restrição no nome, que não pode estar negativo, é que afastam compradores e vendedores. A cessão é simples e não há grandes restrições. O mutuário pode, inclusive, ter o auxílio do FGTS para fazer o pagamento do sinal de compra. O valor é pago diretamente ao proprietário, e o restante da dívida do imóvel pode ser financiado com o próprio banco”, afirma Delfino.
Transferência
Para fugir do contrato de gaveta, a orientação é que proprietário e mutuário entrem em contato, juntos, com o banco e formalizem a transferência do financiamento do bem.
Delfim destaca que hoje não há mais a cobrança de taxa extra para fazer a transferência da propriedade do bem. A única exigência é que as partes, titular e mutuário, tenham o nome limpo tanto no Serasa quanto no SPC.
Uso do FGTS
Ao fazer a negociação com o banco, o mutuário terá direito, inclusive, a utilizar o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço) para abater parte da dívida ou pagar o sinal que o proprietário vai cobrar pela venda do imóvel.

Brasil é o segundo melhor lugar do mundo para os investidores do mercado imobiliário

mercado-imobiliario-brasil-2012
Subindo uma posição, o país ultrapassou a China em levantamento mundial. Antes em 26º lugar entre as cidades mais promissoras, São Paulo atingiu a quarta posição
No ranking dos melhores países para se investir em imóveis, o Brasil ocupa a segunda posição neste ano – em 2011 o país estava em quarto lugar. Mas a maior surpresa para nós, brasileiros, ficou por conta da cidade de São Paulo, que subiu da 26ª colocação na mesma lista, para o cobiçado 4º lugar.
A avaliação é da Associação de Investidores Estrangeiros em Imóveis (Association of Foreign Investors in Real Estate, Afire), que lançou recentemente seu levantamento anual, com os principais lugares em que seus membros estão mais interessados em comprar imóveis.
Os EUA ainda são o lugar favorito entre os investidores. A China, segunda na lista em 2011, cedeu seu lugar para o Brasil em 2012. De acordo com a pesquisa, conduzida pela Wisconsin School of Business (EUA), os imóveis mais cobiçados neste ano estão nos seguintes países:
1. EUA (1º lugar há várias edições)
2. Brasil (4º lugar no ano passado)
3. China (2º lugar no ano passado)
As principais cidades no mundo para o investimento em 2012 são:
1. Nova York (1º lugar ano passado)
2. Londres (3º lugar no ano passado)
3. Washington, DC (2º lugar no ano passado)
4. São Paulo (26º lugar no ano passado)
5. São Francisco (10º lugar no ano passado)

Brasil

O destaque dado ao Brasil e à São Paulo é compreensível: o mercado interno brasileiro está crescendo incrivelmente. Empresas como a Caterpillar e a Deere estão investindo em operações de manufatura no país para crescer rapidamente no mercado de equipamentos de construção.
A indiana Tata Motors, proprietária das marcas Jaguar e Land Rover, também estaria construindo uma fábrica por aqui com o objetivo de atender à demanda de automóveis e, provavelmente, para evitar mais impostos sobre os carros importados, já que o governo aumentou recentemente a tributação sobre este segmento. Ditto, Nissan Motors e possivelmente a Volkswagen também planejam fazer o mesmo.
Para reportagem da Forbes, a história maior por trás desses números é que os EUA estão levando uma surra por conta das dificuldades internas do Congresso (a dificuldade em aprovar o aumento do teto da dívida americana é um bom exemplo) e da lenta recuperação econômica.
A Afire ressalta em sua pesquisa que os EUA continuam a ocupar a primeira posição em termos de potencial de valorização de imóveis, mas sua vantagem está diminuindo. A diferença que separa os países do primeiro e segundo lugar no ranking deste este ano é de 23,8 pontos percentuais, a menor desde 2008.
Fonte: Época Negócios

