segunda-feira, 6 de janeiro de 2020

Governo Federal e Congresso Nacional fecham questão em favor da energia solar fotovoltaica




Para a ABSOLAR, Projeto de Lei proposto por Jair Bolsonaro, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, beneficia o cidadão, gera empregos e acelera o crescimento do País
São Paulo, 6 de janeiro de 2020 – O anúncio nas redes sociais do presidente Jair Bolsonaro, com o apoio dos líderes do Congresso Nacional, em favor da energia solar no País, com a criação de um Projeto de Lei (PL), reflete uma união surpreendente entre os poderes Executivo e Legislativo pelo desenvolvimento da fonte solar fotovoltaica no Brasil.
O próprio presidente Bolsonaro afirmou ontem (domingo) que o PL é fruto de uma articulação entre o Executivo e o Legislativo, com o apoio dos presidentes da Câmara, Rodrigo Maia, e do Senado, Davi Alcolumbre. Em uma das postagens, Jair Bolsonaro disse que “o presidente da Câmara colocará em votação Projeto de Lei, em regime de urgência, proibindo a taxação da energia gerada por radiação solar. O mesmo fará o presidente do Senado. Caso encerrado.”
Bolsonaro afirmou ainda, em vídeo publicado mais cedo, que, se dependesse dele, não haveria cobrança sobre a energia solar no País. “É posição do presidente da República, no que depender de nós, não haverá taxação da energia solar”, declarou. O próprio Rodrigo Maia repercutiu em suas redes o vídeo do presidente Bolsonaro e afirmou que “concordo 100% com ele (presidente Bolsonaro) e vamos trabalhar juntos no Congresso contra a taxação da energia solar.”
Recentemente, o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, reconheceu a necessidade de alterações e melhorias no texto proposto pela entidade reguladora. Em entrevista recente ao site Megawhat, Pepitone afirmou que quaisquer mudanças regulatórias passariam a valer apenas para as novas conexões a partir de 2021, mantendo por 25 anos as regras vigentes para os consumidores que já investiram no sistema solar fotovoltaico.
Na avaliação de Rodrigo Sauaia, CEO da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (ABSOLAR), o Projeto de Lei proposto por Jair Bolsonaro, com o apoio dos presidentes da Câmara e do Senado, beneficia o cidadão, gera empregos e acelera o crescimento do País. “Trata-se de iniciativa suprapartidária em prol do desenvolvimento econômico e sustentável do País, com geração de emprego e renda, atração de investimentos privados, redução de custos para famílias, empresas e produtores rurais, com mais liberdade de escolha para os consumidores”, comenta.
Para o presidente do Conselho de Administração da ABSOLAR, Ronaldo Koloszuk, promover a energia solar fotovoltaica é medida alinhada com as melhores práticas internacionais. “No Brasil, a fonte é cada vez mais acessível à população, de todas as faixas de renda, além de ser uma locomotiva de crescimento econômico. O mercado poderá gerar cerca 672 mil novos empregos aos brasileiros na microgeração e minigeração distribuída até 2035, com a manutenção das regras atuais”, conclui.

Fonte Portal Solar

sexta-feira, 3 de janeiro de 2020

Hospital São Francisco de Assis vai economizar mais de R$ 19 mil por ano com usina de energia solar





