terça-feira, 26 de novembro de 2019

Gree lança novo ar-condicionado fotovoltaico no Brasil




Produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência
A Gree, multinacional chinesa, amplia sua linha de ar-condicionado fotovoltaico, com o lançamento do GMV-Solar. O produto é o primeiro a contar com o mais avançado sistema de economia de energia, qualidade e potência. O objetivo é atender crescente demanda por esses equipamentos que geram economia de energia.
O GMV–Solar utiliza tecnologia fotovoltaica associada a um sistema inteligente que combina redução do consumo de eletricidade. A novidade está no sistema de controle GREE-IEMS, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado.
O equipamento é compacto e silencioso, podendo ser utilizado em residências, fábricas e grandes edifícios. Apesar dessa fonte de energia ainda ocupar pouco espaço no Brasil, até mesmo pequenas e microempresas gostariam de contar com as soluções fotovoltaicas como uma alternativa para o negócio.
Segundo pesquisa realizada pelo Centro Sebrae de Sustentabilidade, em parceria com a Fundação Seade e ABSOLAR, associação que representa o setor no país, 60% destas empresas pretendem investir em fontes renováveis e 47,5% veem nos sistemas fotovoltaicos a melhor alternativa para gerar energia limpa.
A multinacional percebeu esta oportunidade. Alex Chen, Diretor Comercial da Gree no Brasil, acreditou no potencial de expansão da demanda por condicionadores de ar fotovoltaicos no País, principalmente pela necessidade em melhorar a eficiência energética e preservação do meio ambiente, em tempos de aquecimento global. “Trazer o GMV-Solar ao mercado brasileiro é um novo começo para a tecnologia de economia de energia e queremos levar este aparelho para todos os cantos do País”, afirma Chen.
A tecnologia fotovoltaica para condicionadores de ar é desenvolvida pela multinacional desde 2013. “Temos investido continuamente em P&D para desenvolver e disponibilizar para o Brasil tecnologias avançadas em aparelhos fotovoltaicos com maior eficiência energética. É um momento muito importante para a empresa”, finaliza Chen.
A energia fotovoltaica de sistemas convencionais é fornecida diretamente para a rede concessionária via inversores Grid-tie ao mesmo tempo que o equipamento também consome da concessionária e, no final do mês, a conta é recompensada através de créditos pelo balanço entre consumo e geração. Porém, todo esse processo com conversão de correntes acarreta perdas de até 8% na eficiência. Já o GMV recebe diretamente energia gerada pelos painéis solares e numa fração de segundo decide para onde vai direcioná-la. Esse processo garante uma eficiência de até 99,04% na conversão entre geração fotovoltaica e alimentação do compressor.
O ar-condicionado tem um sistema de controle, que alterna automaticamente entre cinco modos de operação, baseados nas condições de disponibilidade de energia solar e demanda do equipamento de ar-condicionado. A energia solar produzida pelo sistema fotovoltaico é igual a consumida pelo ar-condicionado, ou seja, não consome energia elétrica da concessionária.
Com 11 fábricas no mundo, incluindo uma no Brasil, a Gree é considerada a multinacional que mais investe em Pesquisa & Desenvolvimento na China, contando globalmente com mais de 10 mil engenheiros, 12 institutos de pesquisas, 72 centros de pesquisas, mais de 727 laboratórios, além de 35.635 patentes de tecnologia, incluindo 16.044 patentes de invenção.
Fonte Portal Solar 

