sexta-feira, 6 de julho de 2018

Como funciona o motor 

elétrico de veículos?

Feito para economizar combustível e fazer menos poluição, os motores
elétricos de veículos ainda estão em busca de espaço no mercado e
nas indústrias

Parece muito óbvio que o século XXI pede uma demanda cada vez maior de soluções tecnológicas para diminuição de gases poluentes para a indústria automotiva – uma das soluções encontradas para a diminuição da emissão de CO2 (gás carbônico) na natureza é a criação de cada vez mais de carros com motores elétricos. Porém, quais são os benefícios para o meio ambiente e como o motor elétrico de veículos funciona?
Existem diversos tipos de motores, entre os carros híbridos – os que funcionam com o motor à combustão e outro elétrico, e os carros com motores puramente elétricos, que buscam o espaço no atual mercado e tem muito ainda a dominar e descobrir. Ao abrir o capô de um desses veículos, são descobertas diversas diferenças de peças e funcionalidades que esses veículos carregam em seus sistemas.

O funcionamento do motor elétrico de veículos

Com o funcionamento através do propulsor elétrico, o modelo de veículos com motores elétricos utiliza energia química que ficam localizadas nas baterias recarregáveis, que é convertido em energia elétrica, que por sua vez, converterá em energia mecânica, possibilitando a movimentação do veículo.
Seu motor pode ser à 220V e bem mais silencioso que o motor à combustão. O funcionamento deste tipo de veículo é feita através de um regulador que passa a quantidade correta de energia das baterias ao motor; com base na tecnologia dos dois potenciômetros que ficam ligados ao pedal do acelerador – a quantidade deve-se a uma medida de segurança do veículo.

Há veículos elétricos que a energia dura para até 80 Km, sendo que é possível recarregar o carro em uma tomada e variada de acordo com o veículo. Além disso, uma curiosidade – os carros elétricos não precisam de marchas para andar, e sim, somente as funções de aceleração e ré. É preciso apenas “ligar” o carro. A energia elétrica utilizada é medida através do medidor voltímetro.

Os veículos E-Flex

O famoso Chevrolet Volt é um exemplo de um veículo que roda de forma elétrica até 65 Km com a carga da bateria e, após isso, é preciso deixar o tanque com gasolina para acionar o gerador e continuar fornecendo a energia que o veículo precisa para funcionar. Os engenheiros da GM estão estudando a possibilidade de, nos modelos futuros, ele já aceitar etanol com gasolina para o acionamento dos extensores de autonomia do veículo. Para estes carros, são colocadas baterias de lítio e basta conectar o carro em uma tomada de 110V ou 220V.
Outra novidade dos motores elétricos são os protótipos que utilizam hidrogênio para andar, ou seja, andam através da reação química do gás. Um exemplo é visto facilmente no modelo Honda FCX, que recebe uma descarga de 220V e custa cerca de 1 milhão de reais.

Benefícios dos motores elétricos

Existem mais de 100 protótipos de veículos elétricos e eles já saíram há muito tempo dos filmes de ficção científica. Com autonomia e desempenho semelhantes aos carros à combustível, ele consegue atender às necessidades da vida moderna em grandes cidades e não poluir o meio ambiente, pois é um veículo não poluente.
O custo para manter o carro com recargas é mais baixo que utilizar o carro com abastecimento com petróleo, e o valor do veículo tende a ser mais baixo – uma vez que o motor não necessita de escapamentos, óleo, mangueiras, etc. Os motores elétricos de veículos tem a ideia central de diminuir os custos em relação aos veículos à combustível e mudar o cenário de transportes no país.
Veja como funciona o motor elétrico convencional:


domingo, 1 de julho de 2018

5 dicas para investir em imóveis




Comprar imóveis como uma forma de investimento é o que muitas pessoas sonham em fazer, mas não sabem nem por onde começar. O grande segredo desse cenário é que o novo investidor veja sempre o empreendimento como um negócio, como uma fonte de renda que lhe dê lucros.

Mas para entender o mercado imobiliário e saber como investir corretamente é preciso empenho e dedicação. Lembrando sempre que o bom investidor está disposto a correr riscos para no futuro ter retorno financeiro.