Instituição fica na cidade de Parobé, na região do Vale do Rio do Sinos, no Rio Grande do Sul, e terá sistema fotovoltaico instalado por meio de um contrato com a RGE Sul
O Hospital São Francisco de Assis, da cidade de Parobé, na região do Vale do Rio do Sinos, no Rio Grande do Sul, decidiu instalar uma usina de energia solar fotovoltaica no empreendimento. Com essa ideia, pretende economizar R$ 19 mil por ano em sua conta de energia elétrica.
“A usina terá capacidade para gerar 50 MWh por ano, o equivalente a 5% de todo o consumo de energia da instituição”, afirma Odair Deters, coordenador do Programa de Eficiência Energética da RGE. A RGE Sul será a concessionária responsável pela análise da instalação, com o objetivo de avaliar os resultados e realizar os devidos ajustes necessários.
A usina deve entrar em operação dentro de algumas semanas e terá um sistema com capacidade instalada de 39 kWp (quilo-watt pico). Para que todo o processo de instalação da usina seja realizado foi necessário reformar o telhado do Hospital, para que a nova estrutura aguentasse a instalação das placas fotovoltaicas.
O Hospital decidiu ainda trocar as lâmpadas do sistema de iluminação interna, colocando lâmpadas LED que são até 80% mais econômicas que as antigas e têm vida útil de cerca de 25 mil horas. “Este é o objetivo desta ação do Programa de Eficiência Energética: modernizar o cenário energético do hospital”, destaca Deters.
Para realizar todo esse processo foram investidos R$ 189,3 mil, sem considerar a reforma no telhado, além de 171 lâmpadas, que foram substituídas pela tecnologia LED, no prédio da instituição, investimento esse realizado por meio de um contrato com a RGE Sul.
“Esta instituição presta um serviço de extrema importância à região. Para a RGE é gratificante poder contribuir para a melhoria na qualidade do serviço prestado à comunidade de Parobé e da região, que são atendidas pelo hospital. Com a economia gerada, a instituição terá a possibilidade de investir parte da verba que antes era destinada à conta de luz para outros setores e outras necessidades internas”, comenta Elisandra Castro, consultora de Negócios da RGE.
Desde sua criação, o Hospital São Francisco de Assis tem profundas raízes na solidariedade da comunidade de Parobé. Atualmente, conta com uma estrutura de 99 leitos, distribuídas nas áreas de internação clínica, pediatria, obstetrícia e clínica cirúrgica. Atende não somente os munícipes de Parobé, como também os demais da região 6 da 1ª Coordenadoria Regional de Saúde, além de Araricá e de outros municípios do entorno. Os recursos para custeio do hospital são oriundos do Sistema Único de Saúde.
Em 2013, o HSFA conquistou seu Certificado de Filantropia – CEBAS, um importante marco para a história do hospital. Em 2014, iniciou um grande projeto de modernização do hospital, com remodelação toda da fachada, recepção, acolhimento e instalação de uma cafeteria.
Após um período de 8 anos sob administração do município de Parobé, em 2016 a gestão da entidade foi devolvida à Associação Beneficente de Parobé.
Fonte : Portal Solar

quarta-feira, 27 de novembro de 2019

Casa movida à energia solar reduzirá mais de R$ 4 mil anuais em conta de energia no Rio Grande do Sul