sexta-feira, 1 de novembro de 2019

Governo federal estuda reduzir impostos sobre geradores solares



Presidente Jair Bolsonaro solicitou ao Ministério de Minas e Energia a realização de estudos sobre a possibilidade de diminuição de taxas sobre painéis fotovoltaicos
O presidente Jair Bolsonaro solicitou ao ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, a realização de estudos sobre a possibilidade de redução de impostos sobre placas de energia solar. Ainda não há detalhes de quais impostos sobre os equipamentos de geração solar poderiam ser diminuídos ou em que proporção.
“Solicitei para o almirante Bento estudar a questão dos impostos para material que tem a ver com energia solar. Esse estudo deve terminar em breve, e aí apresentamos para o Paulo Guedes. Se puder diminuir impostos, vamos diminuir”, disse o presidente.
O presidente também disse que gostaria de ver brasileiros investindo na instalação de painéis solares nos telhados de suas residências, “a exemplo do que existe nos países asiáticos”.
As instalações de painéis fotovoltaicos em telhados para a geração de energia solar estão em plena expansão no Brasil. Segundo especialistas do setor a maior parte dos painéis são importados da China.
Esse sistema é utilizado por meio da distribuída, que conta atualmente com subsídios. Porém, a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) estuda a redução desses incentivos de forma a evitar impactos sobre as tarifas dos consumidores que não possuem as instalações à medida que a tecnologia avance.
A proposta da Aneel, que será submetida a processo de consulta pública até 30 de novembro, foi bastante criticada por investidores do setor de energia solar. Para a ABSOLAR – Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica), a proposta “desconsiderou diversos benefícios” da geração distribuída, principalmente a geração de empregos e o menor impacto sobre o meio ambiente.
A ABSOLAR encaminhou uma contribuição à Agência Reguladora em maio de 2019, durante a Audiência Pública nº 001/2019, da Aneel. A Audiência discutiu e colheu contribuições da sociedade sobre a Análise de Impacto Regulatório (AIR) preparada pela Aneel, referente a possíveis aprimoramentos às regras aplicadas à geração distribuída no Brasil.
O documento da ABSOLAR, contendo 158 páginas de análises, estudos técnicos, projeções e recomendações, identifica lacunas e pontos de aprimoramento na AIR da Aneel. A entidade recomenda o aprimoramento das premissas e critérios da valoração de atributos proposta pela Aneel, incorporando também os aspectos sociais, ambientais e estratégicos, de valor elevado e tangível para a sociedade brasileira.
Fonte Portal Solar

sexta-feira, 4 de outubro de 2019

Você sabe quais documentos são necessários para alugar um imóvel?

Confira a lista de comprovações obrigatórias e agilize o processo de locação sem problemas!



A lista parece infinita e burocrática. Documentos e demonstrações indispensáveis se tornam um martírio para quem está com pressa para alugar um imóvel. Além disso, se não for rápido, corre-se o risco de perder a oportunidade do negócio. Pensando nisso, consultamos a CEO do aplicativo Homer, Livia Rigueiral, e organizamos aqui tudo o que você precisa ter em mãos na hora de alugar um imóvel.

Estes documentos devem ser apresentados e analisados a fim de garantir a segurança para as duas pontas da negociação: o locatário e o locador. Eles também são uma forma de comprovar que o inquilino tem condições de arcar com as despesas do aluguel”, afirma Livia. Toda a papelada varia de acordo com a circunstância: se a locação será para uma pessoa física ou jurídica e como fazer a comprovação de renda.

Confira abaixo:
Locação para pessoa física:
RG e CPF;
Comprovante de rendimento superior a 03 vezes o valor do aluguel líquido;
Comprovante de residência;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Os três últimos recibos de pagamento, se estiver pagando aluguel;
Ficha cadastral preenchida e assinada;

Locação para pessoa jurídica:
Contrato social e todas as alterações contratuais da empresa;
Cartão do CNPJ;
Último balanço e balancete (assinado e carimbado pelo contador com o número de CRC);
Ficha de inscrição Estadual ou Municipal;
Última declaração de imposto de renda da empresa;Comprovantes de propriedades da empresa (se possuir);
Comprovante de endereço da empresa;
Ficha cadastral detalhada com referência da empresa;
RG e CPF
Comprovante de residência dos titulares da empresa;

Vale ressaltar que alguns imóveis têm especificidades para a locação e, por isso, requisitam fiador ou diferentes formas de comprovar renda.

Fiador para pessoa física:
RG e CPF;
Comprovante de rendimento superior a 4 vezes o valor do aluguel líquido;
Comprovante de residência;
Registro de Imóveis, matrícula atualizada dos últimos 30 dias;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Se estiver pagando aluguel, os três últimos recibos de pagamento;
Ficha cadastral preenchida e assinada;

Outras formas de comprovação de renda:
Assalariados:

Três últimos contracheques;
Fotocópia da carteira de trabalho (folhas de qualificação, foto e dados do contrato de trabalho);
Declaração de Imposto de Renda completa.