Quer investir e não sabe como? Preparamos 5 dicas para você se tornar um expert do mercado imobiliário. Confira!

1) Foque no lucro
Gerar lucro, esse é o grande objetivo de quem investe em imóveis. Portanto, é fundamental que você tenha uma visão de investidor e não apenas de comprador. O empreendimento não deve apenas lhe agradar, mas deve ser visto principalmente como um negócio.

Ultrapassar os filtros normais, que são usados quando você vai comprar algo próprio e pessoal é o grande segredo desse tipo de investimento. Lembre-se sempre: entre ser bonito e dar lucro, escolha sempre a segunda opção.

2) Planeje seu investimento
Investir em imóveis requer muita atenção ao momento do mercado imobiliário. Avaliar o cenário econômico e planejar um investimento é o caminho para o lucro. Se precipitar e arriscar demais pode comprometer os seus planos futuros e te fazer perder dinheiro.

Estudar o mercado, comparar os valores e ser comedido, agindo sempre com cautela, é o grande diferencial entre o erro e o acerto. Conhecer as necessidades dos clientes e principalmente medir a rentabilidade e liquidez pode lhe ajudar nesse caminho.

3) Compre um imóvel na planta
Se você pensa em um investimento a longo prazo, pode valer a pena investir em um imóvel na planta. Normalmente essas compras tendem a ser até 40% mais baratas do que quando o empreendimento está pronto.

A calma pela valorização, nesse caso, fará com que você possa lucrar futuramente, seja com um financiamento ou com aluguel. Para se resguardar nesse caso, fique sempre atento a reputação da construtora que é responsável pela obra e faça uma pesquisa da região onde o imóvel está sendo construído.

4) Faça parcerias
Você quer investir em um imóvel e não sabe nem por onde começar? A dica é: não arrisque sem saber o que está fazendo. É melhor dividir o valor do lucro com um especialista, do que não ter lucro nenhum e até perder dinheiro arriscando em um mercado que não se conhece.

Se for necessário contrate uma pessoa que entenda o mercado imobiliário e que conheça suas nuances. É mais fácil trabalhar em grupo, quando o investimento alto, do que correr um risco sozinho.

5) Valorize a localização do imóvel
Independente do tipo de imóvel que você quer investir, comercial ou residencial, a localização é o ponto crucial para que ele seja mais valorizado futuramente. Para ter maior liquidez aposte em um empreendimento que esteja em um bairro já estruturado e que ofereça tudo que o futuro comprador precise (lazer, segurança, transporte e serviços).

Se você estiver disposto a dar um passo maior em relação aos riscos, aposte em um bairro novo. Sempre pesquisando as possibilidades de desenvolvimento e expansão. Nesse caso, você poderá gastar menos para ganhar mais no futuro, mas é importante sempre mensurar seu custo-benefício.

Invista no BKO Citizen
Ficou disposto a investir e não sabe como? A BKO tem o imóvel ideal para você que quer ter retorno financeiro no mercado com um investimento seguro, conheça o BKO Citizen.

Um imóvel que oferece uma localização privilegiada entre os bairros Jardins e Higienópolis e a 700m da Estação Paulista. Studios de 30m² e duplex que oferecem uma infraestrutura completa de comércios, serviços e transporte. Perfeito para você investir e realizar futuras locações de curta temporada.


Edifício em Singapura é construído com uma floresta tropical dentro




Já imaginou morar e trabalhar com uma floresta tropical ao seu redor? Isso é possível no edifício Marina One, localizado no centro de Singapura.

Espaços comerciais, residenciais e de lazer rodeado por nada mais nada menos que 700 árvores, sendo que são 350 tipos de plantas e espécies arbóreas diferentes.

empreendimento chamado de “Coração Verde” possui mais de 400 mil metros quadrados de área construída e uma floresta tropical dentro, montada entre quatro prédios.

O projeto foi desenvolvido pelo escritório alemão Ingenhoven Architects, juntamente com o estúdio londrino de paisagismo Gustafson Porter + Bowman.