Com instalação da Elysia, residência é exemplo de sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente, com energia 100% limpa
Uma residência, no bairro São Lucas, em Viamão, Rio Grande do Sul, está chamando a atenção devido a sua sustentabilidade e cuidado com o meio ambiente. A casa passou a contar com sistema fotovoltaico, utilizando como fonte a luminosidade do Sol para gerar sua própria energia de forma limpa e renovável. Além da contribuição com o meio ambiente, a previsão é que os moradores economizem, no período de um ano, R$ 4,2 mil na conta de luz – o que equivale a uma redução média mensal de R$ 350.
Essa projeção é da Elysia, responsável pela instalação do sistema, com dez painéis solares e um inversor solar. Esses equipamentos têm capacidade de geração mensal média de 388 kWh, o suficiente para suprir 100% da demanda dos moradores, tornando-se autossustentáveis em termos de consumo de energia elétrica.
O benefício econômico já pode ser sentido na conta de luz posterior à homologação do sistema fotovoltaico junto à concessionária, serviço que também é contemplado pelo pacote completo da Elysia.
Mas as vantagens vão além da contribuição financeiro. Sem agredir os recursos naturais do planeta, os moradores dão um exemplo de cuidado e zelo pelas próximas gerações, que, com a expansão da energia limpa, poderão habitar um mundo menos poluído e mais sustentável. Segundo estimativa da Elysia, após um ano de operação do sistema, a residência deixará de emitir 2.470 kg de CO2 na atmosfera – uma grande contribuição ao meio ambiente.
Segundo o diretor comercial da Elysia, Luccas Priotto, a energia solar residencial é um investimento altamente atrativo para quem pensa em um retorno de médio e longo prazo. “Dependendo do tamanho do sistema fotovoltaico instalado, o payback [retorno do investimento] pode ocorrer em cerca de cinco anos. Mas também há outros aspetos que devem ser levados em conta, como, por exemplo, a valorização que o imóvel receberá com a instalação de um sistema de geração de energia solar. Sem falar no benefício ambiental que essa tecnologia oferece, um aspecto que é bastante valorizado por quem opta pela energia solar”, analisa Priotto.
Ao contratar os serviços da Elysia, sua equipe de engenheiros faz uma ou mais visitas técnicas ao local, com o objetivo de conhecer detalhadamente o espaço onde será instalado o sistema. Depois de todas as informações apuradas, chega o momento dos engenheiros se debruçarem sobre o projeto do sistema, que é idealizado com foco na maximização do desempenho para aproveitar cada raio de sol incidente sobre a residência.
Juntamente com a instalação, ocorre o processo de regularização do sistema junto à concessionária de energia da região. Trata-se de um trâmite burocrático, pelo qual a empresa se responsabiliza de forma integral. Após a entrega e a entrada em operação do sistema, a relação com o consumidor não termina – pelo contrário. Inicia-se uma parceria que seguirá até o fim da vida útil do sistema fotovoltaico. Entra em campo, neste momento, a equipe de suporte da Elysia, que monitora regularmente como está o desempenho do sistema fotovoltaico. Este acompanhamento, inclusive, pode ser feito pelos próprios proprietários do imóvel, por meio de um aplicativo.
A empresa já conta com mais de 300 instalações finalizadas no Rio Grande do Sul e em Santa Catarina. Sua equipe técnica possui todos os certificados regulamentares exigidos pelas normativas federais. Isso torna a instalação segura e com garantia de qualidade. Já são mais de 8 mil horas de instalação e quase R$ 2 milhões economizados em conta de luz.

 Fonte Portal Solar

terça-feira, 26 de novembro de 2019

Gree lança novo ar-condicionado fotovoltaico no Brasil




Produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência
A Gree, multinacional chinesa, amplia sua linha de ar-condicionado fotovoltaico, com o lançamento do GMV-Solar. O produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência. O objetivo é atender crescente demanda por esses equipamentos que geram economia de energia.
O GMV–Solar utiliza tecnologia fotovoltaica associada a um sistema inteligente que combina redução do consumo de eletricidade. A novidade está no sistema de controle GREE-IEMS, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado.
O equipamento é compacto e silencioso, podendo ser utilizado em residências, fábricas e grandes edifícios. Apesar dessa fonte de energia ainda ocupar pouco espaço no Brasil, até mesmo pequenas e microempresas gostariam de contar com as soluções fotovoltaicas como uma alternativa para o negócio.
Segundo pesquisa realizada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade, em parceria com a Fundação Seade e ABSOLAR, associação que representa o setor no país, 60% destas empresas pretendem investir em fontes renováveis e 47,5% veem nos sistemas fotovoltaicos a melhor alternativa para gerar energia limpa.
A multinacional percebeu esta oportunidade. Alex Chen, Diretor Comercial da Gree no Brasil, acreditou no potencial de expansão da demanda por condicionadores de ar fotovoltaicos no País, principalmente pela necessidade em melhorar a eficiência energética e preservação do meio ambiente, em tempos de aquecimento global. “Trazer o GMV-Solar ao mercado brasileiro é um novo começo para a tecnologia de economia de energia e queremos levar este aparelho para todos os cantos do País”, afirma Chen.
A tecnologia fotovoltaica para condicionadores de ar é desenvolvida pela multinacional desde 2013. “Temos investido continuamente em P&D para desenvolver e disponibilizar para o Brasil tecnologias avançadas em aparelhos fotovoltaicos com maior eficiência energética. É um momento muito importante para a empresa”, finaliza Chen.
A energia fotovoltaica de sistemas convencionais é fornecida diretamente para a rede concessionária via inversores Grid-tie ao mesmo tempo que o equipamento também consome da concessionária e, no final do mês, a conta é recompensada através de créditos pelo balanço entre consumo e geração. Porém, todo esse processo com conversão de correntes acarreta perdas de até 8% na eficiência. Já o GMV recebe diretamente energia gerada pelos painéis solares e numa fração de segundo decide para onde vai direcioná-la. Esse processo garante uma eficiência de até 99,04% na conversão entre geração fotovoltaica e alimentação do compressor.
O ar-condicionado tem um sistema de controle, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado. A energia solar produzida pelo sistema fotovoltaico é igual a consumida pelo ar-condicionado, ou seja, não consome energia elétrica da concessionária.
Com 11 fábricas no mundo, incluindo uma no Brasil, a Gree é considerada a multinacional que mais investe em Pesquisa & Desenvolvimento na China, contando globalmente com mais de 10 mil engenheiros, 12 institutos de pesquisas, 72 centros de pesquisas, mais de 727 laboratórios, além de 35.635 patentes de tecnologia, incluindo 16.044 patentes de invenção.
Fonte Portal Solar 