Autônomos ou profissionais liberais:
Declaração de Imposto de Renda completa;
Declaração de rendimentos atuais (DECORE), assinada pelo contador com o número do CRC;
Contratos particulares de prestação de serviços.

Comerciantes ou Industriais:
Contrato Social e última alteração da empresa em que é sócio, proprietário ou administrador;
Cartão do CNPJ;
Declaração de Imposto de Renda completa;
Declaração de rendimentos atuais (DECORE), assinada pelo contador com o número do CRC.

Aposentado ou pensionista:
Comprovante de recebimento de aposentadoria ou pensão;
Declaração de Imposto de Renda completa;

Taxistas e trabalhadores da economia informal:
Declaração do sindicato da classe;
Certificado de registro do veículo (no caso de taxista e motoristas profissionais);
Cadastro da URBS;
Declaração de Imposto de Renda completa.

Lívia ainda enfatiza que toda negociação deve ser intermediada por um profissional devidamente cadastrado junto ao Creci, que é o órgão responsável por regular a atividade dos corretores.

Fonte:Estadão

sexta-feira, 27 de setembro de 2019

Energia solar é o mercado de fonte renovável que mais emprega no mundo



Tecnologia fotovoltaica responde por um terço do fluxo de trabalho no setor e empregou 11 milhões de pessoas em todo o mundo em 2018
O mercado de energia renovável empregou 11 milhões de pessoas em todo o mundo em 2018. Os dados são da International Renewable Energy Agency (IRENA). De acordo com a sexta edição do relatório Renewable Energy and Jobs, a energia solar continua como a principal empregadora entre as tecnologias de energia renovável, respondendo por um terço do fluxo de trabalho do setor.
Enquanto os países que concentram a maior parte do mercado de energia fotovoltaica, como China, Estados Unidos, Japão e União Europeia, perderam postos de trabalho em 2018, o emprego cresceu na Índia, sudeste da Ásia e no Brasil.
No geral, segundo o relatório, em 2018 foram criados 700 mil novos postos de trabalho na cadeia de produção global de energia renovável na comparação com o ano anterior. Os países asiáticos compartilham 60% dos postos de trabalho desse segmento. Somente a China é responsável por 39% de todos os postos de trabalho do segmento no mundo.
Os empregos estão concentrados na China, Brasil, Estados Unidos, Índia e a União Europeia. Segundo o relatório, as exportações têm grande importância para a criação de postos de trabalho em países que atuam como centros de produção regionais ou globais.
Porém, os perfis comerciais dos países variam de acordo com a tecnologia de energia renovável. Enquanto a China é o maior exportador no campo da energia solar fotovoltaica, as empresas de energia eólica atendem principalmente o mercado interno.

terça-feira, 4 de junho de 2019

Novo ‘Minha Casa, Minha Vida’ deve oferecer pagamento de aluguel ao invés de financiamento de imóveis




Mudanças no programa do governo afetarão os participantes da faixa 1 e 1,5
Em entrevista ao jornal O Estado de São Paulo, o ministro do Desenvolvimento Regional, Gustavo Canuto, adiantou algumas novidades do novo “Minha Casa, Minha Vida“, previsto para ser anunciado em julho deste ano.
Uma das principais mudanças no programa está no benefício oferecido às famílias participantes das faixas 1 (com renda até R$ 1,8 mil) e 1,5 (com renda até R$ 2,6 mil) do programa. Segundo o ministro, ao invés de subsídio e redução nas taxas de juros do financiamento, as famílias terão o direito de alugar um imóvel por valores simbólicos.
A ideia de promover um “aluguel social”, como chamou o ministro, surgiu após a comercialização irregular de imóveis financiados pelo programa ter se tornado uma prática muito comum. O ministério identificou que o número de famílias que vendem os imóveis aumentou consideravelmente, o que acaba por prejudicar os demais participantes.
O programa, que também deve ganhar um novo nome, exigirá que as famílias interessadas no benefício frequentem ações sociais do governo, como projetos de capacitação para o mercado de trabalho. O plano é fazer com que o aluguel seja uma realidade temporária, o que seria possível a partir de um desenvolvimento da organização familiar como um todo.
As faixas 2 (com renda até R$ 4 mil) e 3 (com renda até R$ 9 mil) do programa não serão afetadas pela mudança. As condições de financiamentoe subsídio permanecerão as mesmas tanto para famílias quanto para solteiros cadastrados.
Fonte Zap

terça-feira, 14 de maio de 2019

Laudo de avaliação: conheça o documento que determina valor do imóvel



Análise técnica feita por especialistas é mais utilizada em disputas judiciais em que é necessário saber quanto custa o bem