área verde conta com mais de 37 mil metros quadrados e o edifício residencial foi construído para abrigar 3 mil moradores. Já o complexo residencial tem mais de 175 mil metros quadrados de área total.

O edifício ganhou as certificações Green Mark Platinum e Leed Platinum de construção sustentável. Como a ventilação natural é facilitada, o espaço oferece um clima agradável e os sistemas de ventilação do empreendimento auxilia a poupar energia nos complexos.

Isso vai de encontro ao objetivo principal dessa construção, que buscou de maneira inovadora mostrar uma preocupação com as mudanças climáticas e aumento da população, que se apresenta como um grande desafio no planeta.

A sustentabilidade é um dos pilares da BKO
BKO acredita que um futuro sustentável depende do empenho de cada um de nós.
Nossas obras são avaliadas mensalmente em um programa 5D, onde dois dos seus pontos estão a qualidade e sustentabilidade.

Nossos empreendimentos seguem uma construção ecologicamente sustentável, se utilizando de madeira de reflorestamento nas obras, além de oferecer sistemas de controle de energia e água para evitar desperdícios. Esse planejamento reduz os impactos dos gases que afetam o meio ambiente.

A visão de sustentabilidade vem influenciando as pessoas na hora de tomar uma decisão de compra, cerca de 50% da população brasileira preferem marcas ligadas a sustentabilidade.

mercado imobiliário segue nesse caminho, e, os imóveis com certificações de proteção ao meio ambiente se destacam para contribuir com a proteção do planeta e chamam a atenção dos potenciais clientes.

Está em busca de um imóvel perfeito, que não agrida o meio ambiente e respeite os princípios de proteção à naturezaAcesse o site da BKO e conheça nossos empreendimentos únicos, planejados com tecnologias construtivas e responsabilidade socioambiental.

quinta-feira, 21 de junho de 2018

Preço do aluguel sobe pelo sexto mês consecutivo em maio




O Índice FipeZap de Locação subiu 0,13% em maio, abaixo da inflação no mês. Veja o comportamento dos preços e o valor médio do metro quadrado na sua cidade

São Paulo – O preço do aluguel de imóveis subiu pelo sexto mês consecutivo em maio. O Índice FipeZap de Locação, que acompanha o preço médio de imóveisanunciados para alugar em 15 cidades brasileiras, subiu 0,13%.
A alta foi menor que a inflação medida pelo IPCA no mês, de 0,40%. No ano, o preço de locação avança 1,90% e também supera a inflação no período, de 1,33%.
Nos últimos 12 meses, o preço da locação subiu 0,60%. Considerando a inflação acumulada de 2,85%, o índice registra queda real de 2,19% no período.
Sete das quinze cidades monitoradas pelo Índice FipeZap acompanharam o movimento de alta no preço médio do aluguel residencial em maio, com destaque para Distrito Federal (+0,94%), Belo Horizonte (+0,88%) e Recife (+0,80%). Já as cidades que registraram as maiores quedas no período foram Florianópolis (-0,89%), Niterói (-0,59%) e São Bernardo do Campo (-0,42%).
O valor médio do aluguel de imóveis nas cidades monitoradas foi de 28,50 reais por metro quadrado. São Paulo se manteve como a cidade com o maior valor médio por metro quadrado do país, de 36,64 reais. Já a cidade com o valor do aluguel mais barato por metro quadrado, de 16,15 reais, foi Goiânia.
A seguir, confira o preço médio do metro quadrado anunciado para locação e a variação dos preços nas 15 cidades pesquisadas pelo Índice FipeZap:
CidadePreço médio do metro quadrado em maioVariação do preço em maioVariação do preço nos últimos 12 meses
São PauloR$ 36,640,13%3,13%
Rio de JaneiroR$ 31,24-0,22%-6,56%
Distrito FederalR$ 29,620,94%4,61%
SantosR$ 29,20-0,07%1,84%
RecifeR$ 25,090,80%5,70%
FlorianópolisR$ 22,77-0,82%3,05%
Porto AlegreR$ 21,180,12%-0,45%
CampinasR$ 20,91-0,15%-0,37%
NiteróiR$ 20,52-0,59%-6,25%
SalvadorR$ 20,31-0,12%4,84%
Belo HorizonteR$ 20,170,88%2,35%
São Bernardo do CampoR$ 18,65-0,42%0,44%
CuritibaR$ 17,13-0,25%3,80%
FortalezaR$ 16,260,21%-1,94%
GoiâniaR$ 16,150,46%4,94%