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Governo federal estuda reduzir impostos sobre geradores solares



Presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Ministério de Minas e Energia a realização de estudos sobre a possibilidade de diminuição de taxas sobre painéis fotovoltaicos
O presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a realização de estudos sobre a possibilidade de redução de impostos sobre placas de energia solar. Ainda não há detalhes de quais impostos sobre os equipamentos de geração solar poderiam ser diminuídos ou em que proporção.
“Solicitei para o almirante Bento estudar a questão dos impostos para material que tem a ver com energia solar. Esse estudo deve terminar em breve, e aí apresentamos para o Paulo Guedes. Se puder diminuir impostos, vamos diminuir”, disse o presidente.
O presidente também disse que gostaria de ver brasileiros investindo na instalação de painéis solares nos telhados de suas residências, “a exemplo do que existe nos países asiáticos”.
As instalações de painéis fotovoltaicos em telhados para a geração de energia solar estão em plena expansão no Brasil. Segundo especialistas do setor a maior parte dos painéis são importados da China.
Esse sistema é utilizado por meio da distribuída, que conta atualmente com subsídios. Porém, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda a redução desses incentivos de forma a evitar impactos sobre as tarifas dos consumidores que não possuem as instalações à medida que a tecnologia avance.
A proposta da Aneel, que será submetida a processo de consulta pública até 30 de novembro, foi bastante criticada por investidores do setor de energia solar. Para a ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a proposta “desconsiderou diversos benefícios” da geração distribuída, principalmente a geração de empregos e o menor impacto sobre o meio ambiente.
A ABSOLAR encaminhou uma contribuição à Agência Reguladora em maio de 2019, durante a Audiência Pública nº 001/2019, da Aneel. A Audiência discutiu e colheu contribuições da sociedade sobre a Análise de Impacto Regulatório (AIR) preparada pela Aneel, referente a possíveis aprimoramentos às regras aplicadas à geração distribuída no Brasil.
O documento da ABSOLAR, contendo 158 páginas de análises, estudos técnicos, projeções e recomendações, identifica lacunas e pontos de aprimoramento na AIR da Aneel. A entidade recomenda o aprimoramento das premissas e critérios da valoração de atributos proposta pela Aneel, incorporando também os aspectos sociais, ambientais e estratégicos, de valor elevado e tangível para a sociedade brasileira.
Fonte Portal Solar

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você sabe quais documentos são necessários para alugar um imóvel?

Confira a lista de comprovações obrigatórias e agilize o processo de locação sem problemas!



A lista parece infinita e burocrática. Documentos e demonstrações indispensáveis se tornam um martírio para quem está com pressa para alugar um imóvel. Além disso, se não for rápido, corre-se o risco de perder a oportunidade do negócio. Pensando nisso, consultamos a CEO do aplicativo Homer, Livia Rigueiral, e organizamos aqui tudo o que você precisa ter em mãos na hora de alugar um imóvel.

Estes documentos devem ser apresentados e analisados a fim de garantir a segurança para as duas pontas da negociação: o locatário e o locador. Eles também são uma forma de comprovar que o inquilino tem condições de arcar com as despesas do aluguel”, afirma Livia. Toda a papelada varia de acordo com a circunstância: se a locação será para uma pessoa física ou jurídica e como fazer a comprovação de renda.