Aprenda truques para decorar pequenos ambientes

Um espaço pequeno pode ganhar amplitude através das cores, dos móveis e da iluminação escolhida para a decoração
Foto: Para ampliar visualmente um ambiente, use espelhos, cores claras e procure iluminar totalmente o espaço / Crédito: Divulgação
Para ampliar visualmente um ambiente, use espelhos, cores claras e procure iluminar totalmente o espaço / Crédito: Divulgação
Decorar um ambiente pequeno é, com certeza, um desafio. Em cada mínimo detalhe pode existir uma maneira de driblar a falta de espaço. É preciso apenas descobrir qual. Com um bom planejamento estratégico – e uma pitada de boas ideias – é possível criar um ambiente aconchegante mesmo que o número de metros quadrados disponíveis seja um pouco apertado. “Tudo deve ser escolhido com muito critério”, aconselha Daniella de Barros, arquiteta. Aqui, Daniella e a designer de interiores Cristina Barbara dão dicas para você otimizar o espaço que tem disponível em casa.
Móveis
Em se tratando de cômodos pequenos, todo “cantinho” tem que ser aproveitado. E os móveis podem ser os principais responsáveis por otimizar – ou não – estes ambientes. Peças muito grandes e profundas ou que não oferecem praticidade podem limitar ainda mais um espaço que já é reduzido. Portanto, móveis planejados e  multifuncionais são as melhores alternativas. “Com eles, dificilmente, vai faltar espaço livre, mas é preciso atentar-se aos detalhes. Dá para economizar bastante espaço com o guarda-roupa, por exemplo, se ele tiver portas de correr ou até mesmo se a televisão estiver dentro dele”, afirma Daniella de Barros, arquiteta. Já os móveis multiuso, como a beliche com escrivaninha ou sofá com encosto removível, ocupam o espaço de uma peça, mas oferecem mais de uma funcionalidade.
Vidros e espelhos
Uma dica para ganhar espaço – ao menos no campo visual – é usar espelhos. “Eles garantem profundidade e, com isso, criam a ilusão de que o espaço é maior”, afirma Cristina Barbara, designer de interiores. Outra forma de ampliação é promover uma integração entre cômodos. “Usando apenas uma porta de vidro para separar dois ambientes você ganha espaço porque integra os cômodos e porque é possível enxergar o outro lado”, aconselha a designer.
Cores
Até mesmo as cores, por incrível que pareça, exercem influência na maneira como as pessoas percebem o ambiente, amplo ou não. “Cores claras ajudam a aumentar o espaço”, diz Daniella de Barros. Mas isso não significa que uma casa pequena deva ser inteiramente clara. Quem não abre mão de um toque de cor forte pode criar um espaço com paredes em tons neutros e combinar objetos coloridos, como almofadas e abajures. Cristina Barbara dá outra sugestão: “pinte apenas uma parede e deixe as demais brancas ou de tons claros. Isso dá profundidade”.
Iluminação
Quanto maior o alcance da luz, mais amplo o espaço parecerá. “Para conseguir o efeito, opte por uma iluminação geral, que abrange todo o ambiente. Fazer uma sanca é uma ótima alternativa. E lembre-se de evitar iluminar detalhes”, sugere a decoradora Daniella. O efeito da luz pode, inclusive, fazer o pé direito do espaço parecer maior. Basta saber usá-la a seu favor.
Em ambientes pequenos opte por móveis multifuncionais como a beliche usada pela designer de interiores Cristina Barbara no projeto de um quarto infantil

sexta-feira, 13 de setembro de 2013

Imóveis o negócio mais seguro para investir



O investimento em imóveis era forma mais escolhida pelas pessoas na hora de guardar dinheiro para o futuro, pois é o único investimento que sempre esta disponível e é um investimento que pode gerar renda sem que o investidor precise ter grandes conhecimentos do mercado imobiliário.

Investir em imóveis na planta é um investimento á médio e longo prazo, onde o investidor pode recuperar o investimento com a venda do imóvel após a entrega do imóvel e gerar um bom lucro, pois esse tipo de imóvel tem uma rápida valorização e o grande investimento em infraestrutura que acompanha novos empreendimentos costuma aumentar muito essa valorização.

Investir em imóveis prontos é um investimento á curto prazo, onde o investidor pode começar a recuperar os investimentos em um prazo menor, com o aluguel do imóvel ou mesmo com a venda. Porem muitas vezes é preciso investir em reformas e adaptações do imóvel antes de aluga-lo. Essas reformas podem encarecer o imóvel, mas geralmente ajudam a valoriza-lo.

Investir em terrenos é um investimento que dependendo do local onde o imóvel se encontra pode gerar um excelente lucro, porem se não for bem estudado o comprador pode ficar com o imóvel encalhado, mas se não for precisar do dinheiro da venda do imóvel a longo prazo pode ser um excelente investimento.

Antes de investir em imóveis procure saber mais sobre a região principalmente sobre projetos de infraestrutura que podem valoriza-lo ou desvaloriza-lo.

O se você não conhece o mercado imobiliário na região onde pretende investir procure consultar um profissional para ajuda-lo a ter uma ideia sobre o investimento em imóveis na região antes de começar a definir como investir.

Mas lembre-se investir em imóveis sempre será um investimento seguro e existem varias formas de investir em imóveis e dependendo do perfil do investidor o imóvel pode gerar uma renda mensal ou apenas um lucro na hora da venda.