Retorno do investimento em imóveis

Em maio, o retorno médio para investidores que optaram por alugar seu imóvel foi de 4,40% ao ano. A taxa avalia o retorno médio que um proprietário teria em 12 meses com a locação do imóvel, sem considerar possível ganhos com valorização ou desvalorização decorrente do aumento ou da queda no preço dos imóveis no período.
A rentabilidade do aluguel é calculada por meio da divisão entre o preço médio de locação mensal e o preço médio de venda mensal. A taxa ao ano é obtida multiplicando-se o resultado por 12.
O retorno do aluguel de imóveis ficou abaixo da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,50% ao ano. A taxa está no menor nível desde o início da série histórica do Banco Central, em 1986.
Ou seja, há outras opções de investimentos de renda fixa mais atraentes do que o aluguel de imóveis. Os fundos imobiliários também são alternativas para quem gosta de investir em imóveis, mas busca retornos maiores.

quarta-feira, 20 de junho de 2018

Saiba como funciona um carro elétrico




Foi em 1997, no Japão, que começaram a surgir os primeiros carros elétricos, com produção de grande escala do mundo. Apesar desses veículos ainda não serem tão comuns pelas ruas brasileiras, muitas pessoas já enxergam nesse modelo a oportunidade de facilitar o abastecimento.

BKO, desde 2010 já vem seguindo essa tendência mundial, e vem desenvolvendo em seus empreendimentos uma estrutura para carregamentos de carros elétricos.

Além, de oferecer maior comodidade para os moradores, que podem utilizar o próprio prédio para abastecer o carro, essa estrutura tem grande influência na sustentabilidade, um dos pilares da BKO.

Outro pilar da BKO, que é decisivo para a construção dessa estrutura, é a tecnologia.

Possuímos um departamento de inovação, que está sempre atento as novidades do mercado imobiliário e de tecnologia pelo mundo, para oferecer maior conforto, praticidade e bem-estar aos moradores dos nossos empreendimentos.

A estrutura dos carros elétricos
Os carros elétricos têm como principal benefício a emissão zero de poluentes, além de serem bem silenciosos devido a forma como os motores elétricos são movidos.

O motor dos carros elétricos é diferente dos modelos convencionais, que funcionam por combustão interna. Nesses veículos, o motor tem sua alimentação movida por um regulador e baterias recarregáveis.

Sendo assim, além de contribuírem com a redução da poluição sonora, eles são uma alternativa de tecnologia sustentável, preservando o meio ambiente.

A autonomia dos carros elétricos
Além de contribuir com o meio ambiente, os carros elétricos ainda permitem que os motoristas percorram distâncias muito maiores do que os veículos convencionais.

Para se ter uma ideia, a autonomia de um modelo elétrico pode ser até dez vezes maior do que um carro a gasolina, podendo percorrer uma distância bem maior, com um gasto muito menor.

O futuro dos carros elétricos
Especialistas em automóveis no Brasil vem ano a ano buscando alternativas para que os carros elétricos se tornem cada vez mais comuns nas ruas do país.

E é por esse motivo que a BKO vem inovando em seus empreendimentos, para que quando essa realidade se tornar comum no país, tenhamos toda infraestrutura necessária para você carregar seu carro com comodidade, na sua própria casa.