Confira abaixo:
Locação para pessoa física:
RG e CPF;
Comprovante de rendimento superior a 03 vezes o valor do aluguel líquido;
Comprovante de residência;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Os três últimos recibos de pagamento, se estiver pagando aluguel;
Ficha cadastral preenchida e assinada;

Locação para pessoa jurídica:
Contrato social e todas as alterações contratuais da empresa;
Cartão do CNPJ;
Último balanço e balancete (assinado e carimbado pelo contador com o número de CRC);
Ficha de inscrição Estadual ou Municipal;
Última declaração de imposto de renda da empresa;Comprovantes de propriedades da empresa (se possuir);
Comprovante de endereço da empresa;
Ficha cadastral detalhada com referência da empresa;
RG e CPF
Comprovante de residência dos titulares da empresa;

Vale ressaltar que alguns imóveis têm especificidades para a locação e, por isso, requisitam fiador ou diferentes formas de comprovar renda.

Fiador para pessoa física:
RG e CPF;
Comprovante de rendimento superior a 4 vezes o valor do aluguel líquido;
Comprovante de residência;
Registro de Imóveis, matrícula atualizada dos últimos 30 dias;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Se estiver pagando aluguel, os três últimos recibos de pagamento;
Ficha cadastral preenchida e assinada;

Outras formas de comprovação de renda:
Assalariados:

Três últimos contracheques;
Fotocópia da carteira de trabalho (folhas de qualificação, foto e dados do contrato de trabalho);
Declaração de Imposto de Renda completa.

Autônomos ou profissionais liberais:
Declaração de Imposto de Renda completa;
Declaração de rendimentos atuais (DECORE), assinada pelo contador com o número do CRC;
Contratos particulares de prestação de serviços.

Comerciantes ou Industriais:
Contrato Social e última alteração da empresa em que é sócio, proprietário ou administrador;
Cartão do CNPJ;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Declaração de rendimentos atuais (DECORE), assinada pelo contador com o número do CRC.

Aposentado ou pensionista:
Comprovante de recebimento de aposentadoria ou pensão;
Declaração de Imposto de Renda completa;

Taxistas e trabalhadores da economia informal:
Declaração do sindicato da classe;
Certificado de registro do veículo (no caso de taxista e motoristas profissionais);
Cadastro da URBS;
Declaração de Imposto de Renda completa.

Lívia ainda enfatiza que toda negociação deve ser intermediada por um profissional devidamente cadastrado junto ao Creci, que é o órgão responsável por regular a atividade dos corretores.

Fonte:Estadão

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Energia solar é o mercado de fonte renovável que mais emprega no mundo



Tecnologia fotovoltaica responde por um terço do fluxo de trabalho no setor e empregou 11 milhões de pessoas em todo o mundo em 2018
O mercado de energia renovável empregou 11 milhões de pessoas em todo o mundo em 2018. Os dados são da International Renewable Energy Agency (IRENA). De acordo com a sexta edição do relatório Renewable Energy and Jobs, a energia solar continua como a principal empregadora entre as tecnologias de energia renovável, respondendo por um terço do fluxo de trabalho do setor.
Enquanto os países que concentram a maior parte do mercado de energia fotovoltaica, como China, Estados Unidos, Japão e União Europeia, perderam postos de trabalho em 2018, o emprego cresceu na Índia, sudeste da Ásia e no Brasil.
No geral, segundo o relatório, em 2018 foram criados 700 mil novos postos de trabalho na cadeia de produção global de energia renovável na comparação com o ano anterior. Os países asiáticos compartilham 60% dos postos de trabalho desse segmento. Somente a China é responsável por 39% de todos os postos de trabalho do segmento no mundo.
Os empregos estão concentrados na China, Brasil, Estados Unidos, Índia e a União Europeia. Segundo o relatório, as exportações têm grande importância para a criação de postos de trabalho em países que atuam como centros de produção regionais ou globais.
Porém, os perfis comerciais dos países variam de acordo com a tecnologia de energia renovável. Enquanto a China é o maior exportador no campo da energia solar fotovoltaica, as empresas de energia eólica atendem principalmente o mercado interno.