Quem vende ou compra um imóvel usa como base para negociação o preço de mercado, sem necessidade da avaliação de um engenheiro, por exemplo. Mas é possível também fazer um laudo de avaliação técnica do imóvel, contratando empresas especializadas.
Esse tipo de serviço é mais usado quando o bem está inserido em ação judicial ou para contratação de seguros. O perito avaliador deve seguir regras da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT), além de analisar a situação mercadológica do imóvel. Ou seja, vai avaliar as característicasarquitetônicas e comparar a imóveis do mesmo tipo, construídos na mesma época e localização.
“No trabalho constam descrição e documentação fotográfica do imóvel avaliado, metodologia, pesquisa de elementos realizada na região, cálculos para obtenção do valor de venda, grau de precisão e fundamentação”, explica a engenheira civil Thais Silveira, sócia da empresa PERIM – Perícias e Avaliações Imobiliárias.
“O laudo é feito por um ou mais profissionais regularmente inscritos no Conselho Regional de Engenharia e Agronomia (CREA), se engenheiro, ou de Arquitetura e Urbanismo (CAU), se arquiteto”, afirma Matheus Silva Pereira, sócio da Perfectum Serviços de Engenharia Ltda, também especializada na área.
O laudo de avaliação serve como prova técnica de valor. É exigido nos processos judiciais envolvendo valores controversos, como em ações para revisão de contratos de locação. “Também nos casos incorporação, fusão, cisão, dissolução de sociedades ou ajustes de avaliação patrimonial”, detalha Pereira.
A engenheira Thais Silveira diz que, no laudo, várias questões técnicas são observadas por profissionais da área de construção, que poderiam passar despercebidas por outras pessoas.
Segundo ela, o custo do documento varia de acordo com o caso. “Os honorários podem ser determinados pelo regulamento do Instituto Brasileiro de Avaliações e Perícias de Engenharia em função do tempo despendido, capacidade técnica do profissional e localização do imóvel”.
Fonte: ZAP em Casa

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2019

Renault e MRV Engenharia firmam parceria para promover utilização da energia solar no País


Acordo pretende incentivar a mobilidade elétrica compartilhada em condomínios com geração fotovoltaica
Uma alternativa sustentável aos meios de transporte do dia a dia, que incentive a utilização compartilhada de veículos elétricos entre moradores de um condomínio totalmente abastecido por energia solar. Uma parceria recém-anunciada entre a MRV Engenharia e a Renault do Brasil irá colocar em prática este projeto ambicioso em Minas Gerais.
O anúncio desta parceria ocorreu no fim do ano passado, durante o Salão do Automóvel, quando as empresas se uniram para efetivar uma ação de mobilidade compartilhada. Desde janeiro deste ano, dois veículos elétricos Renault Zoe estão à disposição de moradores do Spazio Parthenon, em Belo Horizonte, empreendimento da MRV totalmente abastecido por energia solar.
Primeiramente o projeto irá funcionar em duas etapas. Na primeira os carros elétricos ficam à disposição por um período de três meses, para que os moradores, de forma compartilhada, possam utilizá-los como uma alternativa aos meios de transporte diários.
Vale destacar que, para usar os veículos, basta fazer um agendamento por meio do aplicativo Renault Mobility, testado pela primeira vez com o público externo no Brasil.
O automóvel deverá ser recarregado dentro do próprio condomínio, por meio de energia elétrica limpa e renovável, gerada pelas placas fotovoltaicas instaladas no Spazio Pathernon. O objetivo desta iniciativa é promover a democratização da energia elétrica solar e o compartilhamento de veículos elétricos no segmento econômico.
Por isso, durante o período de teste será observado o perfil de utilização, faixa etária do público interessado no uso, principais destinos, horários de utilização, tempo médio por reserva, nível de satisfação, entre outros dados, que serão utilizados futuramente para verificar a viabilidade não apenas econômica, mas social e ambiental do projeto. A ideia é que, após o período de testes na capital mineira. o projeto siga para outro empreendimento no estado de São Paulo.