Conheça os empreendimentos da BKO e se surpreenda com imóveis únicos, com plantas customizadas, tecnologias construtivas, inovação e sustentabilidade.


quarta-feira, 6 de junho de 2018

Locação Acessível Residencial é alternativa para a falta de moradia



O Secovi-SP desenvolveu o Programa LAR, destinado prioritariamente a famílias com renda entre 2 e 6 salários mínimos, que não conseguem contratar financiamento para a casa própria

No Brasil, em 2015, segundo a Fundação João Pinheiro, cerca de 84% do déficit habitacional de 6,3 milhões de unidades se concentrava na faixa de renda familiar de até 6 salários mínimos.
Na cidade de São Paulo, o déficit é de aproximadamente 470 mil unidades, levando-se em conta os domicílios precários (moradias improvisadas), a coabitação familiar (mais de uma família dividindo o mesmo espaço), o ônus excessivo com aluguel urbano (valor maior que 30% da renda das famílias) e o adensamento excessivo de domicílios alugados.
Além disso, há mais de 30 mil famílias que recebem bolsa aluguel só na capital paulista, o que significa algo em torno de R$ 180 milhões por ano aos cofres da prefeitura. Esse montante poderia ser revertido à iniciativa privada como estímulo ao investimento em locação social, resultando em organização mais eficaz, gestão profissional e economia de escala, dentre outros benefícios.
Em razão do alto custo da moradia, famílias menos favorecidas se alojam em favelas ou prédios invadidos, pagando, em média, R$ 500 ao mês por essas condições subumanas e arriscadas.
Debruçado na busca de soluções, o Secovi-SP desenvolveu o LAR – Locação Acessível Residencial, alternativa prevista na Política Nacional de Habitação, destinada prioritariamente a famílias com renda entre 2 e 6 salários mínimos, que não conseguem contratar financiamento para a casa própria (idosos, famílias e jovens sem poupança, estudantes vivendo longe de suas famílias ou imigrantes).
As unidades do Programa LAR são produzidas e geridas pela iniciativa privada por meio de linhas de financiamentos específicas, incentivos fiscais e urbanísticos e aperfeiçoamento na legislação locatícia, disponibilizados nas três esferas de governo.
Neste modelo, o município concede benefícios urbanísticos, como coeficiente de aproveitamento adicional, sem outorga onerosa, e previsão de transferência do direito de construir para o empreendedor que desejar construir unidades destinadas à locação acessível residencial.
O governo federal, por sua vez, cria um Programa Nacional, que define as diretrizes gerais e, fundamentalmente, disponibiliza fontes de financiamento nacionais (BNDES, FGTS, por exemplo) ou internacionais, para os custos de construção de unidades.
Em âmbito fiscal, aperfeiçoa-se a legislação de modo a prever a concessão de um regime especial de tributação do Imposto de Renda para a construção de empreendimentos destinados ao Programa LAR, medida que não resultará em oneração aos cofres públicos, já que se trata de estímulo à arrecadação de novos capitais.  
Como contrapartida, o empreendedor que aderir ao Programa LAR fica obrigado a oferecer unidades do empreendimento à locação residencial durante um período pré-estabelecido, com valores de aluguel de acordo com as regras do programa, que sejam suficientes para cobrir os custos de operação e o pagamento mensal dos juros da construção e cujo pagamento esteja garantido por fundo próprio.
Ainda, o governo federal e o Congresso Nacional aprimoram a Lei de Inquilinato (Lei 8.245/91) para que os empresários tenham a segurança jurídica necessária, que garanta a pronta e rápida desocupação dos imóveis ao final do período de locação, que poderá ser inferior a 30 meses, ou em caso de inadimplência ou de descumprimento de regras de conduta.
Os principais benefícios do Programa LAR, além de objetivamente minorar o déficit habitacional, consistem em:
  • Ampliar a oferta de moradia nos grandes centros urbanos, com geração de emprego e renda;
  • Acompanhar a tendência mundial de flexibilidade de moradia, em especial para estudantes, idosos, servidores públicos;
  • Estimular o eixo do desenvolvimento urbano para locais com infraestrutura instalada;
  • Propiciar a revitalização dos centros urbanos, trazendo a comunidade para locais hoje sub-habitados;
  • Retirar do poder público a gestão da moradia, ficando a cargo da iniciativa privada promover o atendimento social, com menos custos e burocracia.

Autor: Assessoria de Comunicação - Secovi-SP